CASAMENTO, UNIÃO ESTÁVEL, O QUE DIZ A BÍBLIA E NOSSA LEI
O Novo Código Civil, de janeiro de 2002, legitimou mudanças radicais pelas quais a sociedade brasileira passou desde a vigência do antigo Código, de 1916. Um desses temas diz respeito ao antigo "casamento ilegítimo", ou seja, a união de homem e mulher que já haviam se casado anteriormente e eram tidos como concubinos. Nesse longo período de 86 anos, o termo ganhou diversas interpretações. Mas é depois do Novo Código que a relação entre companheiros e companheiras ganha status de união estável, com direitos e deveres assegurados.
A união estável foi mencionada pela Constituição de 1988, mas sua definição só aparece no Novo Código Civil (artigo 1723): trata-se da convivência duradoura de homem e mulher com objetivo de constituir família. O professor Alcides Tomasetti Jr., da Faculdade de Direito, explica que, querendo, essas pessoas podem se casar, ou seja, não há impedimento legal para isso. "A união estável é permitida entre pessoas separadas de três formas: de fato, judicialmente ou divorciadas,
contanto que os requisitos do artigo tenham sido cumpridos", diz. A separação de fato acontece quando o casal não vive mais junto e está separado na prática, mas ainda não teve a confirmação judicial desse afastamento.
Os companheiros em união estável possuem deveres e direitos gerais iguais, como lealdade, respeito, assistência e guarda, sustento e educação dos filhos. Além disso, a lei assegura direito a pensão alimentícia, que inclui moradia, educação, vestuário, alimentação, e, segundo interpretação do professor, também lazer. Caso se separem, a guarda dos filhos ficará com quem tiver melhores condições. Dessa forma, se a criança ficar com o pai, por exemplo, a mãe poderá pagar pensão.
Outro ponto revisto diz respeito ao fim da distinção entre filho "legítimo" e "ilegítimo". Tomasetti ressalta que a herança será repartida em partes iguais entre o companheiro e os filhos da união estável ou do casamento, se existirem. "Já se a mulher for herdeira ao lado dos descendentes só do
companheiro, ela recebe metade àquilo que couber aos filhos dele. Não havendo herdeiros, ela terá direito à totalidade da herança", exemplifica o professor.
Segundo Tomasetti, o termo "concubinato" é muitas vezes mal interpretado, porque até os anos 60 se referia a qualquer relação fora do casamento. "Os homens separados não poderiam por lei se casar, e o concubinato era adulterino ou impróprio, pois havia uma causa impeditiva: a inexistência do divórcio. Normalmente era o caso de um homem conviver com duas mulheres, a legítima e a concubina. Isso era um problema, uma vez que os concubinos viviam uma união estável durante anos, tinham filhos e patrimônio comum, mas se um deles abandonasse a relação, vinha a insegurança, porque nenhum direito estava garantido", afirma o professor, completando que, aos poucos, os tribunais começaram a proteger e indenizar concubinas em casos específicos, como quando era provado que o patrimônio também era fruto do esforço da mulher.
O casamento no Cartório de Registro Civil no Brasil teve sua origem logo após a proclamação da República, diminuindo os poderes da Igreja Católica Romana. Os ideais positivistas daquele tempo apregoavam a inteira liberdade de culto. A lei que instituiu o casamento civil passou a vigorar no dia 24 de janeiro de 1890, cujo texto determinava: “As pessoas que pretendem se casar devem habilitar-se perante o oficial de registro civil, exibindo os documentos em forma que lhes dêem fé pública”. Os documentos exigidos eram o seguinte: certidão de idade dos nubentes, declaração de residência das famílias, autorização de parentes (em caso de menores de idade) e depoimento de duas testemunhas garantindo que o casal não possua nenhum tipo de parentesco. A novidade era uma confissão de que os pretendentes estavam unidos até que a morte os separassem. Dessa forma, as mulheres passariam a ter o direito de usar o sobrenome do marido, enquanto que o marido teria a obrigação de “fixar o domicílio da família, de autorizar a profissão da mulher e dirigir a educação dos filhos”. De lá para cá, muita coisa foi alterada no Código Civil brasileiro. Por exemplo, a lei cita o termo “união estável”. Para que essa “união” se estabeleça é necessário apenas comprovar a convivência duradoura, contínua e pública de um homem e uma mulher, visando constituir uma família, sem, necessariamente, passar pela oficialização civil e religiosa. Se, ainda segundo o Código Civil, “morar junto” pode ser considerado uma “união estável”, é indispensável que o casal e possíveis filhos estejam amparados para uma imprevisível separação ou morte de um dos conjugues através da assinatura de um contrato. Um dos pontos mais importantes se refere aos bens adquiridos a partir da “união estável”, que são frutos do trabalho e da colaboração comum, pertencendo o patrimônio a ambos e em partes iguais. Devido a atualidade do assunto, resolvi publicar novamente este post (Publicado originalmente em 15/06/2007), abrindo desta forma o espaço para uma maior discussão e reflexão sobre o problema.
1. Sendo o casamento não sujeito a um padrão bíblico, judicial e cultural universal, entende-se que Deus o concebe conforme o tempo, cultura, costume e padrões normativos da sociedade, desde que não infrinja os princípios estabelecidos pela palavra de Deus, dentre os quais a heterossexualidade e a fidelidade conjugal (Gn 1.27, 2.22-25; Ex 20.14, 17; 1Tm 3.2;).
2. Não há na Bíblia sagrada nada que fundamente a idéia de que para ser reconhecido por Deus, o casamento precise de uma certidão ou contrato, quer estabelecido pelos pais, pela religião ou pelo estado. A prova disto é que os casamentos que não foram realizados ou regidos por tais instrumentos, eram diante de Deus reconhecidos e válidos (Gn 1.27-28; 24.58-67; 29.21-30; 41.45; Ex 24.1; 1Sm 18.27; Rt 4.9-13; Mt 1.24-25, etc.) O contrato de casamento é mencionado apenas no livro apócrifo de Tobias 7.13, e mesmo assim com caráter descritivo e não prescritivo.
3. Os contratos de casamento, a princípio estabelecidos pela família em algumas sociedades antigas, sem a interferência do Estado, vindo a fazer parte do universo jurídico apenas num passado recente, eram motivados por questão de ordem material e não afetiva. Não era a legitimação do casamento a preocupação inicial, mas sim a partilha dos bens ao final deste.
4. Só a partir do século IX a igreja (católica), começou a chamar para si a competência para regular de forma exclusiva a toda matéria matrimonial, vindo no Concílio de Trento em 1553 dar ao casamento a condição de sacramento da Igreja. Até então, desde a Igreja Primitiva, não havia dificuldade no reconhecimento do casamento conforme os padrões sócio-culturais, desde que fundamentado nos padrões bíblicos, conforme já citado.
5. No Brasil, a Igreja no seu princípio seguiu as diretrizes da Constituição Republicana de 24 de Janeiro de 1891, no art. 72, parágrafo 2°., que reconhecia apenas o "casamento civil", e do Código Civil que vigorou a partir do 1° de Janeiro de 1917, cujas disposições só reconhecia como válido o casamento civil celebrado pela autoridade secular. Entendendo se dever cívico de submissão às autoridades constituídas (Rm 13) e da preservação dos bons costumes (padrão culturalmente instável), a Igreja Evangélica, sem maior reflexão bíblica, privou o batismo nas águas e consequentemente da santa ceia aqueles novos crentes congregados que se encontravam diante da "lei" irregulares e marginalizados em virtude de sua união conjugal não seguir as diretrizes legais de então, quanto ao casamento ou reconhecimento do status de família. Com os graves problemas que esta exigência jurídicas causou, uma vez que não eram reconhecida pelo Estado as uniões conjugais estáveis, acontecia que no momento da separação entre estes "casais", a mulher sempre sofria prejuízos na partilha (quando havia partilha) de bens e em outras questão básicas.
6. Diante deste quadro, partindo de mudanças no Direito Tributário, o Estado acabou por reconhecer através da Constituição de 1988 em seu art. 226 parágrafo 3°, a união estável entre homem e mulher como entidade familiar, caracterizada pela c onvivência pública, contínua e duradoura com o objetivo de constituir família. Tal artigo foi regulamentado pela Lei 9.278 de 10 de Maio de 1996 e pelo novo Código Civil de 10.01.2002 em seu art. 1723. O Estado com isso corrigiu um erro e uma injustiça, retomando o principio dos primórdios da sociedade onde "o fato do casamento era por si reconhecido e satisfatório. Tais mudanças nas leis do país, não quebraram nenhum principio bíblico referente a vida conjugal entre homem e mulher, ao contrário, consolidaram o referente princípio.
7. Não há Novo Testamento nenhuma exigência para o batismo nas águas relacionada a "contratos ou certidões de casamento", aliás, as únicas exigências são arrependimento, fé, consciência e vontade (Mc 16.16; At 2.38-41; 8. 36-37). A história e a Bíblia (Mt 15.3) nos revelam os riscos de se colocar a "tradição" acima da Palavra de Deus promovendo com isto a injustiça.
8. É no mínimo contraditório o fato de se negar o batismo nas águas para os crentes que participam ativamente da vida congregacional, contribuem com seus dízimos, dão ofertas, evangelizam, fazem parte dos órgãos de cântico, alguns são líderes, ensinam na escola dominical, e são batizados com o Espírito Santo. Só não podem assumir funções "oficiais" e participarem da Santa Ceia.
Mudar é incômodo, mas por vezes é necessário. Mudar com responsabilidade, avaliando as conseqüências das mudanças é essencial. O desejo por mudança, por bem intencionado que seja, acaba mexendo com padrões fortemente estabelecidos e arraigados em qualquer instituição. Não quero ser simplista, visto que a questão exige assim uma análise cautelosa.
Quero usar esse recurso que está em minhas mãos para ajudar a vc se precaver de heresias,desvio doutrinário e de falsos mestres.Espero somar conhecimento para seu elevo espiritual.
sexta-feira, 15 de julho de 2011
sexta-feira, 8 de julho de 2011
CAMPANHAS COM FINALIDADES LUCRATIVAS TEM ME DADO ASCO.
E TEM CAUSADO NÁUSEAS EM DEUS.
Milhões de almas simples vêm sendo desviadas da fé por verdadeiros agentes do mal neste mundo, lobos devoradores disfarçados sob pele de cordeiro. Falsas “soluções milagrosas” fora da Igreja de Cristo nos são oferecidas todos os dias,
O Brasil, a América do Sul como um todo é celeiro dessa maroteira exploração de fé evangélica. “Igrejas Empresas” geram “Pastores-Comerciantes” que por sua vez produzem “Crente-Consumistas”.
O contexto socioeconômico contribui para tanto. São famílias que vivem com o mínimo possível, o lucro pára na mão de poucos e a desigualdade no bolso de muitos. Nesse contexto propaga-se com força a chamada Teologia da Prosperidade. Para isto é propício dinheiro, com tantos que vivem com pouquíssimo dele.
Os rudimentos dessa teologia, de uma maneira simplista, a lógica é: Quanto maior o investimento, tanto maior será a benção desejada. Uma espécie de poupança de investimentos celestial.
É certo que o povo deseja isso, primeiro pelo estado de subjugo que vivem, segundo, porque o dono dos investimentos celestial, no caso Deus, garante a lucratividade do negócio.
A Experiência de Fé é legítima, mas a Exploração da Fé é cruel, brutal. Com tudo, penso, onde é que vamos parar com toda essa comercialização?
Quando que vamos parar de explorar a fé do nosso povo? Com nossos discursos, que sempre falam, mas que outrora nunca vivem. Que subjugam o povo com cargas que até mesmo nós jamais poderíamos suportar. Quando é que tudo isso vai acabar?
Talvez seja quando o grande dono do Reino voltar, e também esclarecer a hermenêutica de coroa de brilhantes, ruas de ouro e cristal, muros de jaspe luzentes e todas as outras figuras terrenas que figuram de lucro, capital, como recompensa.
Talvez quando Ele voltar novamente, volte simples mais uma vez, oferecendo-nos uma vida simples, sem ruas de ouro, talvez até sem asfalto, para se valorizar a terra que um dia foi o repouso do corpo no sono cruel da morte.
Talvez oferecendo-nos casas simples ao invés de celestiais mansões, para que mais uma vez se assente a roda dos simples e humildes como por muitas vezes fizera. Ao invés de coroas de brilhantes chapéus esfarrapados para refugiar-se do ardor do sol, que na lida terrena causticou a muitos lhes causando traumas. Ao invés de muro de jaspes luzentes, moradias sem cercas, sem portões para que essa política de posse privada seja lembrança de uma vida sofrida, que somente quando do alto do morro se olhava via-se as piscinas nos quintais das casas dos ricos, pois seus suntuosos muros impediam de ver as riquezas ocultas.
Talvez também haja quem o rejeite se ele voltar assim, como rejeitaram na sua primeira vinda, quando esperavam um Messias triunfante, nascido em berço de ouro, trajando roupas reais.
Talvez haja quem o rejeite como rejeitaram os que esperavam recompensas de cem vezes tanto por o servirem com integridade, os que desejaram cargos celestiais, assentarem-se ao seu lado para julgar as nações. Será então nesse dia também que muitos ficarão de fora desse reino, os ladrões, ladrões da fé, da verdade, da igualdade da justiça, da paz. Os idólatras, da fama, do sucesso, dinheiro, dos grandes templos, dos pastores, dos cantores.
Ficarão de fora também os exploradores, exploradores da fé, que calerajam não só as mãos do meu povo fazendo os trabalhar forçosamente em troco do mínimo, depois os chantagearam em nome do dono do Reino a darem tudo e ficarem com nada.
Ficarão de fora os exploradores da fé que não ensinaram meu povo a transformarem sua realidade, gente simples de corações calejados pelo pranto da justiça.
Mas para estes que não sabiam como alcançá-la a justiça, que tanto plagearam, que não se importaram com luxo, que viveram massacrados por toda sorte de exploração, a eles Ele dirá: Vindes benditos de meu Pai, possui o que é vosso, e vos foi roubado, desde colonização do Brasil, e até mesmo antes dela, possui a terra pela qual vocês lutaram com paus é pedra, possuí-a, isto é vosso. Amém!
E TEM CAUSADO NÁUSEAS EM DEUS.
Milhões de almas simples vêm sendo desviadas da fé por verdadeiros agentes do mal neste mundo, lobos devoradores disfarçados sob pele de cordeiro. Falsas “soluções milagrosas” fora da Igreja de Cristo nos são oferecidas todos os dias,
O Brasil, a América do Sul como um todo é celeiro dessa maroteira exploração de fé evangélica. “Igrejas Empresas” geram “Pastores-Comerciantes” que por sua vez produzem “Crente-Consumistas”.
O contexto socioeconômico contribui para tanto. São famílias que vivem com o mínimo possível, o lucro pára na mão de poucos e a desigualdade no bolso de muitos. Nesse contexto propaga-se com força a chamada Teologia da Prosperidade. Para isto é propício dinheiro, com tantos que vivem com pouquíssimo dele.
Os rudimentos dessa teologia, de uma maneira simplista, a lógica é: Quanto maior o investimento, tanto maior será a benção desejada. Uma espécie de poupança de investimentos celestial.
É certo que o povo deseja isso, primeiro pelo estado de subjugo que vivem, segundo, porque o dono dos investimentos celestial, no caso Deus, garante a lucratividade do negócio.
A Experiência de Fé é legítima, mas a Exploração da Fé é cruel, brutal. Com tudo, penso, onde é que vamos parar com toda essa comercialização?
Quando que vamos parar de explorar a fé do nosso povo? Com nossos discursos, que sempre falam, mas que outrora nunca vivem. Que subjugam o povo com cargas que até mesmo nós jamais poderíamos suportar. Quando é que tudo isso vai acabar?
Talvez seja quando o grande dono do Reino voltar, e também esclarecer a hermenêutica de coroa de brilhantes, ruas de ouro e cristal, muros de jaspe luzentes e todas as outras figuras terrenas que figuram de lucro, capital, como recompensa.
Talvez quando Ele voltar novamente, volte simples mais uma vez, oferecendo-nos uma vida simples, sem ruas de ouro, talvez até sem asfalto, para se valorizar a terra que um dia foi o repouso do corpo no sono cruel da morte.
Talvez oferecendo-nos casas simples ao invés de celestiais mansões, para que mais uma vez se assente a roda dos simples e humildes como por muitas vezes fizera. Ao invés de coroas de brilhantes chapéus esfarrapados para refugiar-se do ardor do sol, que na lida terrena causticou a muitos lhes causando traumas. Ao invés de muro de jaspes luzentes, moradias sem cercas, sem portões para que essa política de posse privada seja lembrança de uma vida sofrida, que somente quando do alto do morro se olhava via-se as piscinas nos quintais das casas dos ricos, pois seus suntuosos muros impediam de ver as riquezas ocultas.
Talvez também haja quem o rejeite se ele voltar assim, como rejeitaram na sua primeira vinda, quando esperavam um Messias triunfante, nascido em berço de ouro, trajando roupas reais.
Talvez haja quem o rejeite como rejeitaram os que esperavam recompensas de cem vezes tanto por o servirem com integridade, os que desejaram cargos celestiais, assentarem-se ao seu lado para julgar as nações. Será então nesse dia também que muitos ficarão de fora desse reino, os ladrões, ladrões da fé, da verdade, da igualdade da justiça, da paz. Os idólatras, da fama, do sucesso, dinheiro, dos grandes templos, dos pastores, dos cantores.
Ficarão de fora também os exploradores, exploradores da fé, que calerajam não só as mãos do meu povo fazendo os trabalhar forçosamente em troco do mínimo, depois os chantagearam em nome do dono do Reino a darem tudo e ficarem com nada.
Ficarão de fora os exploradores da fé que não ensinaram meu povo a transformarem sua realidade, gente simples de corações calejados pelo pranto da justiça.
Mas para estes que não sabiam como alcançá-la a justiça, que tanto plagearam, que não se importaram com luxo, que viveram massacrados por toda sorte de exploração, a eles Ele dirá: Vindes benditos de meu Pai, possui o que é vosso, e vos foi roubado, desde colonização do Brasil, e até mesmo antes dela, possui a terra pela qual vocês lutaram com paus é pedra, possuí-a, isto é vosso. Amém!
COMO VOCÊ AGIRIA SE SOUBE-SE DA MORTE DE SEU INIMIGO?
AO ACORDAR, NÃO PERMITA QUE ALGO QUE SEU INIMIGO FEZ ONTEM PARA VOCÊ SEJA O PRIMEIRO TEMA DO DIA.
VEJAMOS O QUE DAVI FEZ QUANDO SOUBE DA MORTE DE SEU INIMIGO.
QUANDO A NOTICIA DA MORTE DE SAUL CHEGOU A DAVI ELE NÃO COMEMOROU ELE FICOU DE LUTO.
COMO VOCÊ AGIRIA SE SOUBESE DA MORTE DE SEU INIMIGO?
UM HOMEM CHEIO DE RAZÕES DISSE A DAVI QUE TINHA MATADO A SAUL, ELE ESPERAVA QUE ESTA NOTICIA ALEGARIA DAVI, MAS TEVE UM EFEITO OPOSTO
11. Sm. 1,14-1
DAVI = REPREENDEU , POR SUA AITUDE
DAVI = ORDENOU QUE O TAL FOSSE EXECUTADO –
DAVI = COM PÔS UMA CANÇÃO AO POVO DE JUDÁ E ISRAEL – PARA CANTAR EM HONRA A SAUL E SEUS FILHOS
DAVI = PEDIU QUE NÃO NOTICIASSE AOS FILISTEUS PARA OS NÃO ALEGRAR –
DAVI = ORDENOU QUE NÃO CHOVESSE ONDE SAUL FOI MORTO
DAVI = PEDIU PARA NÃO PLANTAR NADA NAQUELE LOCAL
DAVI = CHAMOU O POVO DE ISRAEL PARA CHORAR A MORTE DE SAUL
DAVI = NÃO MATOU OS QUE FICARÃO NA CASA DE SAUl
DAVI = PROVIDENCIOU COMIDA E TERRA AOS DESCENDENTES DE SAUL
DAVI DEU A UM DESCENDENTE O LUGAR A MESA DO REI
SERÁ QUE NOSSA ATITUDE SE ASEMELHA A DE DAVI,SE NÃO DEVEMOS MUDAR,
POIS JOSÉ DISSE DEUS ME FEZ CRESCER NA TERRA DE MEU SOFRIMENTO.
segunda-feira, 4 de julho de 2011
EVANGELHO NÃO É MITO
1 Reis 20.22-28
INTRODUÇÃO
Quero começar falando uma história real sobre a língua grega: A história do MYTHOS. Mythos em Homero é qualquer tipo de fala, tanto a verdade como a mentira. Já nos tempo de Pídaro começa a distinção entre “Mythos” (ficção, mentira, conto, fábula) e “Logos” (história real, verdade). O grego acreditava tanto no “mythos” como no “logos”.
Timóteo pastoreou as igrejas de cidades gregas, por isso Paulo recomenda o seguinte (2 Tm 4.2-4):
“Pregue (seja um arauto) a palavra (logos=história real, verdade),...3 Pois virá o tempo em que não suportarão a sã doutrina; ao contrário, sentindo coceira nos ouvidos, juntarão mestres (professores) para si mesmos, segundo os seus próprios desejos. 4 Eles se recusarão a dar ouvidos à verdade, voltando-se para os mitos, ou fábulas (Mythos=contos mentirosos).”
A outra ilustração que quero contar está no capítulo 22 deste mesmo livro: A história do profeta Micaías, na conquista de Ramote-Gileade (Acabe e Josafá).
Por que estou usando estas histórias? Vou explicar!
O texto que lemos fala da guerra dos sírios contra Israel, mas não quero me ater à história e sim numa crença síria que tem a ver com o mito e a palavra.
Verso 23: Enquanto isso, os conselheiros do rei da Síria lhe diziam: "Os deuses deles (Israel) são deuses das montanhas. É por isso que eles foram fortes demais para nós. Mas, se os combatermos nas planícies, com certeza seremos mais fortes do que eles.
Olha a resposta de Deus v.28: O homem de Deus foi ao rei de Israel e lhe disse: "Assim diz o SENHOR: 'Como os arameus pensam que o SENHOR é um deus das montanhas e não um deus dos vales, eu entregarei esse exército enorme nas suas mãos, e vocês saberão que eu sou o SENHOR' ".
Vejamos algumas vitórias nos vales:
1. Encontro de Melquisedeque com Abrão (Gn.14).
2. Isaque em Gerar (Gn.26).
3. Encontro de Jacó com Deus (Gn. 32).
4. Davi e Golias no Vale de Ela (1 Sm. 17).
5. Vale do Sal (1 Cr 18.12). Abisai, filho de Zeruia, derrotou dezoito mil edomitas no vale do Sal.
6. Vale dos Ossos Secos (Ez 37).
7. Vale da Sombra da Morte (Sl 23).
Estamos vivendo o tempo dos mitos e eles espalham-se rápido. Tome cuidado!
Ilustração: Um pregador famoso falou: “Já trouxe o banquete agora vocês podem pagar.” Como pagar? Não foi Jesus quem pagou tudo? E se eu prego não é pela Graça?
Quando olhamos para os ensinos de Jesus, o que Ele fala sobre a oração?
Mateus 6.6: “Mas quando você orar, vá para seu quarto, feche a porta e ore a seu Pai, que está em secreto. Então seu Pai, que vê em secreto, o recompensará.”
O problema é que as pessoas esquecem o LOGOS e se firma no MYTHOS do senso comum ou da realidade evangélica do país.
Aplicação: Como você lida com a palavra de Deus? Como você vive o EVANGELHO? Vive por cultura ou por leitura da palavra?
Eu acredito que 90% dos evangélicos lêem a palavra contaminados por uma cultura evangélica. Quero desafiar-lhes a reler os evangelhos de JESUS sem a mística da cultura dos evangélicos.
1 Reis 20.22-28
INTRODUÇÃO
Quero começar falando uma história real sobre a língua grega: A história do MYTHOS. Mythos em Homero é qualquer tipo de fala, tanto a verdade como a mentira. Já nos tempo de Pídaro começa a distinção entre “Mythos” (ficção, mentira, conto, fábula) e “Logos” (história real, verdade). O grego acreditava tanto no “mythos” como no “logos”.
Timóteo pastoreou as igrejas de cidades gregas, por isso Paulo recomenda o seguinte (2 Tm 4.2-4):
“Pregue (seja um arauto) a palavra (logos=história real, verdade),...3 Pois virá o tempo em que não suportarão a sã doutrina; ao contrário, sentindo coceira nos ouvidos, juntarão mestres (professores) para si mesmos, segundo os seus próprios desejos. 4 Eles se recusarão a dar ouvidos à verdade, voltando-se para os mitos, ou fábulas (Mythos=contos mentirosos).”
A outra ilustração que quero contar está no capítulo 22 deste mesmo livro: A história do profeta Micaías, na conquista de Ramote-Gileade (Acabe e Josafá).
Por que estou usando estas histórias? Vou explicar!
O texto que lemos fala da guerra dos sírios contra Israel, mas não quero me ater à história e sim numa crença síria que tem a ver com o mito e a palavra.
Verso 23: Enquanto isso, os conselheiros do rei da Síria lhe diziam: "Os deuses deles (Israel) são deuses das montanhas. É por isso que eles foram fortes demais para nós. Mas, se os combatermos nas planícies, com certeza seremos mais fortes do que eles.
Olha a resposta de Deus v.28: O homem de Deus foi ao rei de Israel e lhe disse: "Assim diz o SENHOR: 'Como os arameus pensam que o SENHOR é um deus das montanhas e não um deus dos vales, eu entregarei esse exército enorme nas suas mãos, e vocês saberão que eu sou o SENHOR' ".
Vejamos algumas vitórias nos vales:
1. Encontro de Melquisedeque com Abrão (Gn.14).
2. Isaque em Gerar (Gn.26).
3. Encontro de Jacó com Deus (Gn. 32).
4. Davi e Golias no Vale de Ela (1 Sm. 17).
5. Vale do Sal (1 Cr 18.12). Abisai, filho de Zeruia, derrotou dezoito mil edomitas no vale do Sal.
6. Vale dos Ossos Secos (Ez 37).
7. Vale da Sombra da Morte (Sl 23).
Estamos vivendo o tempo dos mitos e eles espalham-se rápido. Tome cuidado!
Ilustração: Um pregador famoso falou: “Já trouxe o banquete agora vocês podem pagar.” Como pagar? Não foi Jesus quem pagou tudo? E se eu prego não é pela Graça?
Quando olhamos para os ensinos de Jesus, o que Ele fala sobre a oração?
Mateus 6.6: “Mas quando você orar, vá para seu quarto, feche a porta e ore a seu Pai, que está em secreto. Então seu Pai, que vê em secreto, o recompensará.”
O problema é que as pessoas esquecem o LOGOS e se firma no MYTHOS do senso comum ou da realidade evangélica do país.
Aplicação: Como você lida com a palavra de Deus? Como você vive o EVANGELHO? Vive por cultura ou por leitura da palavra?
Eu acredito que 90% dos evangélicos lêem a palavra contaminados por uma cultura evangélica. Quero desafiar-lhes a reler os evangelhos de JESUS sem a mística da cultura dos evangélicos.
sexta-feira, 1 de julho de 2011
SE VOCÊ CONHECE-SE SEU PASTOR ,SURPREENDERIA ELE.
Leia: I Crônicas 11:17-19
Um dia Davi, depois de anos de existência em fuga, lutando por sua vida, cansou-se e teve saudades de antigos e simples confortos do tempo em que sua vida era normal. “Quem me dera beber da água fresca do poço de minha infância e juventude, que fica em Belém!...”
Entretanto, os homens de Saul estavam acampados no caminho para a fonte...
Os homens de Davi, porém, ouvindo dele a mera exclamação de desejo, decidiram fazer-lhe uma surpresa: ir até a fonte, passando todos os perigos, enfrentando até o inimigo, se fosse o caso, mas trazer a água a seu líder guerrilheiro e fugitivo...
Vieram são e salvos com a água e puseram diante de Davi...
Ao perceber que eles haviam exposto as suas vidas a fim de dar-lhe alegria, Davi não aceitou a água, antes a derramou como oferta de vida e gratidão diante de Deus, dizendo: “Jamais beberei água que me veio à custa da vida de vocês!”
Este era o nível de percepção de Davi acerca do significado da vida como devoção a Deus e a Deus somente!...
Se fosse um pastor, um Davi qualquer, um ungido evangélico, um líder desses que vendem “cobertura espiritual”, beberia a água em uma reunião solene, e, após beber exaltando a fidelidade dos “discípulos” para com ele, o ungido ainda faria uma fila de unção com água santa, para que ele ungisse as pessoas com a Água da Fidelidade dos Discípulos Para com Seu Líder... Seria a Unção com a Água da Fidelidade ao Líder!... Quem dela bebesse jamais perderia a cobertura espiritual, se fizesse sempre a mesma coisa, os mesmos sacrifícios de amor pelo líder...
Era por não brincar com situações como esta que Davi era um homem segundo o coração de Deus. Não beber a água do sacrifício que foi ação devotada ao capricho e ao desejo de um homem, é a única coisa que um homem que teme a Deus e reconhece o valor da vida humana pode fazer e deve fazer a fim de ser agradável a Deus.
Hoje, no entanto, viraria “Campanha”... Logo o “apóstolo da loucura de seu próprio ego” instituiria O Dia do Sacrifício à Alegria do Ungido... E milhares de incautos matariam a mãe a fim de agradar o lobo... Sim, milhares fariam qualquer coisa, desde que isso lhes garantisse a mera simpatia do Megalômano adoecido pelo dês-valor da vida em razão da pseudo-divinização da sua existência...
Que alguém, com muito amor, vá pegar a água correndo risco de vida, e fazendo isto sem informar o “beneficiado”, tudo bem, pode ser, é uma decisão individual... Beber a água, porém, é outra história...
Assim, digo-lhes:
Se Davi tivesse bebido aquela água provavelmente ele não tivesse sido feito rei de Israel, pois, em mim, creio que teria sido um surto tão megalômano acerca do valor de seus próprios desejos e caprichos, que, eu creio que algo ruim lhe teria acontecido...
Pela vaidade de fazer o “censo” de Israel ele quase foi morto pelo anjo do Senhor, quanto mais não o seria se o seu surto fosse o de achar que a fim de agradá-lo pessoas poderiam se sacrificar?...
As sutilezas acerca do valor de tais decisões simples estão, todavia, mortas aos sentidos dos que hoje usam a ingenuidade e a boa vontade dos homens a fim de atenderem a seus próprios caprichos.
E o pior: talvez você seja um dos doentes que vão pegar a água do capricho e que não ficam realizados se ela não for bebida como status de sua devoção para com o lobo disfarçado de ungido cansado e carente...
Leia: I Crônicas 11:17-19
Um dia Davi, depois de anos de existência em fuga, lutando por sua vida, cansou-se e teve saudades de antigos e simples confortos do tempo em que sua vida era normal. “Quem me dera beber da água fresca do poço de minha infância e juventude, que fica em Belém!...”
Entretanto, os homens de Saul estavam acampados no caminho para a fonte...
Os homens de Davi, porém, ouvindo dele a mera exclamação de desejo, decidiram fazer-lhe uma surpresa: ir até a fonte, passando todos os perigos, enfrentando até o inimigo, se fosse o caso, mas trazer a água a seu líder guerrilheiro e fugitivo...
Vieram são e salvos com a água e puseram diante de Davi...
Ao perceber que eles haviam exposto as suas vidas a fim de dar-lhe alegria, Davi não aceitou a água, antes a derramou como oferta de vida e gratidão diante de Deus, dizendo: “Jamais beberei água que me veio à custa da vida de vocês!”
Este era o nível de percepção de Davi acerca do significado da vida como devoção a Deus e a Deus somente!...
Se fosse um pastor, um Davi qualquer, um ungido evangélico, um líder desses que vendem “cobertura espiritual”, beberia a água em uma reunião solene, e, após beber exaltando a fidelidade dos “discípulos” para com ele, o ungido ainda faria uma fila de unção com água santa, para que ele ungisse as pessoas com a Água da Fidelidade dos Discípulos Para com Seu Líder... Seria a Unção com a Água da Fidelidade ao Líder!... Quem dela bebesse jamais perderia a cobertura espiritual, se fizesse sempre a mesma coisa, os mesmos sacrifícios de amor pelo líder...
Era por não brincar com situações como esta que Davi era um homem segundo o coração de Deus. Não beber a água do sacrifício que foi ação devotada ao capricho e ao desejo de um homem, é a única coisa que um homem que teme a Deus e reconhece o valor da vida humana pode fazer e deve fazer a fim de ser agradável a Deus.
Hoje, no entanto, viraria “Campanha”... Logo o “apóstolo da loucura de seu próprio ego” instituiria O Dia do Sacrifício à Alegria do Ungido... E milhares de incautos matariam a mãe a fim de agradar o lobo... Sim, milhares fariam qualquer coisa, desde que isso lhes garantisse a mera simpatia do Megalômano adoecido pelo dês-valor da vida em razão da pseudo-divinização da sua existência...
Que alguém, com muito amor, vá pegar a água correndo risco de vida, e fazendo isto sem informar o “beneficiado”, tudo bem, pode ser, é uma decisão individual... Beber a água, porém, é outra história...
Assim, digo-lhes:
Se Davi tivesse bebido aquela água provavelmente ele não tivesse sido feito rei de Israel, pois, em mim, creio que teria sido um surto tão megalômano acerca do valor de seus próprios desejos e caprichos, que, eu creio que algo ruim lhe teria acontecido...
Pela vaidade de fazer o “censo” de Israel ele quase foi morto pelo anjo do Senhor, quanto mais não o seria se o seu surto fosse o de achar que a fim de agradá-lo pessoas poderiam se sacrificar?...
As sutilezas acerca do valor de tais decisões simples estão, todavia, mortas aos sentidos dos que hoje usam a ingenuidade e a boa vontade dos homens a fim de atenderem a seus próprios caprichos.
E o pior: talvez você seja um dos doentes que vão pegar a água do capricho e que não ficam realizados se ela não for bebida como status de sua devoção para com o lobo disfarçado de ungido cansado e carente...
terça-feira, 14 de junho de 2011
DEUS NOS GUARDE DE PESSOAS FALSAS,
E NOS AJUDE A IDENTIFICA-LAS
Lembre-se não temos controlo sobre os outros.sendo assim não tem como dizer se as pessoas que fazem parte de nosso convivio social,são verdadeiros ou falso.
O dicionário informa, que falso quer dizer: mentiroso, enganador, hipócrita, fingido, dissimulado.
Quem nunca conheceu alguém com uma ou mais dessas características é um sortudo, não vamos ficar esperando encontrar um lugar para trabalhar,congregar e viver que não tenha um só falso sequer, não dá para entrar em uma redoma de vidro, isso seria um absurdo. Afinal, quem deveria ficar isolado, o verdadeiro ou o falso?
Pare para, pensar o seguinte: O que te levou a perceber que o outro é uma pessoa falsa? Ele ou ela, traiu a tua confiança? O que na maioria das vezes acontece, é uma tremenda decepção, às vezes queremos acreditar que aquela pessoa é confiável e que jamais mentiria ou nos enganaria, essa pessoa passa a fazer parte das nossas vidas e a saber de nós, quando ela derruba a imagem do perfil que fazíamos em nossa mente, juntamente com isso vem a decepção, raiva ou sentimo-nos uns tolos. Se nos sentirmos assim é porque motivávamos a ilusão delicada de que se não fingirmos ou não dissimulamos ninguém, o outro também não nos fará o mesmo.
Se você já foi vitima de uma pessoa falsa o único jeito é, ao conhecer uma pessoa, não vá logo falando tudo de si, mesmo que essa pessoa lhe conte até o que possa parecer assunto íntimo, para o dissimulado, esse é o caminho para nos conduzir a falar mais sobre nós. Observe se à medida a que vão se conhecendo, se essa outra pessoa quando fala constantemente, no mesmo assunto, confirma ou conta aquela história que já havia narrado, com algumas mudanças. Ter atenção se a pessoa tem demasiado interesse em esmiuçar a sua vida, em saber além do que deveria. Para quê saber tanto?
As pessoas falsas tem o costume de bajular, usam esse procedimento para tentar fixar que são confiáveis, não confunda com os elogios coerentes, esses são bem-vindos.
Se for uma amizade particular, você pode se afastar da pessoa,se for um irmão da igreja tem que aprender a conviver com a pessoa em questão,mas seja bem fromal.
O melhor a fazer ao identificar uma pessoa falsa, é manter uma postura formal, procurando sustentar o nível de educação elevado, formando um tipo de bloqueio mental para que a pessoa sinta dificuldade em esmiuçar a sua vida, com o tempo ela tende a se afastar por si mesma.
E NOS AJUDE A IDENTIFICA-LAS
Lembre-se não temos controlo sobre os outros.sendo assim não tem como dizer se as pessoas que fazem parte de nosso convivio social,são verdadeiros ou falso.
O dicionário informa, que falso quer dizer: mentiroso, enganador, hipócrita, fingido, dissimulado.
Quem nunca conheceu alguém com uma ou mais dessas características é um sortudo, não vamos ficar esperando encontrar um lugar para trabalhar,congregar e viver que não tenha um só falso sequer, não dá para entrar em uma redoma de vidro, isso seria um absurdo. Afinal, quem deveria ficar isolado, o verdadeiro ou o falso?
Pare para, pensar o seguinte: O que te levou a perceber que o outro é uma pessoa falsa? Ele ou ela, traiu a tua confiança? O que na maioria das vezes acontece, é uma tremenda decepção, às vezes queremos acreditar que aquela pessoa é confiável e que jamais mentiria ou nos enganaria, essa pessoa passa a fazer parte das nossas vidas e a saber de nós, quando ela derruba a imagem do perfil que fazíamos em nossa mente, juntamente com isso vem a decepção, raiva ou sentimo-nos uns tolos. Se nos sentirmos assim é porque motivávamos a ilusão delicada de que se não fingirmos ou não dissimulamos ninguém, o outro também não nos fará o mesmo.
Se você já foi vitima de uma pessoa falsa o único jeito é, ao conhecer uma pessoa, não vá logo falando tudo de si, mesmo que essa pessoa lhe conte até o que possa parecer assunto íntimo, para o dissimulado, esse é o caminho para nos conduzir a falar mais sobre nós. Observe se à medida a que vão se conhecendo, se essa outra pessoa quando fala constantemente, no mesmo assunto, confirma ou conta aquela história que já havia narrado, com algumas mudanças. Ter atenção se a pessoa tem demasiado interesse em esmiuçar a sua vida, em saber além do que deveria. Para quê saber tanto?
As pessoas falsas tem o costume de bajular, usam esse procedimento para tentar fixar que são confiáveis, não confunda com os elogios coerentes, esses são bem-vindos.
Se for uma amizade particular, você pode se afastar da pessoa,se for um irmão da igreja tem que aprender a conviver com a pessoa em questão,mas seja bem fromal.
O melhor a fazer ao identificar uma pessoa falsa, é manter uma postura formal, procurando sustentar o nível de educação elevado, formando um tipo de bloqueio mental para que a pessoa sinta dificuldade em esmiuçar a sua vida, com o tempo ela tende a se afastar por si mesma.
domingo, 12 de junho de 2011
Alguém perguntou o que é Ser Pastor?
Qual o sentido dessa palavra? Ser pastor! Uma afirmação tão pequena, mas repleta de tanto significado!
Ser pastor é muito mais que ser um pregador. Está além de ser um administrador de igreja. Muito além de professor ou conferencista. Ser pastor é algo da alma, não apenas do intelecto.
Ser pastor é sentir paixão pelas almas. É desejar a salvação de alguém de forma tão intensa, que nos leve à atitude solidária de repartir as boas-novas com ele. É chorar pelos que se mantém rebeldes. É pensar no marido desta irmã, no filho daquela outra, na esposa do obreiro, nos vizinhos da igreja, nos garotos da rua. Ser pastor é tudo fazer para conseguir ganhar alguns para Cristo.
Ser pastor é festejar a festa da igreja. É alegrar-se com a alegria daquele que conquista um novo emprego, daquele que gradua-se na faculdade, daquele que recebe a escritura da casa própria ou do outro que recebeu alta no hospital. Ser pastor é ter o brilho de alegria ao ver a felicidade de um casal apaixonado, ao ver o sucesso na vida cristã de um jovem consagrado, é festejar a conversão de um familiar de alguém da igreja por quem há tempos se vinha orando. Ser pastor é desejar o bem sem cobiçar para si absolutamente nada, a não ser a felicidade de participar dessa hora feliz.
Mas ser pastor também é chorar. Chorar pela ingratidão dos homens. Chorar porque muitas vezes aqueles a quem tanto se ajudou são os primeiros a perseguirem-nos, a esfaquearem-nos pelas costas, a criticarem-nos, a levantarem falso testemunho contra a igreja e contra nós. É chorar com os que choram, unindo-nos ao enlutado que perdeu um ente querido, é dar o ombro para o entristecido pela perda de um amor, é ser a companhia do solitário, é ouvir a mesma história uma porção de vezes por parte do carente. Chorar com a família necessitada, com o pai de um drogado, com a mãe da prostituta, com a família do traficante, com o irmão desprezado.
Ser pastor é não ter outro interesse senão o pregar a Cristo. É não se envolver nos negócios deste mundo, buscando riquezas, fama e posição. É saber dizer não quando o coração disser sim. É não ir à casa dos ricos em detrimento dos pobres. É não dar atenção demasiada para uns, esquecendo-se dos outros. É não ficar do lado dos jovens, em detrimento dos adultos e vice-versa. Ser pastor é não envolver-se em demasia com as pessoas, ao ponto de se perder a linha divisória do amor e do respeito, do carinho e da disciplina. Ser pastor é não aceitar subornos nem tampouco desprezar os não expressivos.
Ser pastor é ser pai. É disciplinar com carinho e amor, conquanto com a firmeza da vara, da correção e, não raras vezes, da exclusão de pessoas queridas. É obedecer a Bíblia, não aos homens. É seguir a Deus, não ao coração. Ser pastor é ser justo. Ser pastor é saber dizer não, quando a emoção manda dizer sim. Ser pastor é ter a consciência de não ser sempre popular, principalmente quando tiver que tomar decisões pesadas e difíceis, e saber também ser humilde quando a bênção de Deus o enaltecer diante do rebanho e diante do mundo. Os erros são nossos, mas a glória é de Deus.
Ser pastor é levantar-se quando todos estão dormindo e dormir quando todos estão acordados, socorrendo ao necessitado no horário da necessidade. Ser pastor é não medir esforços pela paz. É pacificar pais e filhos, maridos e esposas, sogros e genros, irmãos e irmãs. Ser pastor é sofrer o dano, o dolo, a injustiça, confiando nAquele que é o galardoador dos que o buscam. Ser pastor é dar a camisa quando lhe pedem a blusa, andar duas milhas quando o obrigam a uma, dar a outra face quando esbofeteado.
Ser pastor é estar pronto para a solidão. É manter-se no Santo dos Santos de joelhos prostrados, obtendo a solução para os problemas insolúveis. Ser pastor é não fazer da esposa um saco de pancadas, onde descontar sua fragilidade e cansaço. Ser pastor é ser sacerdote, mantendo sigilo no coração, mantendo em segredo o que precisa continuar sendo segredo, e repartindo com as pessoas certas aquilo que é "repartível". Ser pastor é muitas vezes não ser convidado para uma festa, não ser informado de uma notícia ou ser deixado de fora de um evento, e ainda assim manter a postura, a educação, o polimento e a compaixão. Ser pastor é ser profeta, tornar o seu púlpito um "assim diz o Senhor", uma tocha flamejante, um facho de luz, uma espada de dois gumes, afiada e afogueada, proclamando aos quatro ventos a salvação e a santificação do povo de Deus.
Ser pastor é ser marido e ser pai. É fazer de seu ministério motivo de louvor dentro e fora de casa. É não causar à esposa a sensação de que a igreja é uma amante, uma concorrente, que lhe tira todo o tempo de vida conjugal. Ser pastor é amar aos seus filhos da mesma forma que ensina aos pais cristãos amarem aos seus. É olhar para os olhos de seus filhos e ver o brilho de seus próprios olhos. É preocupar-se menos com o que os outros vão pensar e mais no que os filhos vão aprender, sentir e receber. É ver cada filho crescer, dando a cada um a atenção e o amor necessários. É orgulhar-se de ser pai, alegrar-se por ser esposo, servir de modelo para o povo. E, quando solteiro, tornar a sua castidade e dignidade modelo dos fiéis, enaltecendo ao Senhor, razão de sua vida.
Ser pastor é pedir perdão. Se os pastores fossem super-homens, Deus daria a tarefa pastoral aos anjos, mas preferiu fazer de pecadores convertidos os líderes de rebanho, pois, sendo humanos, poderiam mostrar aos demais que é possível ser uma bênção. Mas, quando pecarem, saberem pedir perdão. A humildade é uma chave que abre todas as portas, até as portas emperradas dos corações decepcionados. A humildade pode levar o pastor à exoneração, como prova de nobresa e integridade, como pode fazê-lo retomar seus trabalhos com maior pujança e vigor. Há pecados que põem fim a um ministério e ser pastor é saber quando o tempo acabou. Recomeçar é possível, mas nem sempre. Ser pastor é saber discernir entre ficar ou sair, entre continuar pastor e recolher-se respeitosamente.
Ser pastor é crer quando todos descrêem. Saber esperar com confiança, saber transmitir otimismo e força de vontade. É fazer de seu púlpito um farol gigantesco, sob cuja luz o povo caminha sempre em frente, para cima e em direção a Deus. Ser pastor é ver o lado bom da questão, é vislumbrar uma saída quando todos imaginarem que é o fim do túnel. Ser pastor é contagiar, e não contaminar. Ser pastor é inovar, é renovar, é oferecer-se como sacrifício em prol da vontade de Deus. Ser pastor é fazer o povo caminhar mais feliz, mais contente, é fazer a comunidade acreditar que o impossível é possível, é fazer o triste ser feliz, o cansado tornar-se revigorado, o desesperado ficar confiante e o perdido salvar-se. As guerras não são ganhas com armas, mas com palavras, e as do pastor são as palavras de Deus, portanto, invencíveis.
Ser pastor é saber envelhecer com dignidade, sem perder a jovialidade. É ser amigo dos jovens e companheiro dos adultos. Ser pastor é saber contar cada dia do ministério como uma pérola na coroa de sua história. Ser pastor é ser companhia desejada, querida, esperada. É saber calar-se quando o silêncio for a frase mais contundente, e falar quando todos estiverem quietos. Ser pastor é saber viver. Ser pastor é saber morrer.
E quando morrer, deixar em sua lápide dizeres indeléveis, que expressem na mente de suas ovelhas o que Paulo quis dizer, quando estava para partir: "combati o bom combate, terminei a carreira, guardei a fé". Ser pastor é falar mesmo depois de morto, como o justo Abel e o seu sangue, através de sua história, de seu exemplo, de seus escritos, de suas gravações. Ser pastor é deixar uma picada na floresta, para que outros venham habitar nas planícies conquistadas para o Reino do Senhor. Ser pastor é fazer com que os filhos e os filhos dos filhos tenham um legado, talvez não de propriedades, dinheiro ou poder político, mas o legado do grande patriarca da família, daquele que viveu e ensinou o que é ser um pastor.
Eu sou pastor.
Qual o sentido dessa palavra? Ser pastor! Uma afirmação tão pequena, mas repleta de tanto significado!
Ser pastor é muito mais que ser um pregador. Está além de ser um administrador de igreja. Muito além de professor ou conferencista. Ser pastor é algo da alma, não apenas do intelecto.
Ser pastor é sentir paixão pelas almas. É desejar a salvação de alguém de forma tão intensa, que nos leve à atitude solidária de repartir as boas-novas com ele. É chorar pelos que se mantém rebeldes. É pensar no marido desta irmã, no filho daquela outra, na esposa do obreiro, nos vizinhos da igreja, nos garotos da rua. Ser pastor é tudo fazer para conseguir ganhar alguns para Cristo.
Ser pastor é festejar a festa da igreja. É alegrar-se com a alegria daquele que conquista um novo emprego, daquele que gradua-se na faculdade, daquele que recebe a escritura da casa própria ou do outro que recebeu alta no hospital. Ser pastor é ter o brilho de alegria ao ver a felicidade de um casal apaixonado, ao ver o sucesso na vida cristã de um jovem consagrado, é festejar a conversão de um familiar de alguém da igreja por quem há tempos se vinha orando. Ser pastor é desejar o bem sem cobiçar para si absolutamente nada, a não ser a felicidade de participar dessa hora feliz.
Mas ser pastor também é chorar. Chorar pela ingratidão dos homens. Chorar porque muitas vezes aqueles a quem tanto se ajudou são os primeiros a perseguirem-nos, a esfaquearem-nos pelas costas, a criticarem-nos, a levantarem falso testemunho contra a igreja e contra nós. É chorar com os que choram, unindo-nos ao enlutado que perdeu um ente querido, é dar o ombro para o entristecido pela perda de um amor, é ser a companhia do solitário, é ouvir a mesma história uma porção de vezes por parte do carente. Chorar com a família necessitada, com o pai de um drogado, com a mãe da prostituta, com a família do traficante, com o irmão desprezado.
Ser pastor é não ter outro interesse senão o pregar a Cristo. É não se envolver nos negócios deste mundo, buscando riquezas, fama e posição. É saber dizer não quando o coração disser sim. É não ir à casa dos ricos em detrimento dos pobres. É não dar atenção demasiada para uns, esquecendo-se dos outros. É não ficar do lado dos jovens, em detrimento dos adultos e vice-versa. Ser pastor é não envolver-se em demasia com as pessoas, ao ponto de se perder a linha divisória do amor e do respeito, do carinho e da disciplina. Ser pastor é não aceitar subornos nem tampouco desprezar os não expressivos.
Ser pastor é ser pai. É disciplinar com carinho e amor, conquanto com a firmeza da vara, da correção e, não raras vezes, da exclusão de pessoas queridas. É obedecer a Bíblia, não aos homens. É seguir a Deus, não ao coração. Ser pastor é ser justo. Ser pastor é saber dizer não, quando a emoção manda dizer sim. Ser pastor é ter a consciência de não ser sempre popular, principalmente quando tiver que tomar decisões pesadas e difíceis, e saber também ser humilde quando a bênção de Deus o enaltecer diante do rebanho e diante do mundo. Os erros são nossos, mas a glória é de Deus.
Ser pastor é levantar-se quando todos estão dormindo e dormir quando todos estão acordados, socorrendo ao necessitado no horário da necessidade. Ser pastor é não medir esforços pela paz. É pacificar pais e filhos, maridos e esposas, sogros e genros, irmãos e irmãs. Ser pastor é sofrer o dano, o dolo, a injustiça, confiando nAquele que é o galardoador dos que o buscam. Ser pastor é dar a camisa quando lhe pedem a blusa, andar duas milhas quando o obrigam a uma, dar a outra face quando esbofeteado.
Ser pastor é estar pronto para a solidão. É manter-se no Santo dos Santos de joelhos prostrados, obtendo a solução para os problemas insolúveis. Ser pastor é não fazer da esposa um saco de pancadas, onde descontar sua fragilidade e cansaço. Ser pastor é ser sacerdote, mantendo sigilo no coração, mantendo em segredo o que precisa continuar sendo segredo, e repartindo com as pessoas certas aquilo que é "repartível". Ser pastor é muitas vezes não ser convidado para uma festa, não ser informado de uma notícia ou ser deixado de fora de um evento, e ainda assim manter a postura, a educação, o polimento e a compaixão. Ser pastor é ser profeta, tornar o seu púlpito um "assim diz o Senhor", uma tocha flamejante, um facho de luz, uma espada de dois gumes, afiada e afogueada, proclamando aos quatro ventos a salvação e a santificação do povo de Deus.
Ser pastor é ser marido e ser pai. É fazer de seu ministério motivo de louvor dentro e fora de casa. É não causar à esposa a sensação de que a igreja é uma amante, uma concorrente, que lhe tira todo o tempo de vida conjugal. Ser pastor é amar aos seus filhos da mesma forma que ensina aos pais cristãos amarem aos seus. É olhar para os olhos de seus filhos e ver o brilho de seus próprios olhos. É preocupar-se menos com o que os outros vão pensar e mais no que os filhos vão aprender, sentir e receber. É ver cada filho crescer, dando a cada um a atenção e o amor necessários. É orgulhar-se de ser pai, alegrar-se por ser esposo, servir de modelo para o povo. E, quando solteiro, tornar a sua castidade e dignidade modelo dos fiéis, enaltecendo ao Senhor, razão de sua vida.
Ser pastor é pedir perdão. Se os pastores fossem super-homens, Deus daria a tarefa pastoral aos anjos, mas preferiu fazer de pecadores convertidos os líderes de rebanho, pois, sendo humanos, poderiam mostrar aos demais que é possível ser uma bênção. Mas, quando pecarem, saberem pedir perdão. A humildade é uma chave que abre todas as portas, até as portas emperradas dos corações decepcionados. A humildade pode levar o pastor à exoneração, como prova de nobresa e integridade, como pode fazê-lo retomar seus trabalhos com maior pujança e vigor. Há pecados que põem fim a um ministério e ser pastor é saber quando o tempo acabou. Recomeçar é possível, mas nem sempre. Ser pastor é saber discernir entre ficar ou sair, entre continuar pastor e recolher-se respeitosamente.
Ser pastor é crer quando todos descrêem. Saber esperar com confiança, saber transmitir otimismo e força de vontade. É fazer de seu púlpito um farol gigantesco, sob cuja luz o povo caminha sempre em frente, para cima e em direção a Deus. Ser pastor é ver o lado bom da questão, é vislumbrar uma saída quando todos imaginarem que é o fim do túnel. Ser pastor é contagiar, e não contaminar. Ser pastor é inovar, é renovar, é oferecer-se como sacrifício em prol da vontade de Deus. Ser pastor é fazer o povo caminhar mais feliz, mais contente, é fazer a comunidade acreditar que o impossível é possível, é fazer o triste ser feliz, o cansado tornar-se revigorado, o desesperado ficar confiante e o perdido salvar-se. As guerras não são ganhas com armas, mas com palavras, e as do pastor são as palavras de Deus, portanto, invencíveis.
Ser pastor é saber envelhecer com dignidade, sem perder a jovialidade. É ser amigo dos jovens e companheiro dos adultos. Ser pastor é saber contar cada dia do ministério como uma pérola na coroa de sua história. Ser pastor é ser companhia desejada, querida, esperada. É saber calar-se quando o silêncio for a frase mais contundente, e falar quando todos estiverem quietos. Ser pastor é saber viver. Ser pastor é saber morrer.
E quando morrer, deixar em sua lápide dizeres indeléveis, que expressem na mente de suas ovelhas o que Paulo quis dizer, quando estava para partir: "combati o bom combate, terminei a carreira, guardei a fé". Ser pastor é falar mesmo depois de morto, como o justo Abel e o seu sangue, através de sua história, de seu exemplo, de seus escritos, de suas gravações. Ser pastor é deixar uma picada na floresta, para que outros venham habitar nas planícies conquistadas para o Reino do Senhor. Ser pastor é fazer com que os filhos e os filhos dos filhos tenham um legado, talvez não de propriedades, dinheiro ou poder político, mas o legado do grande patriarca da família, daquele que viveu e ensinou o que é ser um pastor.
Eu sou pastor.
quinta-feira, 2 de junho de 2011
VENCENDO A SOLIDÃO
1 REIS 19.4-8
Quem, assim como eu, já se sentiu sozinho? Andando sem companhia?
O psicólogo Jeffrey Young, da Universidade Columbia descreve três tipos de solidão: transitória, situacional e crônica. "Solidão transitória dura poucos minutos ou algumas horas, diz ele, porque os sintomas não são graves, pouca atenção tem sido dedicada a ela."
Solidão situacional é o resultado de um acontecimento importante - um divórcio, uma morte na família ou uma mudança geográfica. Os efeitos podem ser tanto físico quanto mental - dores de cabeça, problemas de sono, ansiedade, depressão - e pode durar até um ano.
Para algumas pessoas solitárias, no entanto, as circunstâncias temporárias não são o problema de base. Elas têm dificuldade em fazer contatos sociais e alcançar intimidade, mesmo quando as condições são favoráveis. Young classifica os indivíduos que se sentem sós por mais de dois anos numa altura em que nenhum evento traumático ocorreu como cronicamente solitários. "Quando as pessoas são solitárias por esse período de tempo, geralmente culpam a si mesmas e os seus traços de personalidade ao invés das circunstâncias", diz ele. "As pessoas cronicamente solitárias podem tornar-se convencidas de que pouco ou nada podem fazer para melhorar sua condição".
A palavra "solidão" descreve a história de muita gente. É um sentimento que não poupa suas vítimas: jovens e idosos, ricos e pobres, santos e pecadores são seu alvo.
A solidão não faz acepção de pessoas. Até mesmo santos profetas enfrentaram a solidão.
Elias tendo entrado em profunda depressão (1 Rs 19:4), quarenta dias depois, ainda se sentia só. (1 Rs 19:10,14).
Davi fugia da perseguição movida pelo rei Saul. Escreveu na ocasião o Salmo 13 (cf. vs. 1-4). No Salmo 69.1-4, 18.
Jó (Jó 19.13-19). Irmãos, parentes, amigos e conhecidos o desprezaram ( vs. 13, 14), empregados, a esposa (vs. 15-17), mesmo as crianças (vs. 18) e amigos íntimos (v. 19) o abandonaram?!
Jesus ficou só: (Mt 26. 36-38).
Mas a a solidão não é o seu fim!
A sua solidão era real, palpável, pois ele se sentia triste, desanimado e derrotado por não ter absolutamente ninguém ao seu lado. Foi então que Deus começou a resolver o problema de Elias.
A primeira providência que tomou foi Ele próprio revelar-se ao profeta. Elias tinha que aprender a lição de que um homem que conhece ao Senhor nunca está só, pois Deus prometeu ser um auxílio bem presente na angústia. E na escuridão e na solidão da caverna Deus estava lá. Deus estava se revelando a Elias naquela solidão, mas ele estava tão desconsolado que parecia ter perdido a capacidade de buscar a Deus através da oração. Ele estava enfraquecido pela solidão e pelo desespero. Então, Deus veio em seu auxílio e lhe revelou a sua presença.
A consciência da presença de Deus em nossos corações é o primeiro passo para vencermos a solidão. Este princípio é ilustrado na Bíblia em diversas ocasiões. Em Deuteronômio 31:6-8, encontramos Moisés falando a Josué. Estava se aproximando a hora da morte de Moisés e Josué tinha sido escolhido para assumir o comando do povo de Israel. Então Moisés lhe disse: "Esforça-te e anima-te, pois com este povo entrarás na terra que o Senhor jurou a teus pais lhe daria, e tu os farás herdá-lo. O Senhor é que vai adiante de ti; Ele será contigo, não te deixará, nem te desamparará. Não temas; não te espantes." (Dt 31:7-8).
Repare que, por duas vezes, vemos a promessa de que Deus não vai desamparar Josué. Moisés tinha avisado Josué sobre a sua morte; era natural que o sentimento de solidão se abatesse sobre Josué. Nas Moisés tranqüilizou Josué: "O Senhor será contigo, não te deixará, nem te desamparará." O sentimento de solidão podia ser dissipado com a promessa que Deus não o deixaria só.
O segundo passo para vencermos a solidão é a atividade espiritual. Voltemos ao profeta Elias. "Disse-lhe o Senhor: vai, volta pelo caminho para o deserto de Damasco. Quando lá chegares, unge a Hazael rei sobre a Síria." Nos versículos 16 a 18, Deus determina a Elias uma tarefa e o adverte em não ficar escondido na caverna. Ele deve empenhar-se na realização do trabalho que lhe foi determinado.
Quando estamos ocupados realizando a vontade Deus, podemos sentir sua presença e sua aprovação bem dentro de nós. Ociosidade não é a vontade de Deus para o homem.
Há um terceiro passo no versículo 18: "Também conservei em Israel 7.000 – todos os joelhos que não se dobraram a Baal, e toda boca que não o beijou." Elias sentia-se sozinho porque julgava ser o único que amava a Deus. Mas Deus lhe disse que saísse e fosse se ajuntar a outros que também amavam a Deus, o mesmo Deus a quem ele amava. Quando encontrasse outros com a mesma fé e o mesmo amor, haveria uma aproximação e uma comunhão que iria dissipar a solidão que ele havia sofrido enquanto estava sozinho na caverna.
Muitos se entregam à solidão porque não querem empregar seu tempo nem se dar ao trabalho de encontrar uma oportunidade de comunhão com aqueles que compartilham da fé e do amor de Deus. Este é o terceiro passo para vencer a solidão: Manter comunhão com os que amam o Senhor.
Conclusão:
A maioria dos conselhos populares e de orientação técnica para a cura da solidão começa dizendo que a pessoa deve se ocupar com alguma coisa, deve andar sempre com as mãos ocupadas. Mas isto é atacar o problema partindo de uma premissa completamente errada. Deus não mandou que Elias primeiro ficasse ocupado e depois encontrasse alguns amigos. Deus começou revelando a sua presença. Qualquer atividade ou amizade que você estabeleça sem considerar a presença pessoal de Cristo na sua vida, nunca poderá satisfazer sua necessidade.
A resposta de Deus ao problema da solidão é compreender e aceitar a verdade maravilhosa e abençoada de que Deus o Pai, Deus o Filho e Deus o Espírito Santo moram nos filhos de Deus. E assim Deus está pessoalmente presente. E onde Deus está, não há motivo para solidão.
Deus tem um trabalho determinado para cada um de nós e quando nos ocupamos em executá-lo sentimo-nos libertos da solidão.
Finalmente, através da comunhão com aqueles que professam o amor e a fé em Deus, nos libertamos da solidão.
Quando tentado a escondermos em nossas cavernas, como Elias, que possamos experimentar a presença real de Deus em nossas vidas. Deus está no teu coração. Você não está só.
1 REIS 19.4-8
Quem, assim como eu, já se sentiu sozinho? Andando sem companhia?
O psicólogo Jeffrey Young, da Universidade Columbia descreve três tipos de solidão: transitória, situacional e crônica. "Solidão transitória dura poucos minutos ou algumas horas, diz ele, porque os sintomas não são graves, pouca atenção tem sido dedicada a ela."
Solidão situacional é o resultado de um acontecimento importante - um divórcio, uma morte na família ou uma mudança geográfica. Os efeitos podem ser tanto físico quanto mental - dores de cabeça, problemas de sono, ansiedade, depressão - e pode durar até um ano.
Para algumas pessoas solitárias, no entanto, as circunstâncias temporárias não são o problema de base. Elas têm dificuldade em fazer contatos sociais e alcançar intimidade, mesmo quando as condições são favoráveis. Young classifica os indivíduos que se sentem sós por mais de dois anos numa altura em que nenhum evento traumático ocorreu como cronicamente solitários. "Quando as pessoas são solitárias por esse período de tempo, geralmente culpam a si mesmas e os seus traços de personalidade ao invés das circunstâncias", diz ele. "As pessoas cronicamente solitárias podem tornar-se convencidas de que pouco ou nada podem fazer para melhorar sua condição".
A palavra "solidão" descreve a história de muita gente. É um sentimento que não poupa suas vítimas: jovens e idosos, ricos e pobres, santos e pecadores são seu alvo.
A solidão não faz acepção de pessoas. Até mesmo santos profetas enfrentaram a solidão.
Elias tendo entrado em profunda depressão (1 Rs 19:4), quarenta dias depois, ainda se sentia só. (1 Rs 19:10,14).
Davi fugia da perseguição movida pelo rei Saul. Escreveu na ocasião o Salmo 13 (cf. vs. 1-4). No Salmo 69.1-4, 18.
Jó (Jó 19.13-19). Irmãos, parentes, amigos e conhecidos o desprezaram ( vs. 13, 14), empregados, a esposa (vs. 15-17), mesmo as crianças (vs. 18) e amigos íntimos (v. 19) o abandonaram?!
Jesus ficou só: (Mt 26. 36-38).
Mas a a solidão não é o seu fim!
A sua solidão era real, palpável, pois ele se sentia triste, desanimado e derrotado por não ter absolutamente ninguém ao seu lado. Foi então que Deus começou a resolver o problema de Elias.
A primeira providência que tomou foi Ele próprio revelar-se ao profeta. Elias tinha que aprender a lição de que um homem que conhece ao Senhor nunca está só, pois Deus prometeu ser um auxílio bem presente na angústia. E na escuridão e na solidão da caverna Deus estava lá. Deus estava se revelando a Elias naquela solidão, mas ele estava tão desconsolado que parecia ter perdido a capacidade de buscar a Deus através da oração. Ele estava enfraquecido pela solidão e pelo desespero. Então, Deus veio em seu auxílio e lhe revelou a sua presença.
A consciência da presença de Deus em nossos corações é o primeiro passo para vencermos a solidão. Este princípio é ilustrado na Bíblia em diversas ocasiões. Em Deuteronômio 31:6-8, encontramos Moisés falando a Josué. Estava se aproximando a hora da morte de Moisés e Josué tinha sido escolhido para assumir o comando do povo de Israel. Então Moisés lhe disse: "Esforça-te e anima-te, pois com este povo entrarás na terra que o Senhor jurou a teus pais lhe daria, e tu os farás herdá-lo. O Senhor é que vai adiante de ti; Ele será contigo, não te deixará, nem te desamparará. Não temas; não te espantes." (Dt 31:7-8).
Repare que, por duas vezes, vemos a promessa de que Deus não vai desamparar Josué. Moisés tinha avisado Josué sobre a sua morte; era natural que o sentimento de solidão se abatesse sobre Josué. Nas Moisés tranqüilizou Josué: "O Senhor será contigo, não te deixará, nem te desamparará." O sentimento de solidão podia ser dissipado com a promessa que Deus não o deixaria só.
O segundo passo para vencermos a solidão é a atividade espiritual. Voltemos ao profeta Elias. "Disse-lhe o Senhor: vai, volta pelo caminho para o deserto de Damasco. Quando lá chegares, unge a Hazael rei sobre a Síria." Nos versículos 16 a 18, Deus determina a Elias uma tarefa e o adverte em não ficar escondido na caverna. Ele deve empenhar-se na realização do trabalho que lhe foi determinado.
Quando estamos ocupados realizando a vontade Deus, podemos sentir sua presença e sua aprovação bem dentro de nós. Ociosidade não é a vontade de Deus para o homem.
Há um terceiro passo no versículo 18: "Também conservei em Israel 7.000 – todos os joelhos que não se dobraram a Baal, e toda boca que não o beijou." Elias sentia-se sozinho porque julgava ser o único que amava a Deus. Mas Deus lhe disse que saísse e fosse se ajuntar a outros que também amavam a Deus, o mesmo Deus a quem ele amava. Quando encontrasse outros com a mesma fé e o mesmo amor, haveria uma aproximação e uma comunhão que iria dissipar a solidão que ele havia sofrido enquanto estava sozinho na caverna.
Muitos se entregam à solidão porque não querem empregar seu tempo nem se dar ao trabalho de encontrar uma oportunidade de comunhão com aqueles que compartilham da fé e do amor de Deus. Este é o terceiro passo para vencer a solidão: Manter comunhão com os que amam o Senhor.
Conclusão:
A maioria dos conselhos populares e de orientação técnica para a cura da solidão começa dizendo que a pessoa deve se ocupar com alguma coisa, deve andar sempre com as mãos ocupadas. Mas isto é atacar o problema partindo de uma premissa completamente errada. Deus não mandou que Elias primeiro ficasse ocupado e depois encontrasse alguns amigos. Deus começou revelando a sua presença. Qualquer atividade ou amizade que você estabeleça sem considerar a presença pessoal de Cristo na sua vida, nunca poderá satisfazer sua necessidade.
A resposta de Deus ao problema da solidão é compreender e aceitar a verdade maravilhosa e abençoada de que Deus o Pai, Deus o Filho e Deus o Espírito Santo moram nos filhos de Deus. E assim Deus está pessoalmente presente. E onde Deus está, não há motivo para solidão.
Deus tem um trabalho determinado para cada um de nós e quando nos ocupamos em executá-lo sentimo-nos libertos da solidão.
Finalmente, através da comunhão com aqueles que professam o amor e a fé em Deus, nos libertamos da solidão.
Quando tentado a escondermos em nossas cavernas, como Elias, que possamos experimentar a presença real de Deus em nossas vidas. Deus está no teu coração. Você não está só.
domingo, 22 de maio de 2011
IRMÃOS METRALHAS,CUIDAD0!!!
O QUE é o calote? Segundo o filólogo Aurélio Buarque de Holanda, em seu DICIONÁRIO DA LÍNGUA PORTUGUESA, é uma "dívida não paga e contraída por quem não tem a intenção de pagá-la".
São, como muito bem ilustra o desenho acima, os "Irmãos Metralha", Que tentam enganar e roubar o dinheiro do milhonario Tio Patinhas.
Na sua igreja tem um irmão metralha,ou você conhece algum?
Esses sujeitinhos estão em toda parte, observando-lhe e esperando o momento certo para tirar proveito de você, de sua generosidade e de seus negócios, principalmente de seu dinheiro.
Alugam e não pagam. Inventam desculpas com problemas familiares; desemprego; problemas de saúde; um devedor "que nunca paga" a eles; um "cliente que está devendo uma fortuna"; fogem à calada da noite; escondem-se com freqüência; provocam sinistros; bancam os prejudicados para surrupiarem dinheiro seu.
Vivem trocando de número de telefone; recusam-se a atender sua chamada; nunca estão em casa; vivem de mal-humor para lhe intimidar e não lhe dar justificativas; passam cheques sem fundo ou cheque sem assinatura ou algum dado preenchido incorretamente; vivem trocando de endereço residencial e comercial; vivem trocando de carro; não têm bens em seus nomes, mas no da tão "ladra" esposa ou dos filhos "metralhinhas"; mentem muito e sempre.
Ingressam nos cadastros de devedores, no SPC, no Serasa, e têm paciência suficiente para esperar 5 anos até que a dívida seja prescrita. E voltam a enganar e roubar.
O pior: estão nas Igrejas fingindo piedade, santidade e recebimento de bênçãos de Deus. São ladrões! O que Deus tem com eles? Absolutamente nada!
É o ministro ou pastor, descarado, tão insensível que nem sente mais o peso do pecado, que não ouve mais a voz do Espírito Santo. Faz errado e acabou. Quem irá se levantar contra o seu pastor? Que lhe perdoem as dívidas e fiquem calados. Suportem vê-los nos púlpitos das igrejas, cínicos, cantando, pregando, orando. Só não aceitem um cheque deles. O cheque é quente, é do inferno.
Pois é! Talvez existam ladrões bons e bons ladrões!
Assim, desconfie de quem faz negócio apresentando as credenciais eclesiásticas, fazendo jus da "autoridade" de liderança cristã para lhe enganar.
Se for crente exija mais dele, e você saberá quem é verdadeiramente "o sal da terra e a luz do mundo".
O QUE é o calote? Segundo o filólogo Aurélio Buarque de Holanda, em seu DICIONÁRIO DA LÍNGUA PORTUGUESA, é uma "dívida não paga e contraída por quem não tem a intenção de pagá-la".
São, como muito bem ilustra o desenho acima, os "Irmãos Metralha", Que tentam enganar e roubar o dinheiro do milhonario Tio Patinhas.
Na sua igreja tem um irmão metralha,ou você conhece algum?
Esses sujeitinhos estão em toda parte, observando-lhe e esperando o momento certo para tirar proveito de você, de sua generosidade e de seus negócios, principalmente de seu dinheiro.
Alugam e não pagam. Inventam desculpas com problemas familiares; desemprego; problemas de saúde; um devedor "que nunca paga" a eles; um "cliente que está devendo uma fortuna"; fogem à calada da noite; escondem-se com freqüência; provocam sinistros; bancam os prejudicados para surrupiarem dinheiro seu.
Vivem trocando de número de telefone; recusam-se a atender sua chamada; nunca estão em casa; vivem de mal-humor para lhe intimidar e não lhe dar justificativas; passam cheques sem fundo ou cheque sem assinatura ou algum dado preenchido incorretamente; vivem trocando de endereço residencial e comercial; vivem trocando de carro; não têm bens em seus nomes, mas no da tão "ladra" esposa ou dos filhos "metralhinhas"; mentem muito e sempre.
Ingressam nos cadastros de devedores, no SPC, no Serasa, e têm paciência suficiente para esperar 5 anos até que a dívida seja prescrita. E voltam a enganar e roubar.
O pior: estão nas Igrejas fingindo piedade, santidade e recebimento de bênçãos de Deus. São ladrões! O que Deus tem com eles? Absolutamente nada!
É o ministro ou pastor, descarado, tão insensível que nem sente mais o peso do pecado, que não ouve mais a voz do Espírito Santo. Faz errado e acabou. Quem irá se levantar contra o seu pastor? Que lhe perdoem as dívidas e fiquem calados. Suportem vê-los nos púlpitos das igrejas, cínicos, cantando, pregando, orando. Só não aceitem um cheque deles. O cheque é quente, é do inferno.
Pois é! Talvez existam ladrões bons e bons ladrões!
Assim, desconfie de quem faz negócio apresentando as credenciais eclesiásticas, fazendo jus da "autoridade" de liderança cristã para lhe enganar.
Se for crente exija mais dele, e você saberá quem é verdadeiramente "o sal da terra e a luz do mundo".
terça-feira, 10 de maio de 2011
De fato, os nossos sonhos são a matéria prima que Deus usa para trabalhar na nossa vida.
Pense nas coisas que você abandonou ao longo da vida e de cuja perda hoje se arrepende. Projetos, cursos, faculdade, propósitos, pessoas, relacionamentos, ou até mesmo a intensidade de sua vida com DEUS.
Por que você desistiu? A resposta mais provável e simples: desistir é mais fácil que insistir, já passou por isso!!!!
Não há um único texto na Bíblia em que DEUS diga “desista!” para alguém que esteja fazendo algo bom e coerente, mas há vários textos em que ele diz “persevere!“, Qual desses comandos você vai dar ouvidos?
Diga o que você pensa com esperança.
Pense no que você faz com fé.
Faça o que você deve fazer com amor!"
"Tudo o que um sonho precisa para ser realizado é alguém que acredite que ele possa ser realizado. "
E ao decorrer de nossa vida infelizmente ouvimos muitos "não", muitas pessoas e coisas que parecem querer frear a nossa imaginação. No entanto não podemos jamais deixar de sonhar.
No dia de hoje trago uma mensagem para refletirmos em nunca deixar de sonhar.
Desde de cedo de quando eramos criança ouvimos a palavra não!
Ouvimos tantas vezes a palavra "não" que, aos poucos, nos revestimos de uma cautela exagerada. Passamos a ter medo de ousar ir além, de transpor até mesmo pequeninos limites.
Antes de sonhar, repreendemos a nós mesmos: "Ah, isso não é possível!" Ou "Isso não vai dar certo." E nem nos permitimos imaginar algo novo e ousado e grande.
De fato, os nossos sonhos são a matéria prima que Deus usa para trabalhar na nossa vida. Quando você sonha você dá matéria prima a Deus. É em cima dos nossos sonhos que ele nos leva ao amadurecimento. São os sonhos do nosso coração que Deus usa para nos ensinar, nos desafiar, nos elevar a um novo nível de fé, para nos testar, para nos atrair para ele.
Se Deus vai ou não trabalhar na sua vida, depende dos sonhos que há no sue coração....
Você pode dizer: “Deus eu não quero levar 20 anos para aprender o que está sendo ensinado nesta mensagem. Eu tenho um sonho de conquista no meu coração.... Eu me rendo a ti Senhor e não vou desistir Dn 12.13 TU PORÉM VAI ATÉ O FIM
Pense nas coisas que você abandonou ao longo da vida e de cuja perda hoje se arrepende. Projetos, cursos, faculdade, propósitos, pessoas, relacionamentos, ou até mesmo a intensidade de sua vida com DEUS.
Por que você desistiu? A resposta mais provável e simples: desistir é mais fácil que insistir, já passou por isso!!!!
Não há um único texto na Bíblia em que DEUS diga “desista!” para alguém que esteja fazendo algo bom e coerente, mas há vários textos em que ele diz “persevere!“, Qual desses comandos você vai dar ouvidos?
Diga o que você pensa com esperança.
Pense no que você faz com fé.
Faça o que você deve fazer com amor!"
"Tudo o que um sonho precisa para ser realizado é alguém que acredite que ele possa ser realizado. "
E ao decorrer de nossa vida infelizmente ouvimos muitos "não", muitas pessoas e coisas que parecem querer frear a nossa imaginação. No entanto não podemos jamais deixar de sonhar.
No dia de hoje trago uma mensagem para refletirmos em nunca deixar de sonhar.
Desde de cedo de quando eramos criança ouvimos a palavra não!
Ouvimos tantas vezes a palavra "não" que, aos poucos, nos revestimos de uma cautela exagerada. Passamos a ter medo de ousar ir além, de transpor até mesmo pequeninos limites.
Antes de sonhar, repreendemos a nós mesmos: "Ah, isso não é possível!" Ou "Isso não vai dar certo." E nem nos permitimos imaginar algo novo e ousado e grande.
De fato, os nossos sonhos são a matéria prima que Deus usa para trabalhar na nossa vida. Quando você sonha você dá matéria prima a Deus. É em cima dos nossos sonhos que ele nos leva ao amadurecimento. São os sonhos do nosso coração que Deus usa para nos ensinar, nos desafiar, nos elevar a um novo nível de fé, para nos testar, para nos atrair para ele.
Se Deus vai ou não trabalhar na sua vida, depende dos sonhos que há no sue coração....
Você pode dizer: “Deus eu não quero levar 20 anos para aprender o que está sendo ensinado nesta mensagem. Eu tenho um sonho de conquista no meu coração.... Eu me rendo a ti Senhor e não vou desistir Dn 12.13 TU PORÉM VAI ATÉ O FIM
quinta-feira, 28 de abril de 2011
Devemos ter cuidado com o que sai da nossa boca.
Ef. 4:29 - Não saia da vossa boca nenhuma palavra torpe, mas só a que for boa para promover a edificação, para que dê graça aos que a ouvem
A palavra que é dita já não pode ser retirada. (ao contrário do que acontece neste momento que escrevo este texto, já retirei algumas palavras, substitui outras.
Quando pregamos um prego numa tábua poderemos sempre retira-lo, contudo à uma marca que fica para sempre nessa mesma tábua… Com as palavras acontece o mesmo.
Palavras mal ditas têm conserto?
Receber palavras de contenda, intriga, inveja e de maldição dói, machuca, gera feridas profundas, mas mesmo com todo o estrago que elas façam, há chance de se quebrar os malefícios da língua?
"É possível consertar sim, mas, na maioria das vezes, dá bastante trabalho. Isso pode ser feito de muitas maneiras diferentes, mas algumas atitudes são muito importantes: reconhecimento, confissão, humildade, arrependimento, perdão e amor, muito amor. Um fato pode ficar na memória ou no inconsciente do ser humano por toda vida.
Quem fez o mau uso da língua sempre sentirá alguma coisa: remorso, tristeza, ou algum outro tipo de sentimento. "Isso varia de acordo com seus valores, princípios religiosos, cultura, idade etc".
Mas não há apenas consequências físicas e psicológicas. A Bíblia é clara em dizer que cada um vai prestar contas a Deus pelos seus atos: "Mas tu, por que julgas teu irmão? Ou tu, também, por que desprezas teu irmão? Pois todos havemos de comparecer ante o tribunal de Deus. Cada um de nós dará conta de si mesmo a Deus" (Romanos 14:10 e 11).
Por isso a bíblia ensina que nossa falar tem de ser diferente?
I Pedro 4:11: "Se alguém falar, fale segundo as palavras de Deus; se alguém administrar, administre segundo o poder que Deus dá; para que em tudo Deus seja glorificado por Jesus Cristo, a quem pertence a glória e poder para todo o sempre".
"Jesus declarou que ‘pelo fruto se conhece a árvore' (Mateus 12:33). Dessa forma, se a pessoa é um verdadeiro cristão, ela se vai se revelar notadamente pelo seu linguajar, objetivando um bom testemunho de Cristo", acrescentou o magistrado.
O Senhor enxerga a fofoca, a murmuração e o mau uso da língua de uma forma muito severa. Em Tito 3:10 e 11 está escrito: "Quanto àquele que provoca divisões, advirta-o uma e duas vezes. Depois disso, rejeite-o. Você sabe que tal pessoa se perverteu e está em pecado; por si mesma está condenada".
Essas palavras proferidas por Deus são fortes. Ele não aceita esse tipo de atitude expressa através das nossas palavras e disse que a pessoa que age assim está pecando, será maldita e deve ser excluída da igreja. Precisamos entender definitivamente que palavras podem destruir quando usadas da forma errada. O problema é que muitas pessoas se convertem, mas se esquecem de converter a língua junto com elas.
Quantos relacionamentos na família e na igreja já foram quebrados pelo mau uso da língua? Palavras de ódio, de confusão, de intriga e de fofoca contra irmãos, pais, mães, pastores e líderes da igreja geram consequências tremendas. Da boca procede bênção e maldição, como afirma Tiago. A escolha sobre qual palavra usar vai ser determinada de acordo com o que está em seu coração, por isso Deus aconselha: "Enchei-vos do Espírito Santo" (Efésios 5:18).
Ef. 4:29 - Não saia da vossa boca nenhuma palavra torpe, mas só a que for boa para promover a edificação, para que dê graça aos que a ouvem
A palavra que é dita já não pode ser retirada. (ao contrário do que acontece neste momento que escrevo este texto, já retirei algumas palavras, substitui outras.
Quando pregamos um prego numa tábua poderemos sempre retira-lo, contudo à uma marca que fica para sempre nessa mesma tábua… Com as palavras acontece o mesmo.
Palavras mal ditas têm conserto?
Receber palavras de contenda, intriga, inveja e de maldição dói, machuca, gera feridas profundas, mas mesmo com todo o estrago que elas façam, há chance de se quebrar os malefícios da língua?
"É possível consertar sim, mas, na maioria das vezes, dá bastante trabalho. Isso pode ser feito de muitas maneiras diferentes, mas algumas atitudes são muito importantes: reconhecimento, confissão, humildade, arrependimento, perdão e amor, muito amor. Um fato pode ficar na memória ou no inconsciente do ser humano por toda vida.
Quem fez o mau uso da língua sempre sentirá alguma coisa: remorso, tristeza, ou algum outro tipo de sentimento. "Isso varia de acordo com seus valores, princípios religiosos, cultura, idade etc".
Mas não há apenas consequências físicas e psicológicas. A Bíblia é clara em dizer que cada um vai prestar contas a Deus pelos seus atos: "Mas tu, por que julgas teu irmão? Ou tu, também, por que desprezas teu irmão? Pois todos havemos de comparecer ante o tribunal de Deus. Cada um de nós dará conta de si mesmo a Deus" (Romanos 14:10 e 11).
Por isso a bíblia ensina que nossa falar tem de ser diferente?
I Pedro 4:11: "Se alguém falar, fale segundo as palavras de Deus; se alguém administrar, administre segundo o poder que Deus dá; para que em tudo Deus seja glorificado por Jesus Cristo, a quem pertence a glória e poder para todo o sempre".
"Jesus declarou que ‘pelo fruto se conhece a árvore' (Mateus 12:33). Dessa forma, se a pessoa é um verdadeiro cristão, ela se vai se revelar notadamente pelo seu linguajar, objetivando um bom testemunho de Cristo", acrescentou o magistrado.
O Senhor enxerga a fofoca, a murmuração e o mau uso da língua de uma forma muito severa. Em Tito 3:10 e 11 está escrito: "Quanto àquele que provoca divisões, advirta-o uma e duas vezes. Depois disso, rejeite-o. Você sabe que tal pessoa se perverteu e está em pecado; por si mesma está condenada".
Essas palavras proferidas por Deus são fortes. Ele não aceita esse tipo de atitude expressa através das nossas palavras e disse que a pessoa que age assim está pecando, será maldita e deve ser excluída da igreja. Precisamos entender definitivamente que palavras podem destruir quando usadas da forma errada. O problema é que muitas pessoas se convertem, mas se esquecem de converter a língua junto com elas.
Quantos relacionamentos na família e na igreja já foram quebrados pelo mau uso da língua? Palavras de ódio, de confusão, de intriga e de fofoca contra irmãos, pais, mães, pastores e líderes da igreja geram consequências tremendas. Da boca procede bênção e maldição, como afirma Tiago. A escolha sobre qual palavra usar vai ser determinada de acordo com o que está em seu coração, por isso Deus aconselha: "Enchei-vos do Espírito Santo" (Efésios 5:18).
Pode ser que você não consiga mudar o mundo inteiro, mas pode mudar a sua parte do mundo.
Li uma história de um jovem de 20 anos que estava fazendo excursionismo pela província de Provence (pronuncia-se prrô-vance) no sul da França, em 1913. Quando fazem excursionismo geralmente as pessoas levam uma mochila, saco de dormir, etc., e percorrem regiões remotas onde não há muita gente. Viajam principalmente por estradas secundárias ou trilhas, e dormem em acampamentos simples, pousadas ou fazendas.
Provence era uma zona bem rural na época, e também bastante árida e despovoada. Tinha pouquíssimas árvores, devido a um desmatamento e agricultura intensivos.
Para se ter uma boa produção agrícola, tem que haver árvores que protejam o solo. Elas conservam a umidade do solo e o protegem do sol, impedindo que fique seco. Elas também mantém o solo firme, evitando assim a erosão. Nas regiões onde não existem árvores, a chuva muitas vezes arrasta o solo, causando inundações e a terra logo se torna estéril como a famosa "Dust Bowl", no sudoeste dos EUA, uma região que, durante a grande Depressão da década de 1930, sofreu secas prolongadas com tempestades de poeira.
Mas essa província no sul da França tinha sido quase que totalmente despojada de árvores por causa do excesso de agricultura, e o solo tinha sofrido erosão pelas chuvas, por não ter árvores para o reterem no lugar. Toda a região tinha se tornado estéril e árida, e já não estava mais sendo muito cultivada. Até mesmo os animais selvagens tinham fugido, porque eles também precisam de lugares seguros onde viver, que tenham pelo menos vegetação rasteira e, sem árvores, isso é inexistente. Os animais selvagens também precisam se alimentar, e sem árvores não há como preservar os alimentos que precisam. Eles também precisam de água, mas onde o solo foi despojado de árvores e não retém a água, há muito poucos riachos de onde possam beber água.
Então esse jovem estava fazendo uma caminhada por essa região despovoada e árida onde, devido às condições da mesma, havia agora pouquíssima terra cultivada. As cidadezinhas eram antigas, sem conversação, caindo aos pedaços e abandonadas, e a maioria dos habitantes tinha abandonado o campo.
Ele parou uma noite na casinha humilde de um velho pastor, que, embora de cabelos grisalhos e com uns cinquenta e poucos anos, ainda era muito forte e robusto. A casa era pequena, limpa e mobiliada com simplicidade. O jovem passou a noite lá desfrutando da amabilidade e hospitalidade do pastor, e acabou ficando vários dias. Ele observou, curioso, que o pastor antes de dormir passava algumas horas separando castanhas, nozes, etc., à luz do seu lampião. Ele trabalhava com muito cuidado e seriedade separando-as, classificava-as e punha de lado as que achava que não eram boas. Quando ele finalmente acabava o trabalho daquela noite, guardava as boas numa mochila.
No dia seguinte, quando levava suas ovelhas para pastar, ele plantava essas nozes e castanhas pelo caminho. Enquanto as ovelhas pastavam num determinado lugar, ele pegava o seu cajado e com um olho nas ovelhas e outro no que estava fazendo, andava longas distâncias em linha reta; dava vários passos e enfiava a ponta do cajado firmemente na terra, fazendo um buraco de alguns centímetros de profundidade. Aí jogava uma das suas nozes e, com o pé, cobria o buraco com terra. Depois dava mais alguns passos, enfiava o cajado na terra seca e plantava outra noz. Ele passava o dia inteiro percorrendo vários quilômetros em toda a região de Provence enquanto suas ovelhas pastavam, cobrindo cada dia uma área diferente, plantando bolotas, avelãs, castanhas e vários outros tipos de nozes, numa região onde havia pouquíssimas árvores.
Ao observar aquilo, o jovem não entendeu e quis saber por que o pastor estaria fazendo isso. Finalmente ele perguntou: - O que é que o senhor está fazendo?
E o pastor respondeu: - Meu jovem, eu estou plantando árvores.
O jovem visitante perguntou: - Mas por quê? Vai levar muitos anos para essas árvores lhe serem úteis! Você talvez nem esteja mais vivo quando elas crescerem!
O pastor respondeu: - É verdade, mas um dia elas serão úteis a alguém e vão ajudar a restaurar esta terra seca. Pode ser que eu não chegue a ver isso, mas talvez os meus filhos vejam.
O jovem ficou maravilhado com a visão para o futuro e o altruísmo desse pastor, que estava disposto a preparar a terra para gerações futuras, embora ele talvez nunca chegasse a ver os resultados ou a colher os benefícios! Ele estava plantando sementes de árvores que iam crescer e proteger a terra para as futuras gerações.
Vinte anos depois, quando já tinha uns quarenta anos, o viajante da nossa história visitou novamente essa região e ficou admiradíssimo com o que viu: um grande vale completamente coberto por uma linda floresta, com mil e um tipos de árvores! Eram árvores jovens, claro, com apenas uns sete metros de altura, mas ainda assim eram árvores.
O vale estava cheio de vida! A vegetação estava muito mais verde, a região voltou a ter arbustos e vida animal, o solo voltou a ter umidade, e os fazendeiros voltaram a cultivar a terra. Em comparação com o deserto despovoado que era 20 anos antes, quando a visitou pela primeira vez, parecia que toda a região tinha ressuscitado.
Ele pensou no velho pastor e onde ele estaria agora, e para sua surpresa descobriu que ainda estava vivo! Para um jovem de uns 20 anos, uma pessoa de 50 anos parece bem velha, quase às portas da morte, mas o velho pastor tinha agora uns 75 anos mais ou menos, ainda estava vivo, cheio de saúde e vigor, e ainda morava na sua casinha, onde separava nozes todas as noites. Ele contou ao viajante da nossa história que representantes do Parlamento francês tinham ido de Paris recentemente para ver essa nova floresta, que para eles parecia uma floresta nativa milagrosa. Eles descobriram que esse pastor a tinha plantado sozinho ao longo dos anos; que dia após dia, enquanto cuidava das suas ovelhas, plantara diligentemente as suas bolotas, avelãs, castanhas, etc. E como resultado, o vale inteiro, assim como toda essa região da província, estava coberta com lindas árvores e vegetação! Esses representantes ficaram tão impressionados e agradecidos, que voltaram ao Parlamento, à Câmara dos Deputados em Paris, e decidiram dar-lhe uma pensão por ter restaurado toda essa região sozinho!
O visitante disse que ficou maravilhado com a mudança, não apenas com as lindas árvores, a agricultura do lugar e a vida animal que tinha voltado, mas também com a linda relva e vegetação verdejantes. As pequenas fazendas prosperavam e as cidadezinhas pareciam ter recobrado vida! Os habitantes da região tinham reformado suas casas e pintado-as como se tivessem esperança renovada para o futuro. Que contraste do que ele viu vinte anos antes, quando visitara aquela região, e as cidadezinhas estavam abandonadas e em ruínas.
Agora, porém, era uma região próspera, tudo por causa da visão de um homem, da perseverança de um homem, da paciência de um homem, do sacrifício de um homem, da dedicação de um homem em fazer apenas o que um homem podia fazer, dia após dia, todos os dias, durante vários anos. O viajante da nossa história depois ficou sabendo que quando tinha vinte anos e visitou esse pastor, ele já plantava pacientemente essas árvores há vários anos. Agora, vinte anos depois, as árvores estavam ficando grandes, com sete metros de altura! Um homem sozinho fez o reflorestamento dessa região inteira, reavivando-a e embelezando-a, restaurando a economia, a vida animal, a agricultura, a água, o solo e até mesmo a população, que aumentou devido às novas árvores.
Portanto, se você às vezes fica desanimado com o jeito que o mundo está, não desista! Nós aprendemos que grandes impérios e governos, exércitos e guerras mudam o curso da História da Terra, por isso às vezes nos desanimamos e pensamos: "Quem sou eu? O que é que eu posso fazer? Tudo parece impossível e sem esperança! Parece que não há nada que se possa fazer para melhorar as coisas, então de que adianta tentar? De que adianta fazer alguma coisa? E nos sentimos tentados a simplesmente desistir e deixar que o mundo vá para o Inferno, pois às vezes parece que é o que merece!
Mas, como foi provado por esse humilde pastor num período de alguns anos, um homem pode mudar o mundo! Pode ser que você não consiga mudar o mundo inteiro, mas pode mudar a sua parte do mundo. Esse pastor sozinho, através do seu trabalho árduo, dedicação e perseverança, dia após dia, ano após ano, mudou totalmente uma região inteira do Sul da França e a fez reviver!
Li uma história de um jovem de 20 anos que estava fazendo excursionismo pela província de Provence (pronuncia-se prrô-vance) no sul da França, em 1913. Quando fazem excursionismo geralmente as pessoas levam uma mochila, saco de dormir, etc., e percorrem regiões remotas onde não há muita gente. Viajam principalmente por estradas secundárias ou trilhas, e dormem em acampamentos simples, pousadas ou fazendas.
Provence era uma zona bem rural na época, e também bastante árida e despovoada. Tinha pouquíssimas árvores, devido a um desmatamento e agricultura intensivos.
Para se ter uma boa produção agrícola, tem que haver árvores que protejam o solo. Elas conservam a umidade do solo e o protegem do sol, impedindo que fique seco. Elas também mantém o solo firme, evitando assim a erosão. Nas regiões onde não existem árvores, a chuva muitas vezes arrasta o solo, causando inundações e a terra logo se torna estéril como a famosa "Dust Bowl", no sudoeste dos EUA, uma região que, durante a grande Depressão da década de 1930, sofreu secas prolongadas com tempestades de poeira.
Mas essa província no sul da França tinha sido quase que totalmente despojada de árvores por causa do excesso de agricultura, e o solo tinha sofrido erosão pelas chuvas, por não ter árvores para o reterem no lugar. Toda a região tinha se tornado estéril e árida, e já não estava mais sendo muito cultivada. Até mesmo os animais selvagens tinham fugido, porque eles também precisam de lugares seguros onde viver, que tenham pelo menos vegetação rasteira e, sem árvores, isso é inexistente. Os animais selvagens também precisam se alimentar, e sem árvores não há como preservar os alimentos que precisam. Eles também precisam de água, mas onde o solo foi despojado de árvores e não retém a água, há muito poucos riachos de onde possam beber água.
Então esse jovem estava fazendo uma caminhada por essa região despovoada e árida onde, devido às condições da mesma, havia agora pouquíssima terra cultivada. As cidadezinhas eram antigas, sem conversação, caindo aos pedaços e abandonadas, e a maioria dos habitantes tinha abandonado o campo.
Ele parou uma noite na casinha humilde de um velho pastor, que, embora de cabelos grisalhos e com uns cinquenta e poucos anos, ainda era muito forte e robusto. A casa era pequena, limpa e mobiliada com simplicidade. O jovem passou a noite lá desfrutando da amabilidade e hospitalidade do pastor, e acabou ficando vários dias. Ele observou, curioso, que o pastor antes de dormir passava algumas horas separando castanhas, nozes, etc., à luz do seu lampião. Ele trabalhava com muito cuidado e seriedade separando-as, classificava-as e punha de lado as que achava que não eram boas. Quando ele finalmente acabava o trabalho daquela noite, guardava as boas numa mochila.
No dia seguinte, quando levava suas ovelhas para pastar, ele plantava essas nozes e castanhas pelo caminho. Enquanto as ovelhas pastavam num determinado lugar, ele pegava o seu cajado e com um olho nas ovelhas e outro no que estava fazendo, andava longas distâncias em linha reta; dava vários passos e enfiava a ponta do cajado firmemente na terra, fazendo um buraco de alguns centímetros de profundidade. Aí jogava uma das suas nozes e, com o pé, cobria o buraco com terra. Depois dava mais alguns passos, enfiava o cajado na terra seca e plantava outra noz. Ele passava o dia inteiro percorrendo vários quilômetros em toda a região de Provence enquanto suas ovelhas pastavam, cobrindo cada dia uma área diferente, plantando bolotas, avelãs, castanhas e vários outros tipos de nozes, numa região onde havia pouquíssimas árvores.
Ao observar aquilo, o jovem não entendeu e quis saber por que o pastor estaria fazendo isso. Finalmente ele perguntou: - O que é que o senhor está fazendo?
E o pastor respondeu: - Meu jovem, eu estou plantando árvores.
O jovem visitante perguntou: - Mas por quê? Vai levar muitos anos para essas árvores lhe serem úteis! Você talvez nem esteja mais vivo quando elas crescerem!
O pastor respondeu: - É verdade, mas um dia elas serão úteis a alguém e vão ajudar a restaurar esta terra seca. Pode ser que eu não chegue a ver isso, mas talvez os meus filhos vejam.
O jovem ficou maravilhado com a visão para o futuro e o altruísmo desse pastor, que estava disposto a preparar a terra para gerações futuras, embora ele talvez nunca chegasse a ver os resultados ou a colher os benefícios! Ele estava plantando sementes de árvores que iam crescer e proteger a terra para as futuras gerações.
Vinte anos depois, quando já tinha uns quarenta anos, o viajante da nossa história visitou novamente essa região e ficou admiradíssimo com o que viu: um grande vale completamente coberto por uma linda floresta, com mil e um tipos de árvores! Eram árvores jovens, claro, com apenas uns sete metros de altura, mas ainda assim eram árvores.
O vale estava cheio de vida! A vegetação estava muito mais verde, a região voltou a ter arbustos e vida animal, o solo voltou a ter umidade, e os fazendeiros voltaram a cultivar a terra. Em comparação com o deserto despovoado que era 20 anos antes, quando a visitou pela primeira vez, parecia que toda a região tinha ressuscitado.
Ele pensou no velho pastor e onde ele estaria agora, e para sua surpresa descobriu que ainda estava vivo! Para um jovem de uns 20 anos, uma pessoa de 50 anos parece bem velha, quase às portas da morte, mas o velho pastor tinha agora uns 75 anos mais ou menos, ainda estava vivo, cheio de saúde e vigor, e ainda morava na sua casinha, onde separava nozes todas as noites. Ele contou ao viajante da nossa história que representantes do Parlamento francês tinham ido de Paris recentemente para ver essa nova floresta, que para eles parecia uma floresta nativa milagrosa. Eles descobriram que esse pastor a tinha plantado sozinho ao longo dos anos; que dia após dia, enquanto cuidava das suas ovelhas, plantara diligentemente as suas bolotas, avelãs, castanhas, etc. E como resultado, o vale inteiro, assim como toda essa região da província, estava coberta com lindas árvores e vegetação! Esses representantes ficaram tão impressionados e agradecidos, que voltaram ao Parlamento, à Câmara dos Deputados em Paris, e decidiram dar-lhe uma pensão por ter restaurado toda essa região sozinho!
O visitante disse que ficou maravilhado com a mudança, não apenas com as lindas árvores, a agricultura do lugar e a vida animal que tinha voltado, mas também com a linda relva e vegetação verdejantes. As pequenas fazendas prosperavam e as cidadezinhas pareciam ter recobrado vida! Os habitantes da região tinham reformado suas casas e pintado-as como se tivessem esperança renovada para o futuro. Que contraste do que ele viu vinte anos antes, quando visitara aquela região, e as cidadezinhas estavam abandonadas e em ruínas.
Agora, porém, era uma região próspera, tudo por causa da visão de um homem, da perseverança de um homem, da paciência de um homem, do sacrifício de um homem, da dedicação de um homem em fazer apenas o que um homem podia fazer, dia após dia, todos os dias, durante vários anos. O viajante da nossa história depois ficou sabendo que quando tinha vinte anos e visitou esse pastor, ele já plantava pacientemente essas árvores há vários anos. Agora, vinte anos depois, as árvores estavam ficando grandes, com sete metros de altura! Um homem sozinho fez o reflorestamento dessa região inteira, reavivando-a e embelezando-a, restaurando a economia, a vida animal, a agricultura, a água, o solo e até mesmo a população, que aumentou devido às novas árvores.
Portanto, se você às vezes fica desanimado com o jeito que o mundo está, não desista! Nós aprendemos que grandes impérios e governos, exércitos e guerras mudam o curso da História da Terra, por isso às vezes nos desanimamos e pensamos: "Quem sou eu? O que é que eu posso fazer? Tudo parece impossível e sem esperança! Parece que não há nada que se possa fazer para melhorar as coisas, então de que adianta tentar? De que adianta fazer alguma coisa? E nos sentimos tentados a simplesmente desistir e deixar que o mundo vá para o Inferno, pois às vezes parece que é o que merece!
Mas, como foi provado por esse humilde pastor num período de alguns anos, um homem pode mudar o mundo! Pode ser que você não consiga mudar o mundo inteiro, mas pode mudar a sua parte do mundo. Esse pastor sozinho, através do seu trabalho árduo, dedicação e perseverança, dia após dia, ano após ano, mudou totalmente uma região inteira do Sul da França e a fez reviver!
Mantenha firme sua fé
Sl 125, que OS que confiam no Senhor são como OS montes de Sião que não se abalam, mas permanecem para toooodooo o sempre! Aleluia!
Quando eu busco ouvir a voz de Deus lendo a palavra, quando eu O adoro, quando eu oro, mesmo que eu somente chore, eu vou estar praticando a minha confiança no Senhor. E Ele jamais me virará as costas porque a palavra Dele me garante, no Salmo 27:10, que mesmo que meu pai e minha mãe me desamparem completamente, Ele me acolherá! Aleluia!!!!
Hoje eu amanheci completamente tomada por esta convicção! Porque eu sei o que é se sentir como se ninguém ao meu redor compreendesse a tristeza revelada em meu semblante. A maioria das pessoas não estão acostumadas a lidar com as fraquezas do próximo. As pessoas não entendem você estar no altar fluindo na unção e no dia seguinte estar você mostrar alguma tristeza. Não estou dizendo que você deva se entregar à tristeza! Isso nunca! Apenas quero compartilhar o entendimento que tenho recebido do Espírito Santo de que esses momentos vem sobre todos nós e precisamos saber como agir. O segredo é um só: ter fé no Senhor! Aprendi que fé não é sentimento, é atitude.
Naqueles dias em que você mais sentir desejo de literalmente sumir, você pode até ir. Mas quando chegar lá na tua caverninha, você vai encontrar o Senhor te esperando. É o que diz o Sl 139! Em I Rs 19, lemos que o mesmo Elias que matou OS 450 profetas de baal sentiu medo de Jezabel e fugiu para o deserto. E o que Deus fez? Foi atrás dele, gente! Isso é tremendo! Deus foi atrás dele! E o Anjo do Senhor lhe preparou pão cozido sobre as brasas, e uma botija de água e lhe mandou comer e beber duas vezes. O alimento físico, figura para nós o alimento espiritual. A comida fortalece e a água purifica. Precisamos comer e beber DA presença de Deus.
Precisamos gastar tempo com Deus a sós e decidir por Sua presença todos OS dias. Porque somente Ali, eu posso me revestir de alegria e esperança mesmo em um dia difícil. Jesus é a nossa esperança (Sl 71:5)! Quando estamos só nós e Deus, Ele mesmo nos alimenta com Seu pão nos fortalecendo. E semelhantemente nos dá de beber de Suas águas para que sejamos limpos. Quanto mais cheio de Deus, mais cheio de esperança! O texto diz que Elias foi fortalecido por aquela comida e conseguiu caminhar 40 dias e 40 noites até o Monte Horebe, a saber, o Monte de Deus. Isso me lembra um salmo: “Elevo OS meus olhos para OS montes, de onde vem o meu socorro. O meu socorro vem do Senhor, que fez o céu e a terra.” (Sl 121:1,2)
Mesmo quando estamos no vale, podemos elevar os olhos para os montes e contemplar o socorro do Senhor! Porque Ele fez o céu (o que não podemos ver e entender) e a terra (o que é tocável e visível diante dos nossos olhos naturais). Deus é onisciente. E de onde você está, na terra, Ele te chama a contemplar o céu! Olhe adiante! Maior é o que está em nós do que este que esta no mundo, usando nossas fraquezas para nos ferir e derrubar. Maior é Jesus! Só não podemos esquecer do verso inicial da mensagem: “depois de terdes feito tudo”. Triste ou não amados, temos de ir trabalhar. Temos de ir à escola, à faculdade. Temos de servir ao Senhor com nossos dons, talentos. Cumprir o chamado todo dia. O que tem que ser feito, tem que ser feito! Amém? A gente precisa mesmo crescer! (rs) “Quero trazer a memória, aquilo que me pode Dar esperança.” (Lm 3:21)
“Lembro-me dos dias antigos; considero todos os teus feitos; medito na obra das tuas mãos.” (Sl 143:5) Nos dias em que, até mesmo sem motivo aparente, você se sentir triste, contemple o Senhor. Quando você olha para Ele, Ele muito se alegra. E a alegria Dele é a nossa força. Fortalecidos Nele, podemos vencer este dia mau e no final, permanecer sim, inabaláveis. Deus te console profundamente, pelo Espírito Santo que em ti habita!
Sl 125, que OS que confiam no Senhor são como OS montes de Sião que não se abalam, mas permanecem para toooodooo o sempre! Aleluia!
Quando eu busco ouvir a voz de Deus lendo a palavra, quando eu O adoro, quando eu oro, mesmo que eu somente chore, eu vou estar praticando a minha confiança no Senhor. E Ele jamais me virará as costas porque a palavra Dele me garante, no Salmo 27:10, que mesmo que meu pai e minha mãe me desamparem completamente, Ele me acolherá! Aleluia!!!!
Hoje eu amanheci completamente tomada por esta convicção! Porque eu sei o que é se sentir como se ninguém ao meu redor compreendesse a tristeza revelada em meu semblante. A maioria das pessoas não estão acostumadas a lidar com as fraquezas do próximo. As pessoas não entendem você estar no altar fluindo na unção e no dia seguinte estar você mostrar alguma tristeza. Não estou dizendo que você deva se entregar à tristeza! Isso nunca! Apenas quero compartilhar o entendimento que tenho recebido do Espírito Santo de que esses momentos vem sobre todos nós e precisamos saber como agir. O segredo é um só: ter fé no Senhor! Aprendi que fé não é sentimento, é atitude.
Naqueles dias em que você mais sentir desejo de literalmente sumir, você pode até ir. Mas quando chegar lá na tua caverninha, você vai encontrar o Senhor te esperando. É o que diz o Sl 139! Em I Rs 19, lemos que o mesmo Elias que matou OS 450 profetas de baal sentiu medo de Jezabel e fugiu para o deserto. E o que Deus fez? Foi atrás dele, gente! Isso é tremendo! Deus foi atrás dele! E o Anjo do Senhor lhe preparou pão cozido sobre as brasas, e uma botija de água e lhe mandou comer e beber duas vezes. O alimento físico, figura para nós o alimento espiritual. A comida fortalece e a água purifica. Precisamos comer e beber DA presença de Deus.
Precisamos gastar tempo com Deus a sós e decidir por Sua presença todos OS dias. Porque somente Ali, eu posso me revestir de alegria e esperança mesmo em um dia difícil. Jesus é a nossa esperança (Sl 71:5)! Quando estamos só nós e Deus, Ele mesmo nos alimenta com Seu pão nos fortalecendo. E semelhantemente nos dá de beber de Suas águas para que sejamos limpos. Quanto mais cheio de Deus, mais cheio de esperança! O texto diz que Elias foi fortalecido por aquela comida e conseguiu caminhar 40 dias e 40 noites até o Monte Horebe, a saber, o Monte de Deus. Isso me lembra um salmo: “Elevo OS meus olhos para OS montes, de onde vem o meu socorro. O meu socorro vem do Senhor, que fez o céu e a terra.” (Sl 121:1,2)
Mesmo quando estamos no vale, podemos elevar os olhos para os montes e contemplar o socorro do Senhor! Porque Ele fez o céu (o que não podemos ver e entender) e a terra (o que é tocável e visível diante dos nossos olhos naturais). Deus é onisciente. E de onde você está, na terra, Ele te chama a contemplar o céu! Olhe adiante! Maior é o que está em nós do que este que esta no mundo, usando nossas fraquezas para nos ferir e derrubar. Maior é Jesus! Só não podemos esquecer do verso inicial da mensagem: “depois de terdes feito tudo”. Triste ou não amados, temos de ir trabalhar. Temos de ir à escola, à faculdade. Temos de servir ao Senhor com nossos dons, talentos. Cumprir o chamado todo dia. O que tem que ser feito, tem que ser feito! Amém? A gente precisa mesmo crescer! (rs) “Quero trazer a memória, aquilo que me pode Dar esperança.” (Lm 3:21)
“Lembro-me dos dias antigos; considero todos os teus feitos; medito na obra das tuas mãos.” (Sl 143:5) Nos dias em que, até mesmo sem motivo aparente, você se sentir triste, contemple o Senhor. Quando você olha para Ele, Ele muito se alegra. E a alegria Dele é a nossa força. Fortalecidos Nele, podemos vencer este dia mau e no final, permanecer sim, inabaláveis. Deus te console profundamente, pelo Espírito Santo que em ti habita!
terça-feira, 19 de abril de 2011
primeiro dia de festividade da igreja
Poucas palavras e muitas ações,Não Fale faça
É fácil ser engenheiro de obra pronta. Difícil é olhar para um terreno e começar a calcular.É fácil criticar a mensagem. Difícil é ser o mensageiro. É fácil destruir um texto. Difícil é construir uma ideia com a arte das palavras.
Essa comparação entre fácil e difícil é tranquilamente percebida na rotina das igrejas. Enquanto poucos arregaçam as mangas e colocam as mãos na massa, muitos disputam os melhores lugares na platéia para desfiar críticas invariavelmente destrutivas: ”Eu teria feito melhor. Horrível a voz daquela garota. O rapaz que cuida do som deixa a guitarra muito alta. A menina do data-show é muito fraca. Como esse pastor é chato. A roupa do coral é muito brega. O professor do estudo bíblico não sabe nada. Tem muita música e pouca palavra. Tem muita palavra e pouca música. Esse pastor é frouxo. Esse pastor é ditador. Esse pastor é maria-vai-com-as-outras. O líder dos jovens se acha. O ministro de louvor só conhece um tipo de música. Tá louco, essa igreja faz tudo errado!”… E por aí vai, as críticas destrutivas são infindáveis. E fáceis.
Críticas construtivas, acompanhadas de sugestões com vistas a melhorias, contando com a presença física dos críticos dispostos a ajudar, são sempre bem-vindas. Mas aqui, o meu texto é especificamente dirigido à falação incessante que é destilada com veneno, de forma baixa e maldosa. Sempre por trás. Sempre procurando destruir e ridicularizar projetos, ministérios e pessoas. Sempre lançando mão do expediente inconsequente de falar, falar e falar, qualquer bobagem, para qualquer pessoa, em qualquer lugar, afinal, falar é fácil, difícil é fazer.
Nosso pai na fé, Abraão, tem uma antiga lição para todos nós. No capítulo 18 de Gênesis, ele recebe uma visita, depois de receber os visitantes e deixá-los na sombra de uma árvore, no versículo 5 ele diz: ”Trarei um bocado de pão, para que esforceis o vosso coração; depois passareis adiante, porquanto por isso chegastes até vosso servo. E disseram: Assim faze como tens dito”. Prestou atenção? Ele disse que iria buscar um bocado de pão, ou seja, poucas palavras e pouca coisa, apenas um bocado de pão. Seus visitantes, por sua vez, não reclamaram absolutamente de nada, simplesmente concordaram sem esboçar nenhum tipo de insatisfação. Ok, mas qual a lição? Siga Abraão no preparo do bocado de pão e você descobrirá.
Os versículos 6, 7 e 8 narram o que fez Abraão:”E Abraão apressou-se em ir ter com Sara à tenda, e disse-lhe: Amassa depressa três medidas de flor de farinha, e faze bolos. E correu Abraão as vacas, e tomou uma vitela tenra e boa, e deu-a ao moço, que se apressou em prepará-la. E tomou manteiga e leite, e a vitela que tinha preparado, e pôs tudo diante deles, e ele estava em pé junto a eles debaixo da árvore; e comeram”. Uau! Esse bocado de pão deve ter sido imperdível!
Entendeu? Abraão falou pouco e fez muito. Bem diferente do que comumente temos visto, muita falação e pouca ação. As pessoas andam prometendo muito e fazendo bem pouco. Prometem fidelidade, dedicação, trabalho, entrega, honestidade, amor, devoção. O tempo passa e, drasticamente, promessas vão sendo esquecidas e quebradas com separações, indiferenças, egoísmos, trapaças, ódios, traições. E assim tem sido porque é fácil falar te amo, difícil é amar, é fácil prometer devoção, difícil é ser fiel.
Não perca de vista a certeza de Abraão. Quando ele disse que iria preparar um bocado de pão apenas, todo aquele banquete já estava na mente dele. Como eu sei? É só um palpite, e mesmo sendo só um palpite, me dá o conforto da certeza. Meu palpite se baseia nas seguintes expressões do texto: ”Abraão apressou-se em ir…”, ”Amassa depressa…”, ”E correu Abraão..”, ”E deu-a ao moço, que se apressou…” Reparou? Apressou-se, depressa, correu e apressou. Por quatro vezes, em apenas três versículos, a ênfase é demonstrada na urgência cheia de pressa da decisão de Abraão, ele prometera um bocado de pão, mas o seu coração queria fazer mais, muito mais. Ou seja, poucas palavras e muitas ações. Se queremos chegar perto da fé de Abraão é bom começarmos a falar menos e a fazer mais.
É fácil ser engenheiro de obra pronta. Difícil é olhar para um terreno e começar a calcular.É fácil criticar a mensagem. Difícil é ser o mensageiro. É fácil destruir um texto. Difícil é construir uma ideia com a arte das palavras.
Essa comparação entre fácil e difícil é tranquilamente percebida na rotina das igrejas. Enquanto poucos arregaçam as mangas e colocam as mãos na massa, muitos disputam os melhores lugares na platéia para desfiar críticas invariavelmente destrutivas: ”Eu teria feito melhor. Horrível a voz daquela garota. O rapaz que cuida do som deixa a guitarra muito alta. A menina do data-show é muito fraca. Como esse pastor é chato. A roupa do coral é muito brega. O professor do estudo bíblico não sabe nada. Tem muita música e pouca palavra. Tem muita palavra e pouca música. Esse pastor é frouxo. Esse pastor é ditador. Esse pastor é maria-vai-com-as-outras. O líder dos jovens se acha. O ministro de louvor só conhece um tipo de música. Tá louco, essa igreja faz tudo errado!”… E por aí vai, as críticas destrutivas são infindáveis. E fáceis.
Críticas construtivas, acompanhadas de sugestões com vistas a melhorias, contando com a presença física dos críticos dispostos a ajudar, são sempre bem-vindas. Mas aqui, o meu texto é especificamente dirigido à falação incessante que é destilada com veneno, de forma baixa e maldosa. Sempre por trás. Sempre procurando destruir e ridicularizar projetos, ministérios e pessoas. Sempre lançando mão do expediente inconsequente de falar, falar e falar, qualquer bobagem, para qualquer pessoa, em qualquer lugar, afinal, falar é fácil, difícil é fazer.
Nosso pai na fé, Abraão, tem uma antiga lição para todos nós. No capítulo 18 de Gênesis, ele recebe uma visita, depois de receber os visitantes e deixá-los na sombra de uma árvore, no versículo 5 ele diz: ”Trarei um bocado de pão, para que esforceis o vosso coração; depois passareis adiante, porquanto por isso chegastes até vosso servo. E disseram: Assim faze como tens dito”. Prestou atenção? Ele disse que iria buscar um bocado de pão, ou seja, poucas palavras e pouca coisa, apenas um bocado de pão. Seus visitantes, por sua vez, não reclamaram absolutamente de nada, simplesmente concordaram sem esboçar nenhum tipo de insatisfação. Ok, mas qual a lição? Siga Abraão no preparo do bocado de pão e você descobrirá.
Os versículos 6, 7 e 8 narram o que fez Abraão:”E Abraão apressou-se em ir ter com Sara à tenda, e disse-lhe: Amassa depressa três medidas de flor de farinha, e faze bolos. E correu Abraão as vacas, e tomou uma vitela tenra e boa, e deu-a ao moço, que se apressou em prepará-la. E tomou manteiga e leite, e a vitela que tinha preparado, e pôs tudo diante deles, e ele estava em pé junto a eles debaixo da árvore; e comeram”. Uau! Esse bocado de pão deve ter sido imperdível!
Entendeu? Abraão falou pouco e fez muito. Bem diferente do que comumente temos visto, muita falação e pouca ação. As pessoas andam prometendo muito e fazendo bem pouco. Prometem fidelidade, dedicação, trabalho, entrega, honestidade, amor, devoção. O tempo passa e, drasticamente, promessas vão sendo esquecidas e quebradas com separações, indiferenças, egoísmos, trapaças, ódios, traições. E assim tem sido porque é fácil falar te amo, difícil é amar, é fácil prometer devoção, difícil é ser fiel.
Não perca de vista a certeza de Abraão. Quando ele disse que iria preparar um bocado de pão apenas, todo aquele banquete já estava na mente dele. Como eu sei? É só um palpite, e mesmo sendo só um palpite, me dá o conforto da certeza. Meu palpite se baseia nas seguintes expressões do texto: ”Abraão apressou-se em ir…”, ”Amassa depressa…”, ”E correu Abraão..”, ”E deu-a ao moço, que se apressou…” Reparou? Apressou-se, depressa, correu e apressou. Por quatro vezes, em apenas três versículos, a ênfase é demonstrada na urgência cheia de pressa da decisão de Abraão, ele prometera um bocado de pão, mas o seu coração queria fazer mais, muito mais. Ou seja, poucas palavras e muitas ações. Se queremos chegar perto da fé de Abraão é bom começarmos a falar menos e a fazer mais.
Combatendo heresia
“Tende cuidado para que ninguém vos faça presa sua, por meio de filosofias e vãs sutilezas, segundo a tradição dos homens, segundo os rudimentos do mundo, e não segundo Cristo”. Colossenses 2.8
A palavra aireses no Novo Testamento, em sua forma nominal, tem o sentido de facção, partido (CHAMPLIN, 1983, p. 443)
Heresia é toda doutrina que em matéria de fé sustenta opiniões contrárias ás palavras de Deus.
Incoerência lógica - Nada impede que o bom senso e a razão sejam usados em matéria de religião.
A Maioria das heresias não resiste a um confronto lógico com a história , a ciência, Bíblia ou com a religião propriamente dita.
A Bíblia prevê o surgimento e a evolução das Heresias como um sinal de pessoas má intencinonada. I Tm.4.1 ao 4
Analise uma coisa interessante: em nenhum lugar na bíblia Deus nos chama de filhos de uma instituição chamada igreja.
A igreja é uma instituição divina,porém conduzida por homens e onde há homem tem erros.
Filhos de Deus
João 1:12-13 - "Mas a todos quantos o receberam deu-lhes o poder de serem feitos filhos de Deus; aos que crêem no seu nome; os quais não nasceram do sangue, nem da vontade da carne, nem da vontade do varão, mas de Deus".
Romanos 8:15 - "Porque não recebeste o espírito de escravidão para outra vez estardes em temor, mas recebestes o espírito de adoção de filhos, pelo qual clamamos: Aba, Pai."
Romanos 8:16 - "E o mesmo Espírito testifica com o nosso espírito que somos filhos de Deus."
Eu não sou mais um pecador, mas sim um filho de Deus. Eu sou aquilo que Deus diz que eu sou! Eu era um pecador, mas fui salvo e tornei-me uma nova criatura.
Romanos 8:17 - "E se nós somos filhos, somos logo herdeiros também, herdeiros de Deus e co-herdeiros com Cristo: se é certo que com Ele padecemos, para que também com Ele sejamos glorificados."
Importancia de um batismo
a."...Eu careço de ser batizado por Ti, e vens Tu a mim?" Mat. 3:14
b."...um varão que foi antes de mim; porque já era primeiro do que eu." João 1:30
c."...vim eu, por isso, batizando com água.." João 1:31 "...Esse e o que batiza com o Espírito Santo." João 1:33. (Veja Atos 19:2-6).
d."...Eu não sou o Cristo, mas sou enviado adiante dEle." João 3:28
e."Aquele que tem a esposa é o esposo;...o amigo do esposo, que lhe assiste e ouve,...", João 3:29. Cristo - o esposo; João - o amigo do esposo.
f. "É necessário que ele cresça e que eu diminua.." João 3:30.
g. "Aquele que vem de cima é sobre todos: aquele que vem da terra é da terra e fala da terra..." João 3:31
h. "João batizou com o batismo do arrependimento, dizendo ao povo que cresse no que após ele havia de vir,...Jesus Cristo." "E os que ouviram foram batizados em nome do Senhor Jesus." Atos 19:4,5.
Conclusão:
Nossa luta não é contra igrejas,Pastores,Bispos,Reverendos nem contra nenhum Cristão ou pseudo Cristão.
Gosto de ler o que escreveu o apóstolo Paulo dizendo que "nossa luta não é contra carne e sangue"(Efésios 6.10-20)
Finalmente, fortaleçam-se no Senhor e no seu forte poder.
Vistam toda a armadura de Deus, para poderem ficar firmes contra as ciladas do Diabo, pois a nossa luta não é contra seres humanos, mas contra os poderes e autoridades, contra os dominadores deste mundo de trevas, contra as forças espirituais do mal nas regiões celestiais
Porque passamos a maior parte da vida neste tipo de luta. Ah se lêssemos mais a Bíblia!
“Tende cuidado para que ninguém vos faça presa sua, por meio de filosofias e vãs sutilezas, segundo a tradição dos homens, segundo os rudimentos do mundo, e não segundo Cristo”. Colossenses 2.8
A palavra aireses no Novo Testamento, em sua forma nominal, tem o sentido de facção, partido (CHAMPLIN, 1983, p. 443)
Heresia é toda doutrina que em matéria de fé sustenta opiniões contrárias ás palavras de Deus.
Incoerência lógica - Nada impede que o bom senso e a razão sejam usados em matéria de religião.
A Maioria das heresias não resiste a um confronto lógico com a história , a ciência, Bíblia ou com a religião propriamente dita.
A Bíblia prevê o surgimento e a evolução das Heresias como um sinal de pessoas má intencinonada. I Tm.4.1 ao 4
Analise uma coisa interessante: em nenhum lugar na bíblia Deus nos chama de filhos de uma instituição chamada igreja.
A igreja é uma instituição divina,porém conduzida por homens e onde há homem tem erros.
Filhos de Deus
João 1:12-13 - "Mas a todos quantos o receberam deu-lhes o poder de serem feitos filhos de Deus; aos que crêem no seu nome; os quais não nasceram do sangue, nem da vontade da carne, nem da vontade do varão, mas de Deus".
Romanos 8:15 - "Porque não recebeste o espírito de escravidão para outra vez estardes em temor, mas recebestes o espírito de adoção de filhos, pelo qual clamamos: Aba, Pai."
Romanos 8:16 - "E o mesmo Espírito testifica com o nosso espírito que somos filhos de Deus."
Eu não sou mais um pecador, mas sim um filho de Deus. Eu sou aquilo que Deus diz que eu sou! Eu era um pecador, mas fui salvo e tornei-me uma nova criatura.
Romanos 8:17 - "E se nós somos filhos, somos logo herdeiros também, herdeiros de Deus e co-herdeiros com Cristo: se é certo que com Ele padecemos, para que também com Ele sejamos glorificados."
Importancia de um batismo
a."...Eu careço de ser batizado por Ti, e vens Tu a mim?" Mat. 3:14
b."...um varão que foi antes de mim; porque já era primeiro do que eu." João 1:30
c."...vim eu, por isso, batizando com água.." João 1:31 "...Esse e o que batiza com o Espírito Santo." João 1:33. (Veja Atos 19:2-6).
d."...Eu não sou o Cristo, mas sou enviado adiante dEle." João 3:28
e."Aquele que tem a esposa é o esposo;...o amigo do esposo, que lhe assiste e ouve,...", João 3:29. Cristo - o esposo; João - o amigo do esposo.
f. "É necessário que ele cresça e que eu diminua.." João 3:30.
g. "Aquele que vem de cima é sobre todos: aquele que vem da terra é da terra e fala da terra..." João 3:31
h. "João batizou com o batismo do arrependimento, dizendo ao povo que cresse no que após ele havia de vir,...Jesus Cristo." "E os que ouviram foram batizados em nome do Senhor Jesus." Atos 19:4,5.
Conclusão:
Nossa luta não é contra igrejas,Pastores,Bispos,Reverendos nem contra nenhum Cristão ou pseudo Cristão.
Gosto de ler o que escreveu o apóstolo Paulo dizendo que "nossa luta não é contra carne e sangue"(Efésios 6.10-20)
Finalmente, fortaleçam-se no Senhor e no seu forte poder.
Vistam toda a armadura de Deus, para poderem ficar firmes contra as ciladas do Diabo, pois a nossa luta não é contra seres humanos, mas contra os poderes e autoridades, contra os dominadores deste mundo de trevas, contra as forças espirituais do mal nas regiões celestiais
Porque passamos a maior parte da vida neste tipo de luta. Ah se lêssemos mais a Bíblia!
segunda-feira, 18 de abril de 2011
VOCÊ ACREDITA EM TUDO QUE OUVE?
Jesus criticou aqueles que juram irresponsavelmente. Ele disse: “Seja o vosso falar ‘sim, sim; não, não’. O que passar disso é de procedência maligna” (Mateus 5:37).
Mentir passou a ser uma prática tão costumeiramente usada, que pouca gente ainda se indigna com o uso de informações falsas. Líderes mentem, para explorar seus liderados. Pais mentem, porque não sabem educar corretamente seus filhos. Esposos mentes, porque temem expressar sentimentos reais. Pastores mentem, porque não mais acreditam nos princípios da Bíblia,MEMBROS MENTEM QUERENDO DESTRUIR AS AUTORIDADES DE DEUS. Tudo isso, diz Jesus, é de procedência maligna.
Boa parte da população vive assim, ao mesmo tempo em que procura se manter “bem informada”, acaba incorporando na sua mente informações que além de artificiais, ou inúteis, ou parciais e tendenciosas, podem ser destrutivas.
(1Coríntios 12). Os líderes responsáveis pela direção da igreja, conhecidos como apóstolos, pastores, evangelistas, anciãos, presbíteros ou bispos, são chamados a esse trabalho pelo Senhor, nunca são eleitos pelo rebanho (1 Coríntios 12:6-11). É o Espírito Santo que liga os seus membros, para que cada um faça a sua parte conforme lhe é concedido. O novo nascimento deve ser a experiência de todo o crente que é membro da igreja, mas a condição espiritual, sabedoria e habilidade de cada um varia muito. Os líderes da igreja aprovados por Deus serão reconhecidos pela sua maturidade espiritual, sua sabedoria no ensino e no pastoreio, e na sua dedicação ao trabalho. As qualidades básicas são encontradas nas cartas de Paulo a Timóteo e a Tito (1 Timóteo 3:1-8 e Tito 1:5-20). A integridade de caráter é essencial. Referindo-se ao sumo sacerdote, a Bíblia diz: “Ninguém toma esta honra para si mesmo, senão quando chamado por Deus, como aconteceu com Arão” (Hebreus 5:4). Assim também os servos de Deus são escolhidos por Ele, e nunca devemos procurar impor nossa vontade sem a Sua autoridade. O Novo Testamento nos ensina a reconhecer os dons de ministério (1 Coríntios 12:4-31; Efésios 4:8,11,12), os Apóstolos, Pastores, Profetas, Evangelistas, Doutores e Mestres (anciãos, presbíteros, bispos) e os servos (diáconos) (1 Timóteo 3:1-13; Tito 1:5-9). Ainda hoje, vemos igrejas sendo perturbadas pela inveja e ambição de alguns dos seus membros, que vaidosamente querem uma posição destacada, sem reconhecer que Deus não os quer lá, pois lhes faltam caráter e os dons ou talentos necessários. Isto resulta em rebelião contra sua liderança e mesmo na divisão da igreja, estilo Corá. Somos instruídos a nos revestir de humildade e mansidão (Colossenses 3:12), pois toda a autoridade na igreja vem de Deus. É da responsabilidade dos membros da igreja para com seus Pastores: orar por eles, reconhecer os seus trabalhos, obedecê-los, estimá-los, honrá-los, apoiá-los financeiramente e confiar neles. Pela sua atuação o Pastor prestará contas a Deus (Hebreus 13:17), não ao rebanho. Nenhuma acusação contra Pastor deverá ser aceita se não houver duas ou três testemunhas (1 Timóteo 5:19).
ESSA DEVE SER A ATITUDE DO MEMBRO PARA COM O SEU LIDER!
Conhecendo-os bem (1Tes 5:12). Quais os significadoS disto em termos práticos? ... ... ... Cada membro da igreja deve se esforçar para conhecer bem e entender seus líderes.
“E rogamo-vos, irmãos, que reconheçais os que trabalham entre vós e que presidem sobre vós no Senhor, e vos admoestam;” (1Ts 5:12 ACF)
Dando-lhes reconhecimento e honra (1Tes 5:12 (acima) e 13). Quais os significadoS disto em termos práticos? ... ... ...
“E que os tenhais em grande estima e amor, por causa da sua obra. Tende paz entre vós.” (1Ts 5:13 ACF)
Amando-os (1Tes 5:13). Quais os significadoS disto em termos práticos? ... ... ...
“E que os tenhais em grande estima e amor, por causa da sua obra. Tende paz entre vós.” (1Ts 5:13 ACF)
Sustentando-os e apoiando-os (1Tim 5:17-18). Quais os significadoS disto em vários aspectos, em termos práticos? ... ... ...
“17 ¶ Os presbíteros que governam bem sejam estimados por dignos de duplicada honra, principalmente os que trabalham na palavra e na doutrina; 18 Porque diz a Escritura: Não ligarás a boca ao boi que debulha. E: Digno é o obreiro do seu salário.” (1Tm 5:17-18 ACF)
Somente trazer ou ouvir uma acusação contra ele se for diretamente dos lábios de 2 ou 3 [respeitáveis, idôneas] testemunhas OCULARES e independentes (não ligados familiarmente ou por negócios) (1Tim 5:19). Quais os significadoS disto em termos práticos? ... ... ...
“Não aceites acusação contra o presbítero, senão com duas ou três testemunhas.” (1Tm 5:19 ACF)
Orar por eles (Efé 6:18-19).
“18 Orando em todo o tempo com toda a oração e súplica no Espírito, e vigiando nisto com toda a perseverança e súplica por todos os santos, 19 ¶ E por mim; para que me seja dada, no abrir da minha boca, a palavra com confiança, para fazer notório o mistério do evangelho,” (Ef 6:18-19 ACF)
CONCLUSÃO
Irmãos amados a finalidade desta mensagem não é acusar e tão pouco julgar, sim, um instrumento usado pelo Espírito Santo para falar a muitos corações que por inobservância dos preceitos bíblicos se deixa levar pelas coisas aparentes desta vida. Afinal, fomos resgatados das trevas para a luz, a fim de sermos servos puros e santos.
1Jo 3:8 “Aquele que pratica o pecado procede do diabo, porque o diabo vive pecando desde o princípio. Para isto se manifestou o Filho de Deus: para destruir as obras do diabo.”
Jesus criticou aqueles que juram irresponsavelmente. Ele disse: “Seja o vosso falar ‘sim, sim; não, não’. O que passar disso é de procedência maligna” (Mateus 5:37).
Mentir passou a ser uma prática tão costumeiramente usada, que pouca gente ainda se indigna com o uso de informações falsas. Líderes mentem, para explorar seus liderados. Pais mentem, porque não sabem educar corretamente seus filhos. Esposos mentes, porque temem expressar sentimentos reais. Pastores mentem, porque não mais acreditam nos princípios da Bíblia,MEMBROS MENTEM QUERENDO DESTRUIR AS AUTORIDADES DE DEUS. Tudo isso, diz Jesus, é de procedência maligna.
Boa parte da população vive assim, ao mesmo tempo em que procura se manter “bem informada”, acaba incorporando na sua mente informações que além de artificiais, ou inúteis, ou parciais e tendenciosas, podem ser destrutivas.
(1Coríntios 12). Os líderes responsáveis pela direção da igreja, conhecidos como apóstolos, pastores, evangelistas, anciãos, presbíteros ou bispos, são chamados a esse trabalho pelo Senhor, nunca são eleitos pelo rebanho (1 Coríntios 12:6-11). É o Espírito Santo que liga os seus membros, para que cada um faça a sua parte conforme lhe é concedido. O novo nascimento deve ser a experiência de todo o crente que é membro da igreja, mas a condição espiritual, sabedoria e habilidade de cada um varia muito. Os líderes da igreja aprovados por Deus serão reconhecidos pela sua maturidade espiritual, sua sabedoria no ensino e no pastoreio, e na sua dedicação ao trabalho. As qualidades básicas são encontradas nas cartas de Paulo a Timóteo e a Tito (1 Timóteo 3:1-8 e Tito 1:5-20). A integridade de caráter é essencial. Referindo-se ao sumo sacerdote, a Bíblia diz: “Ninguém toma esta honra para si mesmo, senão quando chamado por Deus, como aconteceu com Arão” (Hebreus 5:4). Assim também os servos de Deus são escolhidos por Ele, e nunca devemos procurar impor nossa vontade sem a Sua autoridade. O Novo Testamento nos ensina a reconhecer os dons de ministério (1 Coríntios 12:4-31; Efésios 4:8,11,12), os Apóstolos, Pastores, Profetas, Evangelistas, Doutores e Mestres (anciãos, presbíteros, bispos) e os servos (diáconos) (1 Timóteo 3:1-13; Tito 1:5-9). Ainda hoje, vemos igrejas sendo perturbadas pela inveja e ambição de alguns dos seus membros, que vaidosamente querem uma posição destacada, sem reconhecer que Deus não os quer lá, pois lhes faltam caráter e os dons ou talentos necessários. Isto resulta em rebelião contra sua liderança e mesmo na divisão da igreja, estilo Corá. Somos instruídos a nos revestir de humildade e mansidão (Colossenses 3:12), pois toda a autoridade na igreja vem de Deus. É da responsabilidade dos membros da igreja para com seus Pastores: orar por eles, reconhecer os seus trabalhos, obedecê-los, estimá-los, honrá-los, apoiá-los financeiramente e confiar neles. Pela sua atuação o Pastor prestará contas a Deus (Hebreus 13:17), não ao rebanho. Nenhuma acusação contra Pastor deverá ser aceita se não houver duas ou três testemunhas (1 Timóteo 5:19).
ESSA DEVE SER A ATITUDE DO MEMBRO PARA COM O SEU LIDER!
Conhecendo-os bem (1Tes 5:12). Quais os significadoS disto em termos práticos? ... ... ... Cada membro da igreja deve se esforçar para conhecer bem e entender seus líderes.
“E rogamo-vos, irmãos, que reconheçais os que trabalham entre vós e que presidem sobre vós no Senhor, e vos admoestam;” (1Ts 5:12 ACF)
Dando-lhes reconhecimento e honra (1Tes 5:12 (acima) e 13). Quais os significadoS disto em termos práticos? ... ... ...
“E que os tenhais em grande estima e amor, por causa da sua obra. Tende paz entre vós.” (1Ts 5:13 ACF)
Amando-os (1Tes 5:13). Quais os significadoS disto em termos práticos? ... ... ...
“E que os tenhais em grande estima e amor, por causa da sua obra. Tende paz entre vós.” (1Ts 5:13 ACF)
Sustentando-os e apoiando-os (1Tim 5:17-18). Quais os significadoS disto em vários aspectos, em termos práticos? ... ... ...
“17 ¶ Os presbíteros que governam bem sejam estimados por dignos de duplicada honra, principalmente os que trabalham na palavra e na doutrina; 18 Porque diz a Escritura: Não ligarás a boca ao boi que debulha. E: Digno é o obreiro do seu salário.” (1Tm 5:17-18 ACF)
Somente trazer ou ouvir uma acusação contra ele se for diretamente dos lábios de 2 ou 3 [respeitáveis, idôneas] testemunhas OCULARES e independentes (não ligados familiarmente ou por negócios) (1Tim 5:19). Quais os significadoS disto em termos práticos? ... ... ...
“Não aceites acusação contra o presbítero, senão com duas ou três testemunhas.” (1Tm 5:19 ACF)
Orar por eles (Efé 6:18-19).
“18 Orando em todo o tempo com toda a oração e súplica no Espírito, e vigiando nisto com toda a perseverança e súplica por todos os santos, 19 ¶ E por mim; para que me seja dada, no abrir da minha boca, a palavra com confiança, para fazer notório o mistério do evangelho,” (Ef 6:18-19 ACF)
CONCLUSÃO
Irmãos amados a finalidade desta mensagem não é acusar e tão pouco julgar, sim, um instrumento usado pelo Espírito Santo para falar a muitos corações que por inobservância dos preceitos bíblicos se deixa levar pelas coisas aparentes desta vida. Afinal, fomos resgatados das trevas para a luz, a fim de sermos servos puros e santos.
1Jo 3:8 “Aquele que pratica o pecado procede do diabo, porque o diabo vive pecando desde o princípio. Para isto se manifestou o Filho de Deus: para destruir as obras do diabo.”
sexta-feira, 15 de abril de 2011
VOCÊ E SENHOR DE SUAS PALAVRAS ENQUANTO ELAS NÃO SAIREM DE SUA BOCA!!!
É muito importante não somente entendermos mais como também termos revelação do quando é importante nós cristãos sabermos controlar nossa língua. Quando as palavras saem da nossa boca elas podem se transformar em bênção ou maldição, podem gerar vida ou gerar morte. Quando alguém profere algo torna-se escravo daquilo que falou então por favor pense muito bem antes de pronunciar algo que não seja construtivo e especialmente se não está na palavra de Deus.
Por essa razão não pude me calar e vim aqui para denunciar que as nossas igrejas hoje, infelizmente tem se transformado em verdadeiros tribunais, onde os réus sequer tem a chance de defesa, e obvio que os membros não ficam de fora, os crentes são aquelas formiguinhas que carregam folhinhas pra lá e pra cá, ou seja, estão fazendo papel ridículo de fofoqueiros e mandando almas diretinho para o inferno. Inclusive coitado do diabo nessas horas, passa bem longe dessas igrejas, porque ali tudo que acontece é culpa dele que nem lá estava.
A igreja do Senhor na terra tem a missão de ser diferente, por essa razão não nos misturamos com essas coisas e tentamos estar de fora o Maximo possível de escândalos e confusões, ate acham que nos julgamos melhor que os outros, mas a verdade é que tentamos fazer o melhor a cada dia com a intenção de ir povoar a céu em breve. Como tudo tem sempre um porem, tem uma classe de cristão, ou melhor, falsos cristãos, que acreditam que vão pro céu, mas tem lugar reservado no inferno, incluindo obreiros e pastores, sabe porque? FOFOCA!
Quão lamentável, mas este mal está dentro das igrejas, numa freqüência muito maior do que imaginamos. É o “disse que me disse”, que tem levados muitos a servirem aos propósitos maléficos, verdadeiros instrumentos do diabo. Queridos irmãos, vigie o vosso falar, para que não incorram no erro e sejam considerados por todos como fofoqueiros e indignos de confiança. Não fale mal dos irmãos e ou dos líderes. Esta prática é condenada pelo Senhor em Sua palavra, veja os textos abaixo.
Lv 19:16 “Não andarás como mexeriqueiro entre o teu povo teu próximo. Eu sou o SENHOR.”
Pv 11:13 “O mexeriqueiro descobre o segredo, mas o fiel de espírito o encobre.”
Pv 20:19 “O mexeriqueiro revela o segredo; portanto, não te metas com quem muito abre os lábios.”
1 Tm 6:20 “E tu... evitando os falatórios inúteis...”
2 Tm 2:16 “Evita, igualmente, os falatórios inúteis e profanos, pois os que deles usam passarão a impiedade ainda maior...”
Tg 1.26 “Alguém está pensando que é religioso? Se não souber controlar a língua, a sua religião não vale nada, e ele está enganando a si mesmo.
Calunia
Calúnia (Falsa imputação (a alguém) de um fato definido como crime. Mentira, falsidade, invenção.)
Meu Senhor! Infelizmente esta prática é relativamente comum dentro do arraial, frutificando a desarmonia e uma série de conseqüência, através das quais o corpo é enfraquecido e o inimigo exaltado. Povo de Deus é tempo de estarem vivendo em Espírito, e não permitam que as más ações encontrem terreno propício e finque raízes. Se tens alguma queixa contra outrem, seja espiritual e procure a pessoa, numa conversa franca e ungida resolva as pendências. Não permita que o diabo use da ocasião para afastá-lo da comunhão com o Deus.
2Tm 3.1-3 “Sabe, porém, isto: nos últimos dias, sobrevirão tempos difíceis, pois os homens serão egoístas... desafeiçoados... caluniadores...”
Tt 3. 2 “Aconselhe que não falem mal de ninguém, mas que sejam calmos e pacíficos e tratem todos com educação.”
Sl 50. 20 “Estão sempre acusando os seus irmãos e espalhando calúnias a respeito deles.”
Difamação
Ou ainda a difamação, Difamar (Tirar a boa fama ou o crédito a; desacreditar publicamente; infamar, detrair; Imputar a (alguém) um fato concreto e circunstanciado, ofensivo de sua reputação, conquanto não definido como crime. Falar mal; detrair)
O ato de difamar, lamentavelmente, é visível entre os crentes. A satisfação de muitos é observar a vida alheia e destacar os erros, é prazeroso para estes falar da vida do próximo. Falam do pastor, dos presbíteros, diáconos, dos irmãos mais simples, bem como, dos que são afortunados; falam também dos políticos, do patrão e muitos mais. Enfim, tudo é motivo para apontar e falar. Estes semeiam a discórdia entre irmãos e são dignos de condenação eterna.
2Tm 3.1-5 “Nos últimos dias, sobrevirão tempos difíceis, pois os homens serão egoístas, avarentos, jactanciosos, arrogantes, blasfemadores, desobedientes aos pais, ingratos, irreverentes, desafeiçoados, implacáveis, caluniadores, sem domínio de si, cruéis, inimigos do bem, traidores, atrevidos, enfatuados, mais amigos dos prazeres que amigos de Deus, tendo forma de piedade, negando-lhe, entretanto, o poder. Foge também destes.”
Tg 4.11 “Meus irmãos, não falem mal uns dos outros.”1Pe 2.1 “Portanto, abandonem tudo o que é mau, toda mentira, fingimento, inveja e críticas injustas.”
Sl 101.5 “Destruirei aqueles que falam mal dos outros pelas costas...”
Pv 16:28 “O homem... difamador separa os maiores amigos.”
Conclusão:
Irmãos, pratiquemos o ensino que a palavra de Deus nos dá, para termos comunhão sincera primeiramente com nosso Deus, e com nossos irmãos enquanto estivermos reunidos, ou aonde estivermos. Temos a base desta comunhão na palavra de Deus, tomemos o exemplo do Senhor Jesus, e vivamos em comunhão uns com os outros, e o mundo veja esse testemunho, e isso glorifique a Deus.
É muito importante não somente entendermos mais como também termos revelação do quando é importante nós cristãos sabermos controlar nossa língua. Quando as palavras saem da nossa boca elas podem se transformar em bênção ou maldição, podem gerar vida ou gerar morte. Quando alguém profere algo torna-se escravo daquilo que falou então por favor pense muito bem antes de pronunciar algo que não seja construtivo e especialmente se não está na palavra de Deus.
Por essa razão não pude me calar e vim aqui para denunciar que as nossas igrejas hoje, infelizmente tem se transformado em verdadeiros tribunais, onde os réus sequer tem a chance de defesa, e obvio que os membros não ficam de fora, os crentes são aquelas formiguinhas que carregam folhinhas pra lá e pra cá, ou seja, estão fazendo papel ridículo de fofoqueiros e mandando almas diretinho para o inferno. Inclusive coitado do diabo nessas horas, passa bem longe dessas igrejas, porque ali tudo que acontece é culpa dele que nem lá estava.
A igreja do Senhor na terra tem a missão de ser diferente, por essa razão não nos misturamos com essas coisas e tentamos estar de fora o Maximo possível de escândalos e confusões, ate acham que nos julgamos melhor que os outros, mas a verdade é que tentamos fazer o melhor a cada dia com a intenção de ir povoar a céu em breve. Como tudo tem sempre um porem, tem uma classe de cristão, ou melhor, falsos cristãos, que acreditam que vão pro céu, mas tem lugar reservado no inferno, incluindo obreiros e pastores, sabe porque? FOFOCA!
Quão lamentável, mas este mal está dentro das igrejas, numa freqüência muito maior do que imaginamos. É o “disse que me disse”, que tem levados muitos a servirem aos propósitos maléficos, verdadeiros instrumentos do diabo. Queridos irmãos, vigie o vosso falar, para que não incorram no erro e sejam considerados por todos como fofoqueiros e indignos de confiança. Não fale mal dos irmãos e ou dos líderes. Esta prática é condenada pelo Senhor em Sua palavra, veja os textos abaixo.
Lv 19:16 “Não andarás como mexeriqueiro entre o teu povo teu próximo. Eu sou o SENHOR.”
Pv 11:13 “O mexeriqueiro descobre o segredo, mas o fiel de espírito o encobre.”
Pv 20:19 “O mexeriqueiro revela o segredo; portanto, não te metas com quem muito abre os lábios.”
1 Tm 6:20 “E tu... evitando os falatórios inúteis...”
2 Tm 2:16 “Evita, igualmente, os falatórios inúteis e profanos, pois os que deles usam passarão a impiedade ainda maior...”
Tg 1.26 “Alguém está pensando que é religioso? Se não souber controlar a língua, a sua religião não vale nada, e ele está enganando a si mesmo.
Calunia
Calúnia (Falsa imputação (a alguém) de um fato definido como crime. Mentira, falsidade, invenção.)
Meu Senhor! Infelizmente esta prática é relativamente comum dentro do arraial, frutificando a desarmonia e uma série de conseqüência, através das quais o corpo é enfraquecido e o inimigo exaltado. Povo de Deus é tempo de estarem vivendo em Espírito, e não permitam que as más ações encontrem terreno propício e finque raízes. Se tens alguma queixa contra outrem, seja espiritual e procure a pessoa, numa conversa franca e ungida resolva as pendências. Não permita que o diabo use da ocasião para afastá-lo da comunhão com o Deus.
2Tm 3.1-3 “Sabe, porém, isto: nos últimos dias, sobrevirão tempos difíceis, pois os homens serão egoístas... desafeiçoados... caluniadores...”
Tt 3. 2 “Aconselhe que não falem mal de ninguém, mas que sejam calmos e pacíficos e tratem todos com educação.”
Sl 50. 20 “Estão sempre acusando os seus irmãos e espalhando calúnias a respeito deles.”
Difamação
Ou ainda a difamação, Difamar (Tirar a boa fama ou o crédito a; desacreditar publicamente; infamar, detrair; Imputar a (alguém) um fato concreto e circunstanciado, ofensivo de sua reputação, conquanto não definido como crime. Falar mal; detrair)
O ato de difamar, lamentavelmente, é visível entre os crentes. A satisfação de muitos é observar a vida alheia e destacar os erros, é prazeroso para estes falar da vida do próximo. Falam do pastor, dos presbíteros, diáconos, dos irmãos mais simples, bem como, dos que são afortunados; falam também dos políticos, do patrão e muitos mais. Enfim, tudo é motivo para apontar e falar. Estes semeiam a discórdia entre irmãos e são dignos de condenação eterna.
2Tm 3.1-5 “Nos últimos dias, sobrevirão tempos difíceis, pois os homens serão egoístas, avarentos, jactanciosos, arrogantes, blasfemadores, desobedientes aos pais, ingratos, irreverentes, desafeiçoados, implacáveis, caluniadores, sem domínio de si, cruéis, inimigos do bem, traidores, atrevidos, enfatuados, mais amigos dos prazeres que amigos de Deus, tendo forma de piedade, negando-lhe, entretanto, o poder. Foge também destes.”
Tg 4.11 “Meus irmãos, não falem mal uns dos outros.”1Pe 2.1 “Portanto, abandonem tudo o que é mau, toda mentira, fingimento, inveja e críticas injustas.”
Sl 101.5 “Destruirei aqueles que falam mal dos outros pelas costas...”
Pv 16:28 “O homem... difamador separa os maiores amigos.”
Conclusão:
Irmãos, pratiquemos o ensino que a palavra de Deus nos dá, para termos comunhão sincera primeiramente com nosso Deus, e com nossos irmãos enquanto estivermos reunidos, ou aonde estivermos. Temos a base desta comunhão na palavra de Deus, tomemos o exemplo do Senhor Jesus, e vivamos em comunhão uns com os outros, e o mundo veja esse testemunho, e isso glorifique a Deus.
terça-feira, 12 de abril de 2011
Abandone a preguiça
Preguiça quer dizer aversão ao trabalho. A pessoa preguiçosa não gosta de trabalhar, prefere a moleza, o ócio; não tem disposição pra nada. Acha tudo difícil e geralmente não tem iniciativa.
Você conhece alguma pessoa que é preguiçosa? Cuidado! A Palavra de Deus nos adverte a ficar atento contra esse "sentimento".
A preguiça faz com que nossas vidas fiquem à mercê do inimigo, nosso adversário.
No livro de Provérbios, capítulo 24, versículos 30 a 34, Salomão dá seu parecer sobre o preguiçoso após uma investigação pessoal:
"Passei pelo campo do preguiçoso e junto à vinha do homem falto de entendimento;
e eis que toda estava cheia de espinhos, e a sua superficie, coberta de urtigas, e o seu muro de pedra estava derribado.
O que tendo eu visto, o considerei; e, vendo-o, recebi instrução.
Um pouco de sono, adormecendo um pouco, encruzando as mãos outro pouco, para estar deitado,
assim, sobrevirá a tua pobreza como um ladrão e a tua necessidade como um homem armado."
Veja as lições de Salomão:
1) A vida (campo) do preguiçoso é como espinhos, em todas as áreas, seja espiritual, financeira ou amorosa. Espinho não tem valor ou serventia nenhuma! Não há nele utilidade! Ao contrário, serve de abrigo e proteção a insetos e animais rasteiros. A vida do preguiçoso esconde os mais perversos sentimentos.
2) A aparência (superfície) tem urtigas; a urtiga, em contato com a pele humana, causa ardor, coceira e irritação. Ver um preguiçoso é de doer! Às vezes ele é relaxado; alguns nem gostam de tomar banho. Sua casa é sempre uma bagunça, desorganizada, mal cuidada e não tem manutenção.
3) O preguiçoso é uma porta aberta para o Diabo, pois não tem proteção (muro de pedra). O que guarda a propriedade, os bens e as pessoas dentro dela é o muro de pedra. Se está derrubado, o inimigo pode entrar e fazer o que quiser com aquele que mora no campo. Deus não se alegra com o preguiçoso e este não tem a presença do Espírito Santo guardando-o, protegendo-o.
4) O preguiçoso não tem prosperidade, é um miserável. Reclama de tudo e de todos, enquanto o ladrão rouba o que ele tem. Com aversão pelo trabalho, não se importa quando está perdendo sua família, seu trabalho, seus bens e às vezes ainda coloca a culpa em Deus. Diante da dificuldade, do assalto, o preguiçoso diz: "É a vontade de Deus".
Quando se é preguiçoso, não se tem força para lutar contra o inimigo. Assim como um homem armado, não se tem força para vencer.
Que Deus nos livre deste sentimento perverso e malígno que é a preguiça!
Preguiça quer dizer aversão ao trabalho. A pessoa preguiçosa não gosta de trabalhar, prefere a moleza, o ócio; não tem disposição pra nada. Acha tudo difícil e geralmente não tem iniciativa.
Você conhece alguma pessoa que é preguiçosa? Cuidado! A Palavra de Deus nos adverte a ficar atento contra esse "sentimento".
A preguiça faz com que nossas vidas fiquem à mercê do inimigo, nosso adversário.
No livro de Provérbios, capítulo 24, versículos 30 a 34, Salomão dá seu parecer sobre o preguiçoso após uma investigação pessoal:
"Passei pelo campo do preguiçoso e junto à vinha do homem falto de entendimento;
e eis que toda estava cheia de espinhos, e a sua superficie, coberta de urtigas, e o seu muro de pedra estava derribado.
O que tendo eu visto, o considerei; e, vendo-o, recebi instrução.
Um pouco de sono, adormecendo um pouco, encruzando as mãos outro pouco, para estar deitado,
assim, sobrevirá a tua pobreza como um ladrão e a tua necessidade como um homem armado."
Veja as lições de Salomão:
1) A vida (campo) do preguiçoso é como espinhos, em todas as áreas, seja espiritual, financeira ou amorosa. Espinho não tem valor ou serventia nenhuma! Não há nele utilidade! Ao contrário, serve de abrigo e proteção a insetos e animais rasteiros. A vida do preguiçoso esconde os mais perversos sentimentos.
2) A aparência (superfície) tem urtigas; a urtiga, em contato com a pele humana, causa ardor, coceira e irritação. Ver um preguiçoso é de doer! Às vezes ele é relaxado; alguns nem gostam de tomar banho. Sua casa é sempre uma bagunça, desorganizada, mal cuidada e não tem manutenção.
3) O preguiçoso é uma porta aberta para o Diabo, pois não tem proteção (muro de pedra). O que guarda a propriedade, os bens e as pessoas dentro dela é o muro de pedra. Se está derrubado, o inimigo pode entrar e fazer o que quiser com aquele que mora no campo. Deus não se alegra com o preguiçoso e este não tem a presença do Espírito Santo guardando-o, protegendo-o.
4) O preguiçoso não tem prosperidade, é um miserável. Reclama de tudo e de todos, enquanto o ladrão rouba o que ele tem. Com aversão pelo trabalho, não se importa quando está perdendo sua família, seu trabalho, seus bens e às vezes ainda coloca a culpa em Deus. Diante da dificuldade, do assalto, o preguiçoso diz: "É a vontade de Deus".
Quando se é preguiçoso, não se tem força para lutar contra o inimigo. Assim como um homem armado, não se tem força para vencer.
Que Deus nos livre deste sentimento perverso e malígno que é a preguiça!
sexta-feira, 8 de abril de 2011
Entendendo o sofrimento
Origem do nome
A palavra “realengo” tem a sua origem no latim vulgar “regalengu”, e tanto pode significar aquilo que pertence ou é relativo ao rei ou à realeza ou próprio dele ou dela
O mundo está chocado com a cena brutal ocorrida hoje no Rio de Janeiro.
Nunca, em nosso país, havia acontecido algo tão chocante.
O que leva alguém a cometer tanta brutalidade?
Esta é uma pergunta sem resposta, que ao mesmo tempo, dará lugar a milhares de opiniões divergentes, e intermináveis horas de debates e no final a resposta nunca será encontrada.
À tragédia do realengo, não há explicação, senão na palavra de Deus.
A Bíblia informa que , “nos últimos dias sobrevirão tempos difíceis... os homens serão ... blasfemos desobedientes aos pais e mães, ingratos, profanos, e sem afeição natural, ... sem domínio de si., cruéis. 2. Timóteo 3: 1-3
Furacões, tormentas, tempestades, incêndios e inundações, desastres em terra e mar, seguem-se um ao outro em rápida seqüência. A ciência busca explicação para tudo isso. Os sinais que em torno de nós se avolumam, prenunciando a próxima manifestação do Filho de Deus, são atribuídos a outra causa que não a verdadeira.
Em tempos assim, somos convidados pela Palavra a entender que “… o mundo inteiro jaz no Maligno.” (1 João 5.19b), que “… o príncipe deste mundo já está julgado.” (João 16.11), que o amor esfria quando a inquidade se multiplica (Mt 24.12), que não podemos nos moldar aos padrões deste século, antes precisamos nos transformar pela renovação da nossa mente (Rom 12.2), pois é precisamente no meio de uma geração corrompida e perversa que precisamos “… resplandecer como astros no mundo.” (Fil 2.15).Mais ainda, somos lembrados pelas Escrituras que precisamos chorar com os que choram ( Rom 12.15 ) e levarmos as cargas uns dos outros para cumprirmos a lei de Cristo(Gal6.2).
São, portanto, pelos pais e irmãos daquelas 12 crianças indefesas, cruelmente assassinadas na Escola Municipal Tasso da Silveira, em Realengo; bem como por outros feridos, as nossas orações…Aquelas crianças tiveram uma aula muito difícil, mas todos nós precisamos aprender as lições da solidariedade, da valorização da vida e, sobretudo, da importância de levarmos Deus a sério.
Jesus falando do sofrimento
Quiseram os seus discípulos e outros saber do mestre quem é que pecara, esse homem ou seus pais, para ele ter nascido cego.Os discipulos não querem saber se o sofrimento da cegueira era castigo dum pecado, o que para eles era evidente; querem tão-somente saber quem contraíra esse débito moral que esse cego estava pagando, ele mesmo ou seus pais. Que o débito existia parecia estar fora de dúvida, porque sofrimento supõe culpa: onde não há culpa não há sofrimento.Como se vê, os discipulos só conhecem o caráter negativo do sofrimento; nada sabem do seu aspecto positivo. Que possa haver um sofrimento-crédito lhes é totalmente ignoto; só conhecem um sofrimento-débito.Supõem eles, além disto, que o homem possa, na vida presente, solver um débito contraído numa vida passada; alguém deixou aquela existência anterior sem estar quite com a justiça cósmica, e tem de saldar a sua dívida na atual existência terrestre.
Mas por que pessoas boas, inocentes, sofrem? Algumas vezes pessoas boas erram e sofrem as conseqüências de seus pecados. Outras vezes elas sofrem por causa de erros cometidos por outras. E às vezes, elas sofrem porque vivem num mundo que foi amaldiçoado em conseqüência dos pecados da humanidade. Mas aqueles que amam a Deus podem sempre encontrar benefício no sofrimento: "Sabemos que todas as cousas cooperam para o bem daqueles que amam a Deus, daqueles que são chamados segundo o seu propósito" (Romanos 8:28). Como pode o sofrimento ajudar os cristãos fiéis?
A dor é uma grande ferramenta de ensino. Hebreus 12 revela que Deus disciplina os filhos que ele ama. Pais terrenos também disciplinam seus filhos porque os amam e querem exercitá-los no caminho certo. Em vez de nos ressentirmos contra a disciplina de Deus, devemos apreciar que ele tenha bastante cuidado para conosco a ponto de nos corrigir. "Toda disciplina, com efeito, no momento não parece ser motivo de alegria, mas de tristeza; ao depois, entretanto, produz fruto pacífico aos que têm sido por ela exercitados, fruto de justiça" (Hebreus 12:11). O salmista reconheceu o valor do sofrimento em sua própria vida: "Antes de ser afligido, andava errado, mas agora guardo a tua palavra... Foi-me bom ter eu passado pela aflição, para que aprendesse os teus decretos" (Salmo 119:67,71)
O sofrimento ajuda os cristãos a ficarem mais fortes. Jó era um homem devoto, mas pela aflição ele "cresceu" e se tornou um servo de Deus mais forte e mais humilde. Assim como o ouro é purificado ao passar pelo fogo, assim um cristão é purificado e fortalecido quando passa pela aflição (1 Pedro 1:6-9). O que sai da fornalha é melhor do que o que nela entrou. Esse sofrimento, então, não é porque temos errado, mas porque podemos fazer melhor.
Não sabemos todas as respostas
Muito sofrimento fica sem explicação. Jó passou seus dias implorando a Deus que lhe desse audiência e lhe explicasse porque sofria. Quando Deus finalmente apareceu, ele demonstrou que Jó não tinha capacidade nem para entender a resposta, muito menos para discutir com seu Criador. E no final, Jó aprendeu a confiar simplesmente em Deus. Algumas vezes o sofrimento que é inexplicável no momento, mais tarde é facilmente compreendido. Por que Deus permitiu que José fosse vendido como escravo e depois definhasse na prisão por manter sua pureza? Mais tarde o propósito ficou claro. Deus nunca prometeu que explicaria satisfatoriamente tudo o que acontece no mundo. Mas podemos confiar nele.
Paulo e seu espinho. A reação de Paulo quanto ao espinho em sua carne é um excelente modelo para se lidar com o sofrimento. Talvez Deus tenha deixado indefinida a natureza do espinho na carne de Paulo para que possamos usar esse modelo a fim de nos ajudar em qualquer tipo de sofrimento que enfrentamos. Observe como Paulo lidou com sua dificuldade: Œ Ele orou pela remoção do espinho três vezes. Certamente temos todo o direito de orar para que nossos sofrimentos sejam removidos. Ele aceitou o fato que teria que viver com ele. Nem todas as orações são respondidas afirmativamente. Quando Jesus orou no jardim para que o cálice fosse afastado dele se fosse a vontade de Deus, não foi a vontade de Deus. Quando Deus diz não, precisamos aprender a aceitar sua resposta. Ž Ele procurou bênçãos no espinho e percebeu que isto o ajudava a evitar de se exaltar. O Deus que obra todas as coisas juntas para o bem daqueles que o amam não permitirá que soframos em vão. Precisamos simplesmente procurar as lições e as bênçãos em nossos sofrimentos. Ele aprendeu a regozijar-se com "seu espinho". "Pelo que sinto prazer nas fraquezas, nas injúrias, nas necessidades, nas perseguições, nas angústias, por amor de Cristo. Porque, quando sou fraco, então, é que sou forte" (2 Coríntios 12:10).
Onde estava Deus no incidente da Escola Municipal Tasso da Silveira, em Realengo no Rio?
RESPONDO: ESTAVA NO MESMO LUGAR O POVO QUE TEM SE AFASTADO DELE
Slamos 73.28 Mas para mim, bom é aproximar-me de Deus; pus a minha confiança no Senhor DEUS, para anunciar todas as tuas obras
Origem do nome
A palavra “realengo” tem a sua origem no latim vulgar “regalengu”, e tanto pode significar aquilo que pertence ou é relativo ao rei ou à realeza ou próprio dele ou dela
O mundo está chocado com a cena brutal ocorrida hoje no Rio de Janeiro.
Nunca, em nosso país, havia acontecido algo tão chocante.
O que leva alguém a cometer tanta brutalidade?
Esta é uma pergunta sem resposta, que ao mesmo tempo, dará lugar a milhares de opiniões divergentes, e intermináveis horas de debates e no final a resposta nunca será encontrada.
À tragédia do realengo, não há explicação, senão na palavra de Deus.
A Bíblia informa que , “nos últimos dias sobrevirão tempos difíceis... os homens serão ... blasfemos desobedientes aos pais e mães, ingratos, profanos, e sem afeição natural, ... sem domínio de si., cruéis. 2. Timóteo 3: 1-3
Furacões, tormentas, tempestades, incêndios e inundações, desastres em terra e mar, seguem-se um ao outro em rápida seqüência. A ciência busca explicação para tudo isso. Os sinais que em torno de nós se avolumam, prenunciando a próxima manifestação do Filho de Deus, são atribuídos a outra causa que não a verdadeira.
Em tempos assim, somos convidados pela Palavra a entender que “… o mundo inteiro jaz no Maligno.” (1 João 5.19b), que “… o príncipe deste mundo já está julgado.” (João 16.11), que o amor esfria quando a inquidade se multiplica (Mt 24.12), que não podemos nos moldar aos padrões deste século, antes precisamos nos transformar pela renovação da nossa mente (Rom 12.2), pois é precisamente no meio de uma geração corrompida e perversa que precisamos “… resplandecer como astros no mundo.” (Fil 2.15).Mais ainda, somos lembrados pelas Escrituras que precisamos chorar com os que choram ( Rom 12.15 ) e levarmos as cargas uns dos outros para cumprirmos a lei de Cristo(Gal6.2).
São, portanto, pelos pais e irmãos daquelas 12 crianças indefesas, cruelmente assassinadas na Escola Municipal Tasso da Silveira, em Realengo; bem como por outros feridos, as nossas orações…Aquelas crianças tiveram uma aula muito difícil, mas todos nós precisamos aprender as lições da solidariedade, da valorização da vida e, sobretudo, da importância de levarmos Deus a sério.
Jesus falando do sofrimento
Quiseram os seus discípulos e outros saber do mestre quem é que pecara, esse homem ou seus pais, para ele ter nascido cego.Os discipulos não querem saber se o sofrimento da cegueira era castigo dum pecado, o que para eles era evidente; querem tão-somente saber quem contraíra esse débito moral que esse cego estava pagando, ele mesmo ou seus pais. Que o débito existia parecia estar fora de dúvida, porque sofrimento supõe culpa: onde não há culpa não há sofrimento.Como se vê, os discipulos só conhecem o caráter negativo do sofrimento; nada sabem do seu aspecto positivo. Que possa haver um sofrimento-crédito lhes é totalmente ignoto; só conhecem um sofrimento-débito.Supõem eles, além disto, que o homem possa, na vida presente, solver um débito contraído numa vida passada; alguém deixou aquela existência anterior sem estar quite com a justiça cósmica, e tem de saldar a sua dívida na atual existência terrestre.
Mas por que pessoas boas, inocentes, sofrem? Algumas vezes pessoas boas erram e sofrem as conseqüências de seus pecados. Outras vezes elas sofrem por causa de erros cometidos por outras. E às vezes, elas sofrem porque vivem num mundo que foi amaldiçoado em conseqüência dos pecados da humanidade. Mas aqueles que amam a Deus podem sempre encontrar benefício no sofrimento: "Sabemos que todas as cousas cooperam para o bem daqueles que amam a Deus, daqueles que são chamados segundo o seu propósito" (Romanos 8:28). Como pode o sofrimento ajudar os cristãos fiéis?
A dor é uma grande ferramenta de ensino. Hebreus 12 revela que Deus disciplina os filhos que ele ama. Pais terrenos também disciplinam seus filhos porque os amam e querem exercitá-los no caminho certo. Em vez de nos ressentirmos contra a disciplina de Deus, devemos apreciar que ele tenha bastante cuidado para conosco a ponto de nos corrigir. "Toda disciplina, com efeito, no momento não parece ser motivo de alegria, mas de tristeza; ao depois, entretanto, produz fruto pacífico aos que têm sido por ela exercitados, fruto de justiça" (Hebreus 12:11). O salmista reconheceu o valor do sofrimento em sua própria vida: "Antes de ser afligido, andava errado, mas agora guardo a tua palavra... Foi-me bom ter eu passado pela aflição, para que aprendesse os teus decretos" (Salmo 119:67,71)
O sofrimento ajuda os cristãos a ficarem mais fortes. Jó era um homem devoto, mas pela aflição ele "cresceu" e se tornou um servo de Deus mais forte e mais humilde. Assim como o ouro é purificado ao passar pelo fogo, assim um cristão é purificado e fortalecido quando passa pela aflição (1 Pedro 1:6-9). O que sai da fornalha é melhor do que o que nela entrou. Esse sofrimento, então, não é porque temos errado, mas porque podemos fazer melhor.
Não sabemos todas as respostas
Muito sofrimento fica sem explicação. Jó passou seus dias implorando a Deus que lhe desse audiência e lhe explicasse porque sofria. Quando Deus finalmente apareceu, ele demonstrou que Jó não tinha capacidade nem para entender a resposta, muito menos para discutir com seu Criador. E no final, Jó aprendeu a confiar simplesmente em Deus. Algumas vezes o sofrimento que é inexplicável no momento, mais tarde é facilmente compreendido. Por que Deus permitiu que José fosse vendido como escravo e depois definhasse na prisão por manter sua pureza? Mais tarde o propósito ficou claro. Deus nunca prometeu que explicaria satisfatoriamente tudo o que acontece no mundo. Mas podemos confiar nele.
Paulo e seu espinho. A reação de Paulo quanto ao espinho em sua carne é um excelente modelo para se lidar com o sofrimento. Talvez Deus tenha deixado indefinida a natureza do espinho na carne de Paulo para que possamos usar esse modelo a fim de nos ajudar em qualquer tipo de sofrimento que enfrentamos. Observe como Paulo lidou com sua dificuldade: Œ Ele orou pela remoção do espinho três vezes. Certamente temos todo o direito de orar para que nossos sofrimentos sejam removidos. Ele aceitou o fato que teria que viver com ele. Nem todas as orações são respondidas afirmativamente. Quando Jesus orou no jardim para que o cálice fosse afastado dele se fosse a vontade de Deus, não foi a vontade de Deus. Quando Deus diz não, precisamos aprender a aceitar sua resposta. Ž Ele procurou bênçãos no espinho e percebeu que isto o ajudava a evitar de se exaltar. O Deus que obra todas as coisas juntas para o bem daqueles que o amam não permitirá que soframos em vão. Precisamos simplesmente procurar as lições e as bênçãos em nossos sofrimentos. Ele aprendeu a regozijar-se com "seu espinho". "Pelo que sinto prazer nas fraquezas, nas injúrias, nas necessidades, nas perseguições, nas angústias, por amor de Cristo. Porque, quando sou fraco, então, é que sou forte" (2 Coríntios 12:10).
Onde estava Deus no incidente da Escola Municipal Tasso da Silveira, em Realengo no Rio?
RESPONDO: ESTAVA NO MESMO LUGAR O POVO QUE TEM SE AFASTADO DELE
Slamos 73.28 Mas para mim, bom é aproximar-me de Deus; pus a minha confiança no Senhor DEUS, para anunciar todas as tuas obras
quarta-feira, 6 de abril de 2011
O valor de sua palavra
Mateus 5:33-37
Outrossim, ouvistes que foi dito aos antigos: Não jurarás falso, mas cumprirás para com o Senhor os teus juramentos. Eu, porém, vos digo que de maneira nenhuma jureis; nem pelo céu, porque é o trono de Deus; nem pela terra, porque é o escabelo de seus pés; nem por Jerusalém, porque é a cidade do grande Rei; nem jures pela tua cabeça, porque não podes tornar um só cabelo branco ou preto.
Seja, porém, o vosso falar: Sim, sim; não, não; pois o que passa daí, vem do Maligno.Você é uma pessoa de PALAVRA? Quando você diz que vai fazer, você faz? Quando você diz que não vai fazer, você não faz?
É muito ruim lidar com pessoas sem palavra. A gente confia e acaba se decepcionando.
Nós, os ocidentais, somos conhecidos mundialmente como pessoas sem palavra. Os orientais conhecem muito mais o valor de uma palavra. O Brasil vive perdendo inúmeros contratos com empresas ou governos de outras nações por causa de nossa falta de palavra.
Vigiamos o que vamos falar com pessoas de autoridade e não ligamos para outros.
Exemplo: Pensamos duas vezes quando vamos falar com o pastor, o chefe, nossos pais, etc. Mas não nos importamos com nossos filhos, empregados, amigos, etc.
Entendemos, então, que o crédito que damos a uma palavra está diretamente ligado à pessoa que a declarou. Todo cristão verdadeiro PRECISA ter crédito em suas palavras. Este crédito, muitas vezes, demora a ser conquistado. Entretanto, ele pode ser perdido muito facilmente, BASTA UMA “SIMPLES” MENTIRA
A palavra de uma pessoa valia tanto quanto, ou até mais do que qualquer contrato, nota promissória, cheque etc.
Hoje, infelizmente, nossa palavra não vale mais nada, mesmo as palavras das pessoas integras e corretas, perderam o valor, devido a maioria que não vale nada.
Estava lembrando do filme Troia, quando o filho do rei da cidade de Troia, mata o primo de Aquiles, e Aquiles vai até o portão de da cidade e chama o filho do rei para um combate, mano a mano, os arqueiros, soldados de Troia, poderiam sair e acabar com Aquiles, mas eles eram corretos, tinham uma palavra, uma reputação, a zelar, eles estavam em um período de trégua para os exércitos se recomporem. Por isso não mataram Aquiles e ficaram assistindo Aquiles matar o filho do rei.
Duvido que hoje algum “Aquiles” teria coragem de fazer o mesmo, se fizesse saberia que iria morrer.Todos esses filmes que contam a história de antigamente mostram como a palavra de um homem tinha extremo valor.Hoje infelizmente não existe mais esse valor, para qualquer coisa precisamos assinar um monte de documentos e contratos.Faça valer a sua palavra, não prometa o que não pode cumprir, saiba dizer não, de uma forma educada, mas temos que dizer não as vezes, não compre o que não pode pagar, viva integralmente.
Honre sua palavra!
Deus valoriza a sua Palavra e por isto sempre cumpre suas promessas. Como bons filhos de Deus, devemos honrar nossa palavra, assim como Deus o faz. O justo não tem prazer na mentira e sendo assim, possui apenas uma palavra e sempre a cumpre, custe o que custar
Mateus 5:33-37
Outrossim, ouvistes que foi dito aos antigos: Não jurarás falso, mas cumprirás para com o Senhor os teus juramentos. Eu, porém, vos digo que de maneira nenhuma jureis; nem pelo céu, porque é o trono de Deus; nem pela terra, porque é o escabelo de seus pés; nem por Jerusalém, porque é a cidade do grande Rei; nem jures pela tua cabeça, porque não podes tornar um só cabelo branco ou preto.
Seja, porém, o vosso falar: Sim, sim; não, não; pois o que passa daí, vem do Maligno.Você é uma pessoa de PALAVRA? Quando você diz que vai fazer, você faz? Quando você diz que não vai fazer, você não faz?
É muito ruim lidar com pessoas sem palavra. A gente confia e acaba se decepcionando.
Nós, os ocidentais, somos conhecidos mundialmente como pessoas sem palavra. Os orientais conhecem muito mais o valor de uma palavra. O Brasil vive perdendo inúmeros contratos com empresas ou governos de outras nações por causa de nossa falta de palavra.
Vigiamos o que vamos falar com pessoas de autoridade e não ligamos para outros.
Exemplo: Pensamos duas vezes quando vamos falar com o pastor, o chefe, nossos pais, etc. Mas não nos importamos com nossos filhos, empregados, amigos, etc.
Entendemos, então, que o crédito que damos a uma palavra está diretamente ligado à pessoa que a declarou. Todo cristão verdadeiro PRECISA ter crédito em suas palavras. Este crédito, muitas vezes, demora a ser conquistado. Entretanto, ele pode ser perdido muito facilmente, BASTA UMA “SIMPLES” MENTIRA
A palavra de uma pessoa valia tanto quanto, ou até mais do que qualquer contrato, nota promissória, cheque etc.
Hoje, infelizmente, nossa palavra não vale mais nada, mesmo as palavras das pessoas integras e corretas, perderam o valor, devido a maioria que não vale nada.
Estava lembrando do filme Troia, quando o filho do rei da cidade de Troia, mata o primo de Aquiles, e Aquiles vai até o portão de da cidade e chama o filho do rei para um combate, mano a mano, os arqueiros, soldados de Troia, poderiam sair e acabar com Aquiles, mas eles eram corretos, tinham uma palavra, uma reputação, a zelar, eles estavam em um período de trégua para os exércitos se recomporem. Por isso não mataram Aquiles e ficaram assistindo Aquiles matar o filho do rei.
Duvido que hoje algum “Aquiles” teria coragem de fazer o mesmo, se fizesse saberia que iria morrer.Todos esses filmes que contam a história de antigamente mostram como a palavra de um homem tinha extremo valor.Hoje infelizmente não existe mais esse valor, para qualquer coisa precisamos assinar um monte de documentos e contratos.Faça valer a sua palavra, não prometa o que não pode cumprir, saiba dizer não, de uma forma educada, mas temos que dizer não as vezes, não compre o que não pode pagar, viva integralmente.
Honre sua palavra!
Deus valoriza a sua Palavra e por isto sempre cumpre suas promessas. Como bons filhos de Deus, devemos honrar nossa palavra, assim como Deus o faz. O justo não tem prazer na mentira e sendo assim, possui apenas uma palavra e sempre a cumpre, custe o que custar
sábado, 26 de março de 2011
Obreiro aprovado
Procura apresentar-te a Deus aprovado, como obreiro que não tem de que se envergonhar, que maneja bem a palavra da verdade." 2 Timóteo 2.15
O obreiro pode ser uma pessoa gabaritada, responsável, integra, intelectual, formada, pode ter uma série de fatores que culminam na formação ministerial, mas mesmo assim corre o risco de ser descartado (não ser valorizado) sem muito esforço.
Hoje os obreiros são fabricados para obedecer sem questionar, dar lucro sem entender a finalidade da arrecadação, são manipulados de tal forma que se tornaram marionetes dentro das igrejas, alienados, coagidos, formados para aceitar o que lhe é imposto e fazer aquilo que vai gerar receita, e não o que é correto e agrada a Deus, é uma verdadeira ditadura.
O obreiro tem que conhecer as regras básicas da politicagem, da enganação, tem que estarem dispostos a convencer a massa, a ludibriar...se você não aceitar essa filosofia, você está fora, simples assim.
Dizem que é uma questão de conceito, dizem que é visão, outros falam que é dinheiro, poder, status, mas independente disso, tenho certeza que é uma questão de vergonha na cara, não se pode trocar "caráter" por "carisma", não se pode descartar um obreiro pelo fato de que ele não aceita ser "cego", "surdo" e "mudo" ou não concorda as condutas"superiores".
A igreja contemporânea precisa valorizar sua maior riqueza, o obreiro, aquele que desbravou, suou a camisa, lutou, chorou, amou o serviço cristão, se preocupou com as almas, com o crescimento sadio, com a assistência social...se preocupou em fazer campanhas, levar o nome de Deus aos povos não alcançados pela palavra...a igreja deve amparar, entender e dar assistência ao obreiro, uma pessoa disposta a dizer em todos os momentos: "podem contar comigo"
O texto fala que o obreiro precisa ser aprovado.
Isto significa que ele será examinado.
É preciso que cada um examine a si mesmo (ICo.11.28),
porque, finalmente, seremos avaliados pelo Senhor.
Nossa obra também será provada (ICo.3.13).
13 A obra de cada um se manifestará; na verdade o dia a declarará, porque pelo fogo será descoberta; e o fogo provará qual seja a obra de cada um.
Então, cada um receberá o galardão conforme as suas obras (Mt.16.27).27 Porque o Filho do homem virá na glória de seu Pai, com os seus anjos; e então dará a cada um segundo as suas obras.
Procura apresentar-te a Deus aprovado, como obreiro que não tem de que se envergonhar, que maneja bem a palavra da verdade." 2 Timóteo 2.15
O obreiro pode ser uma pessoa gabaritada, responsável, integra, intelectual, formada, pode ter uma série de fatores que culminam na formação ministerial, mas mesmo assim corre o risco de ser descartado (não ser valorizado) sem muito esforço.
Hoje os obreiros são fabricados para obedecer sem questionar, dar lucro sem entender a finalidade da arrecadação, são manipulados de tal forma que se tornaram marionetes dentro das igrejas, alienados, coagidos, formados para aceitar o que lhe é imposto e fazer aquilo que vai gerar receita, e não o que é correto e agrada a Deus, é uma verdadeira ditadura.
O obreiro tem que conhecer as regras básicas da politicagem, da enganação, tem que estarem dispostos a convencer a massa, a ludibriar...se você não aceitar essa filosofia, você está fora, simples assim.
Dizem que é uma questão de conceito, dizem que é visão, outros falam que é dinheiro, poder, status, mas independente disso, tenho certeza que é uma questão de vergonha na cara, não se pode trocar "caráter" por "carisma", não se pode descartar um obreiro pelo fato de que ele não aceita ser "cego", "surdo" e "mudo" ou não concorda as condutas"superiores".
A igreja contemporânea precisa valorizar sua maior riqueza, o obreiro, aquele que desbravou, suou a camisa, lutou, chorou, amou o serviço cristão, se preocupou com as almas, com o crescimento sadio, com a assistência social...se preocupou em fazer campanhas, levar o nome de Deus aos povos não alcançados pela palavra...a igreja deve amparar, entender e dar assistência ao obreiro, uma pessoa disposta a dizer em todos os momentos: "podem contar comigo"
O texto fala que o obreiro precisa ser aprovado.
Isto significa que ele será examinado.
É preciso que cada um examine a si mesmo (ICo.11.28),
porque, finalmente, seremos avaliados pelo Senhor.
Nossa obra também será provada (ICo.3.13).
13 A obra de cada um se manifestará; na verdade o dia a declarará, porque pelo fogo será descoberta; e o fogo provará qual seja a obra de cada um.
Então, cada um receberá o galardão conforme as suas obras (Mt.16.27).27 Porque o Filho do homem virá na glória de seu Pai, com os seus anjos; e então dará a cada um segundo as suas obras.
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