Meditemos na história de esaú e de Jaco e veremos que é possível perdoar.
Jaco aproveitando-se de um momento de fraqueza de seu irmão, que voltava do campo muito cansado, quase desfalecido. Já em Gn 27.1-29 nos é revelado de que forma Jacó com a ajuda de sua própria mãe Rebeca, enganou a Isaque seu pai, e a Esaú seu irmão, para obter a benção de Isaque. E assim o fez Jacó, conseguiu a benção de seu pai e isso encheu o coração de Esaú de ódio, a tal ponto de Esaú jurar Jacó de morte (Gn 27.41). Rebeca ao ficar sabendo da intenção de Esaú orienta Jacó a se refugiar na casa de Labão por “alguns dias”, até o furor de Esaú passasse. Só que esses “alguns dias” se tornaram longos 20 anos. Até que Deus fala pra Jacó retornar para sua terra e no meio da viagem Jacó recebeu a noticia de que Esaú estava se aproximando, acompanhado de 400 homens (Gn 32.6) Jacó pensou logo no pior! Ficou apavorado! Talvez pensando que seu irmão estava vindo se vingar, enviou a Esaú parte de suas posses, como presentes para que pudesse ser bem recebido (Gn 32.13-23). Mas para sua grande surpresa, seu irmão Esaú correu ao seu encontro, o abraçou, beijou e eles choraram (Gn 33:4). Dai, percebemos que com o passar dos anos Esaú conseguiu perdoar a seu Irmão, porem Jacó não conseguiu primeiramente se perdoar, os feitos do passado ainda se remoíam dentro dele. E conosco às vezes também é mais ou menos assim, às vezes perdoamos alguém, às vezes não, às vezes conseguimos nos perdoar, outras vezes não. E entendemos que com essas questões de perdoar ou ser perdoado, perdemos muito tempo e deixamos de viver momentos importantes junto de quem amamos. Assim como aconteceu com Jacó, também somos por muitas vezes surpreendidos com a graça e o perdão de Deus ou até mesmo de alguém a quem fizemos algum tipo de mal, e isso acontece geralmente quando menos esperamos, ou quando de jeito nenhum merecemos. Porem foi exatamente assim que Deus fez conosco, nos deixando exemplo, ao dar ao mundo a salvação através de seu filho Jesus Cristo, nos concedendo um favor totalmente desmerecido, porque na verdade o que merecíamos era a condenação!
Uma grande arma está sendo desperdiçada no campo de batalha de nossas vidas. Essa arma tem um grande poder e força ante o inimigo, porém poucos são a que a utiliza. Ela também é um dos grandes problemas, causa de doenças psicossomáticas e até de morte (dentro e fora da igreja). Essa arma é o perdão. E a falta dela, de liberação do perdão significa um passo a mais que pode levar a pessoa à morte espiritual. Não é fácil \”liberar o perdão, mas é necessário\”. Conter o ódio e a ira com uma pessoa ante uma situação que muitas vezes nos fez \”supostamente\” sofrer , segundo a nossa justiça , não é uma tarefa das mais simples. E sabendo também, que essa pessoa foi motivo de prejuízo em sua vida e passar com isso \”engasgado\” na garganta não é uma coisa que se consegue da noite para o dia. Mas o perdão mostra o caráter do amor de Deus. A palavra diz em salmos 130.4 que: Ao Senhor está o perdão e que ao Senhor pertence a misericórdia e o perdão (Dn 9.9). O que seria desta Terra se não fosse o perdão e a misericórdia do Senhor. Quanta vez foi Ele rejeitado, bem como as suas palavras e ignorado o poder pelo Seu povo? Quantas vezes o Senhor \”deu tempo\” para que o povo se arrependesse (II Cr 7.14). Também o Senhor evitou que mal maior fizesse a Terra devido a sua misericórdia. Foi assim com Noé, no dilúvio (Gn 6.7-9) e Abraão em Sodoma e Gomorra (Gn 18.21-33). Pelo perdão de Deus a terra inteira não foi destruída por inteiro. Em muitos desses casos a iniqüidade era tanta que só restava mesmo era o juízo. Mas de uma certa forma, nós fomos perdoados. São tantos os exemplos de perdão de Deus, que não caberia neste artigo. Mas sabemos que uma característica de Deus é o perdão. E nós também devemos perdoar. Devemos perdoar a todos, mesmo quando é alguém próximo (ex: irmãos), cujo parentesco e confiança nos foi traído. Parece que aí fica mais difícil perdoar. A traição moral dói mais que a traição de caráter físico. Um exemplo de perdão entre familiar, entre irmãos, foi de Esaú e Jacó. Sabemos que Esaú e Jacó eram gêmeos (Gn 25.14-27). Mas somente um poderia ficar com a primogenitura (uma honra especial dada ao primogênito que incluía herança e posição de líder). Um errou por mentir para obter a primogenitura e o outro não deu a importância de ser primogênito e o vendeu por um prato de comida. Após muito tempo de separação o poder do perdão se manifestou entre esses dois irmãos e houve perdão de ambos. Mas para que isso acontecesse um dentre eles deveria tomar a ação de humilhação (dar o braço a torcer). Nesse caso foi Jacó que tomou a iniciativa. Quando alguém toma atitude de perdoar já é meio caminho andado. Jacó se portou como servo ao seu irmão, se inclinando 7 x (esse sinal era feito somente ao reis) e reconhecendo que errou também. Essas sete x também seria o número de vezes que deveríamos perdoar (Lc 17.3-4 ), mas Jesus nos disse que não somente, mas 70 x 7 (Mt 18.21-22). O perdão tem efeito de cancelar a dívida e desarmar o Diabo. Aliás, Paulo escrevendo a seu irmão Filemon sobre Onésimo (ex-empregado de Filemon) que agora seria irmão na fé disse: \”se algum dano te fez ou se deve alguma coisa, lança tudo em minha conta\”. O que Paulo queria é que o poder do perdão fosse consumado na vida daquelas duas pessoas, ante separadas por condições sociais e atitudes erradas no passado, mas que agora, sendo \”irmãos em Cristo\” e vivendo em novidade,pelo perdão, se vinculassem mutuamente pelo amor, se suportando e se perdoando (Cl 3.13-14), assim como Deus em Cristo nos perdoou (Ef 4.32). Aquele que não perdoa vive com amargura, vive uma vida amarga. O Escritor de Hebreus fala que onde tiver alguma \”raiz\” de amargura e crescendo, causa perturbação. Diz mais, diz que isso \”contamina\” o corpo(Hb 12.14-15). E isso se refere a você e também ao corpo de Cristo. Devemos sempre nos arrepender e perdoar. Muitas vezes somos como o irmão mais velho do Filho pródigo (Lc 15.11-32) que não se alegrou na volta do irmão mais velho e na alegria do Pai. (Lc 6.36; Mt 21.28; Mt 18.21). Esquecemos que Ele nos perdoou e que cancelou a dívida (Mt 18.32; Cl 2.13-14). Parecemos que somos filhos únicos. Esquecemos que somos filhos do mesmo Pai e que Ele também é juiz e sabe qual a intenção dos nossos corações. O grande inimigo do perdão se chama \”julgamento\”. Quando julgamos e ainda existe ódio e ira em nossos corações, nós literalmente somos como homicidas espirituais contra nossos irmãos e estaremos sujeitos a julgamento (Rm 14.13; I Jo 3.15). A palavra diz que: \”Ouvistes o que foi dito: Não matarás e quem matar estará sujeito a julgamento, porém vos digo, diz o Senhor\”. \”Todo aquele que (sem motivo) se irar contra seu irmão estará sujeito a julgamento\” e quem proferir um insulto a seu irmão estará a julgamento do tribunal e quem lhe chamar: Tolo, estará sujeito ao inferno de fogo (MT 5.22). Que palavra tremenda essa, pois faz nos refletir sobre nossas atitudes. O Senhor nos mostra que devemos perdoar e reconciliar-se com aqueles que magoamos e por eles fomos magoados no caminho (Mt 5.23-25), para que o adversário não entregue ao Juiz , oficial de justiça e sejas recolhido á prisão. Quantos são os que estão presos espiritualmente porque não perdoaram os seus \”inimigos\”, segundo as suas próprias justiças. A pior prisão que um cristão pode ter é estar sujeito ao inferno de fogo e achar que estará sujeito ao paraíso e tudo isso pela falta de perdão e justiça própria. Não se iluda, pois até sua oferta o Senhor desprezará se não perdoares, lembrando que o maior prejudicado será você(Mt 6.15). Então querido, perdoe, para que Satanás não alcance vantagem sobre nós, mesmo que ainda você esteja certo, pois o Senhor há de tocar o coração do penitente.(II Cor 2.5-11). Amados, se você tem algo contra teu irmão, parente ou mesmo alguém que foi próximo a você, este é o tempo de perdão e de reconciliação. Não espere o tempo passar e esta ferida da alma aumentar, pois pode ser tarde demais. Tome você a iniciativa, não procure no outro aquilo que Deus pediu para você fazer. Se essa pessoa não tomar atitude, você saberá que cumpriu com certeza o que o Senhor determinou que fizesse. Desarme o inimigo hoje mesmo, querido, libere o perdão e siga o exemplo de nosso Jesus quando estava na cruz que disse: Pai perdoa-lhes, porque não sabem o que fazem (Lc 23.34). E é esse mesmo Jesus que pede para você hoje perdoar. Porque o juízo é sem misericórdia para com aquele que não usou de misericórdia. A misericórdia triunfa sobre o juízo (Tg 2.13).
Quero usar esse recurso que está em minhas mãos para ajudar a vc se precaver de heresias,desvio doutrinário e de falsos mestres.Espero somar conhecimento para seu elevo espiritual.
segunda-feira, 15 de agosto de 2011
sexta-feira, 12 de agosto de 2011
Pessoas precism de suas orações!!
Com toda oração e súplica, orando em todo tempo no Espírito e com isto em vista estar em alerta com toda a perseverança e súplica por todos os santos."Efésios 6: 18
Pois ele está orando." Atos 9.11
Estas quatro palavras têm muito conteúdo. O próprio Deus se dirige a Ananias quando o manda procurar Saulo de Tarso, e descreve também onde o mesmo pode ser encontrado, ou seja, em algum lugar da rua chamada "Direita". Ali se encontrava Saulo, cego, do qual o Senhor diz: "...pois ele está orando." O Senhor sabia muito bem o quanto Ananias e todos os crentes de Damasco temiam Saulo.
Mas Deus vê além: "...pois ele está orando." Ananias ficou perplexo ao receber a tarefa de procurar Saulo de Tarso por ele estar orando, e disse: "Senhor, de muitos tenho ouvido a respeito desse homem, quantos males tem feito aos teus santos em Jerusalém...
" Ele ficou tão amedrontado que até contraria o Senhor. Mas o Senhor diz: "...pois ele está orando", isto é, Saulo tinha se transformado. Não se trata apenas de orar, mas de orar de tal maneira que as orações de fato cheguem à presença de Deus! Só assim elas terão um efeito poderoso. A oração muda tudo, muda e transforma também aquele que faz a oração! Saulo de Tarso estava espiritualmente morto, mas seu testemunho posterior revelou o caminho da oração vitoriosa.
Pr.Alex Rabello
Com toda oração e súplica, orando em todo tempo no Espírito e com isto em vista estar em alerta com toda a perseverança e súplica por todos os santos."Efésios 6: 18
Pois ele está orando." Atos 9.11
Estas quatro palavras têm muito conteúdo. O próprio Deus se dirige a Ananias quando o manda procurar Saulo de Tarso, e descreve também onde o mesmo pode ser encontrado, ou seja, em algum lugar da rua chamada "Direita". Ali se encontrava Saulo, cego, do qual o Senhor diz: "...pois ele está orando." O Senhor sabia muito bem o quanto Ananias e todos os crentes de Damasco temiam Saulo.
Mas Deus vê além: "...pois ele está orando." Ananias ficou perplexo ao receber a tarefa de procurar Saulo de Tarso por ele estar orando, e disse: "Senhor, de muitos tenho ouvido a respeito desse homem, quantos males tem feito aos teus santos em Jerusalém...
" Ele ficou tão amedrontado que até contraria o Senhor. Mas o Senhor diz: "...pois ele está orando", isto é, Saulo tinha se transformado. Não se trata apenas de orar, mas de orar de tal maneira que as orações de fato cheguem à presença de Deus! Só assim elas terão um efeito poderoso. A oração muda tudo, muda e transforma também aquele que faz a oração! Saulo de Tarso estava espiritualmente morto, mas seu testemunho posterior revelou o caminho da oração vitoriosa.
Pr.Alex Rabello
quinta-feira, 11 de agosto de 2011
“Pois ele te livrará do laço do passarinheiro e da peste perniciosa. Cobrir-te-á com as suas penas, e sob suas asas, estarás seguro; a sua verdade é pavês e escudo“ (Sl 91.3-4).
Embora em muitas passagens da Bíblia tenhamos promessas da fidelidade, da provisão e da proteção de Deus, a tarefa mais difícil dos cristãos, a meu ver, consiste em seguir a ordem expressa nas três palavras “não andeis ansiosos“.
Uma senhora idosa disse certa vez que havia sofrido muito, principalmente por causa de preocupação e medo de coisas que nunca aconteceram. Corrie tem Boom disse sobre este assunto: “Eu creio que, quando nos preocupamos, praticamente nos comportamos como ateus. Ou cremos em Cristo, ou não cremos. Ele disse: “Eu venci o mundo“. Ele venceu? Ou Ele apenas nos prega uma peça de mau gosto?“
Muitas vezes procedemos como pessoas que usam o elevador, mas não colocam a pesada mala no chão, preferindo segurar todo o peso. Na verdade somos crentes, mas simplesmente não nos aventuramos a entregar a nossa carga de preocupações Àquele que quer se preocupar conosco, que cuida de nós e nos conclama na Bíblia, “Não se preocupem!“ Na prática, como demonstramos que “não nos preocupamos com nada“?
Filipenses 4.6-7 nos diz: “Não andeis ansiosos de coisa alguma; em tudo, porém, sejam conhecidas, diante de Deus, as vossas petições, pela oração e pela súplica, com ações de graça. E a paz de Deus, que excede todo o entendimento, guardará o vosso coração e a vossa mente em Cristo Jesus.“ “Não se aflijam com nada; ao invés disso, orem a respeito de tudo; contem a Deus as necessidades de vocês, e não se esqueçam de agradecer-Lhe suas respostas“ (Fp 4.6, A Bíblia Viva).
A exortação de Deus, “Não andeis ansiosos,“ não é um conselho amoroso, um desejo ou um pedido, mas uma ordem! Nela somos chamados a assumir a tarefa mais pesada dos cristãos.
· Você crê que o Senhor Jesus ouve as orações?
· Você crê que Deus zela pelos nossos interesses?
· Você crê que Deus consegue resolver mesmo as nossas maiores dificuldades?
· Você crê que nada em nossa vida passa despercebido para o Senhor Jesus?
· Você crê que Deus é Todo-Poderoso?
· Você crê que Deus nos dirige e faz com que tudo contribua para o nosso bem?
Se você pode responder a todas estas perguntas afirmativamente, então, por que ainda se preocupa?
A Bíblia está cheia de exemplos da providência de Deus para com o Seu povo e para com os Seus filhos:
· Israel esteve por 40 anos no deserto. Nunca faltou pão e água aos israelitas, e suas sandálias não se gastaram nos seus pés (Dt 29.5). Quando Josué e Calebe entraram na Terra Prometida, ainda tinham nos pés as mesmas sandálias que usavam quando saíram do Egito!
Ele veste os lírios no campo com glória e esplendor maiores que a glória de Salomão (Mt 6.28-30). Ele, que se preocupa com cada boi, quanto maior cuidado tem de nós (1 Co 9.9-10)!
· Jesus Cristo, o Bom Pastor, toma sobre Seus ombros cada ovelha perdida que encontra (Lc 15.3-7), como o sumo sacerdote trazia sobre seus ombros e sobre seu peito os nomes das doze tribos de Israel (Ex 28.6-29). E Jesus é o grande Sumo Sacerdote.
· Nossos nomes estão gravados nas Suas mãos. Na cruz Ele nos sustenta plenamente (Is 49.16).
· Ele conta os cabelos da nossa cabeça, e nossas lágrimas são recolhidas por Deus e inscritas no Seu livro (Mt 10.30 e Sl 56.9). Qual pai ou mãe já fez isso, alguma vez, com seus filhos?
· Nenhuma arma forjada contra nós prosperará (Is 54.17); nós somos como a menina do Seu olho (Zc 2.8).
· Não submergiremos nos rios e não queimaremos no fogo (Is 43.2).
· Em toda a nossa angústia Ele é angustiado (Is 63.9).
· Aquele que nos guarda não dormita nem dorme (Sl 121.3-4).
· Ele nos compreende mesmo sem palavras, disse o rei Davi (Sl 139.2).
· Ele é tão grande que entregou Sua vida por nós (Jo 10.11), e não cuidaria de nós todos os dias?
· Ele nos carregará até que tenhamos cabelos brancos e cuida de nós “desde o princípio até ao fim do ano“ (Is 46.4 e Dt 11.12).
· E em Hebreus 13.5 lemos: “De maneira alguma te deixarei, nunca jamais te abandonarei“.
Por que não devemos nos preocupar
-1.Porque as preocupações são desnecessárias
Não estamos expostos ao destino cruel, nem entregues ao acaso. Pelo contrário, está escrito que Ele, por amor do Seu nome, nos guia pelas veredas da justiça (Sl 23.3). Quando Rute procurou ansiosamente um campo de cereal maduro para poder sobreviver com sua sogra, está escrito: “Por casualidade entrou na parte que pertencia a Boaz“ (Rt 2.3).
Isso foi mero acaso, ou foi o Senhor que a dirigiu? Quando Rute voltou para sua sogra Noemi com bastante cevada e lhe contou tudo, será que ela disse: “Oh, que coincidência!“? Não, ela sabia muito bem que isso fora o cuidado de Deus por elas e se regozijou, dizendo: “Bendito seja ele (Boaz) do Senhor, que ainda não tem deixado a sua benevolência nem para com os vivos nem para com os mortos“ (v. 20). A graça e o fiel cuidado de Deus estavam por detrás da vida dessas duas mulheres.
2. Porque as preocupações não adiantam
De maneira nenhuma elas são capazes de solucionar algum problema. Certa vez, alguém disse: “As preocupações nunca eliminam as dores do futuro, mas acabam com o poder do presente.“ Com preocupações não podemos prolongar nossa vida (Mt 6.27).
3. Preocupações são nocivas
Li recentemente que as enfermidades psicossomáticas têm aumentado muito. Muitas úlceras, problemas cardíacos e outras doenças têm sua origem nas preocupações. Elas provocam tensões, mau humor e nervosismo.
4. Preocupações nos tiram a liberdade
Corrie ten Boom disse: “Provavelmente as preocupações são nossos carcereiros mais constantes.“
5. Preocupações são pecado
A Bíblia diz: “tudo o que não provém de fé é pecado“ (Rm 14.23b). Preocupações põem em dúvida a sabedoria e o poder de Deus. Elas insinuam que Ele não age, que não se importa conosco e que não se interessa por nós.
terça-feira, 9 de agosto de 2011
TALVEZ VOCÊ SE SINTA ASSIM
Algo que me preocupa muito é saber qual será o efeito do trânsito religioso sobre indviduos os filhos dos transeuntes. Há muitas famílias hoje circulando, todos os domingos, de igreja em igreja, levando consigo seus filhos menores ou adolescentes. Qual será a identidade religiosa desses herdeiros do trânsito? Qual fé abraçarão? Como e com quem desenvolvem seus relacionamentos? Como usam o tempo disponível? Pode-se observar no judaísmo e no islamismo, por exemplo, a transmissão de valores éticos, sociais e espirituais de uma geração a outra. Mas, parece que a preocupação com a transmissão de tais valores ou herança é ausente em muitos adeptos do neopentecostalismo. O crente em trânsito não cria raiz em nenhuma igreja. Não consegue cultivar relacionamentos e é avesso aos compromissos que normalmente surgem do envolvimento entre o fiel e a igreja: freqüentar os cultos, contribuir e participar das atividades. Ele prefere, ao contrário, diluir-se na multidão. Assim, entra e sai sem ser notado ou cobrado de alguma coisa.
Durante os últimos meses, li alguns depoimentos, que de fato, me comoveram. Irmãos em Cristo, porém dispersos por aí, alguns ligados a uma igreja, outros não. Pessoas que sinceramente querem viver para Deus, mas a decepção que tiveram com a "igreja" foi grande. Estarei reiniciando uma série de estudos com esta temática.
Nesta primeira parte vou colocar dois depoimentos, de duas pessoas. Um foi postado pela própria pessoa em seu blog, outro foi dado como comentário em outro blog, dando sua opinião sobre disputa eclesiástica. Retirei a identificação pessoal dos depoimentos, em seguida vou colocar meu comentário, que eu dei a uma das pessoas. Acredito que muitos estejam na mesma situação que os depoentes. Faço isso, na esperança de ajudar quem está assim.
DEPOIMENTO I - "Qualquer disputa por poder, dentro da Igreja, enfraquece o testemunho, a missão, a pregação do Evangelho, a busca pelos desgarrados, o trabalho na seara... Porque nossa luta não é contra a carne, mas espiritual. Não sou nada, em Igreja nenhuma. Não tenho cargo, não quero ser da liderança, não aspiro a posto nenhum.
Se Deus me abençoar para mostrar e pregar a Palavra e o Amor dEele, defeituosa de nascença como sou, a qualquer pessoa que encontrar pela frente, já vou achar uma honra e um favor. Às vezes me pergunto porque após anos eu não tenho ânimo para ir à Igreja. Oro em casa, leio a Bíblia em casa, canto sozinha, deposito dízimo e contribuiçoes no caixa eletrônico.
É por causa de coisas assim, Congressos, reuniões, publicações, disputas. Eu fico triste com isso, porque fora da Igreja as pessoas estão morrendo sem Deus, e o número dos que morrem sem saber que Ele veio e morreu por nós, por seu imenso Amor, é crescente. Quero ir para onde Ele me mandar, mas peço para ser sempre esse nada, dentro da instituição Igreja".
DEPOIMENTO II - "As vezes me pego assim, diante de mim mesma, e a perguntar o porque dos fatos, o que afinal é certo ou errado. Tenho fé, creio em Cristo muito mais do que em mim mesma, conheço Seu Poder e Seu Amor como muitos sequer imaginam conhecer um dia.
Já precisei Dele e fui socorrida e já fui socorrida sem saber que precisava Dele. Iniciei minha vida em Cristo diante do maior dos milagres, diante do milagre da vida - literalmente. Sei que minha própria vida e minha conversão por si só já é um milagre e me alegro nisso, agradeço e adoro por isso.
Vivi anos a fio dentro de uma única igreja, tive um único pastor e me entreguei de corpo e alma a um único ministério.
Esse ministério já não existe mais, esse pastor já não é mais pastor e essa igreja fechou suas portas. O que se chama de pecado, de ira, de inveja, vaidade e adultério (nos dois sentidos da palavra) entraram nessa igreja e tomaram por completo seus líderes, impedindo-os de verem a verdade e consequentemente se libertarem de todas essas coisas.
Vi desmoronar sonhos, dissolverem-se adoradores, dispersarem-se ovelhas, acusarem-se inocentes, mentiras sendo ditas com vozes doces e suaves, acusações atiradas de púlpito sem direito de defesa ou resposta, pastores e apóstolos reunidos e sentados à mesa do café e combinando como atacar e destruir aqueles que supostamente os afrontavam.
Vi usarem a Bíblia e o Nome de Deus para acusar e condenar, enfim, como se diz entre nós, vi o diabo "sentado e rindo" dentro da igreja enquanto os ditos crentes se degladiavam.
Descobri , com o passar do tempo, que amizades que eram declaradas não passavam de interesse pessoal, chacorrices ditas pelas costas de quem se entregava e se dedicava com amor, e o pior, vi roubarem a alegria do rosto de muitas pessoas.
Hoje, coloco em dúvida muitas coisas que aprendi naquele lugar e com aquelas pessoas.
Me martirizo em dúvidas sobre pentecostalismos e doutrinas e já não sei mais o que fazer. São quase 2 anos sem igreja, visitando uma ou outra mas nunca estando em nenhuma.
Sinto uma falta imensa, mas não consigo mais me entregar. Moro numa cidadezinha pequenina e conheço de trás pra frente toda crentolândia desse lugar. Conheço suas histórias, suas famílias, seus atos e desatos, e creio que isso seja o que mais me assusta e me afasta do convívio com eles.
Nessa tal igreja que fechou, eu conseguia ficar sim, porque encontrava lá o amor que era pregado, e durante muitos anos foi verdadeiro e maravilhoso, mas não suportou quando o pecado tomou a cúpula pastoral.
Uma tristeza só. Hoje vejo andando por aí, pastores sofrendo de depressão bipolar profunda e virando a cara para todos nas ruas, odiando com uma força que me assusta e tendo muita vergonha de tudo, vejo pastoras que sustentam as piores mentiras para defender suas crias e que se escondem envergonhadas dentro de casa, invadidas pela solidão e desprezo de grande parte da cidade que conhece seus atos.
Vejo castelos que desmoronaram, vidas retalhadas e tentando mostrar um equilíbrio que não existe e areia espalhada por todos os lados.
Vejo a mentira tomando o corpo da verdade e impedindo a cura, o perdão e o sorriso.
Vejo um apóstolo se vangloriando em cima do fechamento dessa igreja só porque essa o assustava.
Cansei de ver os interesses humanos acima dos interesses de Deus.
Não suporto mais ver inocentes pagando o preço alto pelo que não fizeram.
Não aguento mais mentiras ditas com lágrimas, voz doce, pestanas caídas e com tanta cara de pau.
Me enojo diante de tanta falsidade e hipocrisia, e em resumo, me afasto do convívio denominacional.
É muito simples me dizerem que preciso da igreja , que sem ela não sobrevivo, que preciso estar em comunhão com irmãos , que tenho que olhar para Deus e não para os homens.... é muito simples dizer isso para os outros, eu mesmo já disse muito para pessoas que um dia eu julguei estarem desviadas, mas quando é você quem vive essas dores e dúvidas, fica tudo mais difícil.
Já tive até mesmo vontade de mudar dessa cidade tão lindinha, só pra encontrar uma outra igreja, mas sei que os homens estarão em todas e que encontrarei tudo igual a aqui.
Então, vou ficando nessa em que estou, sozinha, visitando uns e outros, recusando convites para estar com uns e outros, mas nunca negando a Cristo.
Vou caminhando assim, com ELE, mas um dia aqui e outro lá, orando para que esses ditos líderes reconheçam seus erros e sejam curados, pois sei que são pessoas boas e merecedoras da Graça de Deus.
Vou seguindo meu caminho, esperando um dia encontrar as tão famosas águas tranquilas e os tão desejados pastos verdejantes que com tanta alegria eu já experimentei".
MEU COMENTÁRIO
O grande problema da religião é este: Deus só é Deus dentro de suas estreitas paredes! Desse modo, a gente de uma certa maneira, fica “viciado” pela religião, e acreditando que as visitas a um determinado lugar ou endereço equivalem a usufruir a “presença de Jesus”, quando se afasta daquela “congregação”, sempre se sente desviado de Deus.
Trata-se de um poder tão grande esse da religião, que muita gente de fato deixa de orar, de ler a Palavra, de testemunhar a fé, de dizer o que pensa e crê, de ser sal da terra e luz do mundo, de enfrentar o mal, de repreender o diabo, de celebrar o amor de Deus, etc...apenas porque não gosta de um lugar e decidiu que ali não dá. Assim nascem os “desviados”.
Algumas vezes a pessoa deixa o Caminho mesmo. Perde a exultação na esperança e não crê na Graça de Deus. Porém, quem conheceu a Graça de Deus em Cristo se torna indesviável. Pode até não gostar da “cultura de igreja”. Pode até, circunstancialmente, não desejar nenhum envolvimento. Pode até estar vivendo uma estação de desapontamento e falta de alegria no convívio cristão, razões jamais faltarão, como no seu depoimento.
Então se pergunta: Para o que serve a igreja como ajuntamento humano? Bem, para mim ela é Fundamental, embora não seja Essencial. Cristo é Essencial. Sem Ele não há salvação! A Igreja é Fundamental. Sem ela não se cresce em maturidade e comunhão! Sem Jesus não há nada. Sem a Igreja não há muitas coisas boas. A Carta aos Hebreus diz que não devemos deixar de nos congregar com os irmãos. A saúde humana demanda convívio.
Bem, dizendo isto não estou desencorajando você a deixar de ir a uma igreja. Ao contrário: penso que você precisa muito congregar. E também não estou dando nenhum pouquinho de força para você ficar onde está, ou seja: lugar nenhum. O pior é que quanto mais esse pensamento se instala, mais a pessoa se “sente” longe de Deus mesmo. Trata-se, portanto, de um afastamento psicológico de Deus, e baseado na culpa de não gostar da representante de Deus na terra: a “igreja”. Assim, quanto MENOS a pessoa gosta da “igreja”, MAIS julga que está longe de Deus.
Ora, o caminho é justamente o inverso: eu tenho que ter uma relação muito forte e firme na Graça de Deus com Deus, a fim de suportar a “igreja”. Ou seja: eu tenho que ser Igreja a fim de poder conviver com a “igreja”. Do contrário, aconteceria comigo o que acontece com milhares: quando não agüentam mais a “igreja”, deixam a fé; e assumem seu desvio de Deus, indo de mal a pior.
Portanto, o que aconselho nesses casos é pegar sua Bíblia e lê-la. Reiniciar a vida oração (isto quando a pessoa parou com essas duas atividades). Saiba que Deus é seu Pai. Creia em Jesus e saiba que se você é Dele ninguém e nem nada a tirarão de Suas mãos. E, por último, procure um lugar leve, legal de estar, e freqüente sem neurose. A Palavra faz o resto do trabalho. No mais você é livre para ficar onde for bom. Simplesmente abrace o seu chamado em Cristo
Algo que me preocupa muito é saber qual será o efeito do trânsito religioso sobre indviduos os filhos dos transeuntes. Há muitas famílias hoje circulando, todos os domingos, de igreja em igreja, levando consigo seus filhos menores ou adolescentes. Qual será a identidade religiosa desses herdeiros do trânsito? Qual fé abraçarão? Como e com quem desenvolvem seus relacionamentos? Como usam o tempo disponível? Pode-se observar no judaísmo e no islamismo, por exemplo, a transmissão de valores éticos, sociais e espirituais de uma geração a outra. Mas, parece que a preocupação com a transmissão de tais valores ou herança é ausente em muitos adeptos do neopentecostalismo. O crente em trânsito não cria raiz em nenhuma igreja. Não consegue cultivar relacionamentos e é avesso aos compromissos que normalmente surgem do envolvimento entre o fiel e a igreja: freqüentar os cultos, contribuir e participar das atividades. Ele prefere, ao contrário, diluir-se na multidão. Assim, entra e sai sem ser notado ou cobrado de alguma coisa.
Durante os últimos meses, li alguns depoimentos, que de fato, me comoveram. Irmãos em Cristo, porém dispersos por aí, alguns ligados a uma igreja, outros não. Pessoas que sinceramente querem viver para Deus, mas a decepção que tiveram com a "igreja" foi grande. Estarei reiniciando uma série de estudos com esta temática.
Nesta primeira parte vou colocar dois depoimentos, de duas pessoas. Um foi postado pela própria pessoa em seu blog, outro foi dado como comentário em outro blog, dando sua opinião sobre disputa eclesiástica. Retirei a identificação pessoal dos depoimentos, em seguida vou colocar meu comentário, que eu dei a uma das pessoas. Acredito que muitos estejam na mesma situação que os depoentes. Faço isso, na esperança de ajudar quem está assim.
DEPOIMENTO I - "Qualquer disputa por poder, dentro da Igreja, enfraquece o testemunho, a missão, a pregação do Evangelho, a busca pelos desgarrados, o trabalho na seara... Porque nossa luta não é contra a carne, mas espiritual. Não sou nada, em Igreja nenhuma. Não tenho cargo, não quero ser da liderança, não aspiro a posto nenhum.
Se Deus me abençoar para mostrar e pregar a Palavra e o Amor dEele, defeituosa de nascença como sou, a qualquer pessoa que encontrar pela frente, já vou achar uma honra e um favor. Às vezes me pergunto porque após anos eu não tenho ânimo para ir à Igreja. Oro em casa, leio a Bíblia em casa, canto sozinha, deposito dízimo e contribuiçoes no caixa eletrônico.
É por causa de coisas assim, Congressos, reuniões, publicações, disputas. Eu fico triste com isso, porque fora da Igreja as pessoas estão morrendo sem Deus, e o número dos que morrem sem saber que Ele veio e morreu por nós, por seu imenso Amor, é crescente. Quero ir para onde Ele me mandar, mas peço para ser sempre esse nada, dentro da instituição Igreja".
DEPOIMENTO II - "As vezes me pego assim, diante de mim mesma, e a perguntar o porque dos fatos, o que afinal é certo ou errado. Tenho fé, creio em Cristo muito mais do que em mim mesma, conheço Seu Poder e Seu Amor como muitos sequer imaginam conhecer um dia.
Já precisei Dele e fui socorrida e já fui socorrida sem saber que precisava Dele. Iniciei minha vida em Cristo diante do maior dos milagres, diante do milagre da vida - literalmente. Sei que minha própria vida e minha conversão por si só já é um milagre e me alegro nisso, agradeço e adoro por isso.
Vivi anos a fio dentro de uma única igreja, tive um único pastor e me entreguei de corpo e alma a um único ministério.
Esse ministério já não existe mais, esse pastor já não é mais pastor e essa igreja fechou suas portas. O que se chama de pecado, de ira, de inveja, vaidade e adultério (nos dois sentidos da palavra) entraram nessa igreja e tomaram por completo seus líderes, impedindo-os de verem a verdade e consequentemente se libertarem de todas essas coisas.
Vi desmoronar sonhos, dissolverem-se adoradores, dispersarem-se ovelhas, acusarem-se inocentes, mentiras sendo ditas com vozes doces e suaves, acusações atiradas de púlpito sem direito de defesa ou resposta, pastores e apóstolos reunidos e sentados à mesa do café e combinando como atacar e destruir aqueles que supostamente os afrontavam.
Vi usarem a Bíblia e o Nome de Deus para acusar e condenar, enfim, como se diz entre nós, vi o diabo "sentado e rindo" dentro da igreja enquanto os ditos crentes se degladiavam.
Descobri , com o passar do tempo, que amizades que eram declaradas não passavam de interesse pessoal, chacorrices ditas pelas costas de quem se entregava e se dedicava com amor, e o pior, vi roubarem a alegria do rosto de muitas pessoas.
Hoje, coloco em dúvida muitas coisas que aprendi naquele lugar e com aquelas pessoas.
Me martirizo em dúvidas sobre pentecostalismos e doutrinas e já não sei mais o que fazer. São quase 2 anos sem igreja, visitando uma ou outra mas nunca estando em nenhuma.
Sinto uma falta imensa, mas não consigo mais me entregar. Moro numa cidadezinha pequenina e conheço de trás pra frente toda crentolândia desse lugar. Conheço suas histórias, suas famílias, seus atos e desatos, e creio que isso seja o que mais me assusta e me afasta do convívio com eles.
Nessa tal igreja que fechou, eu conseguia ficar sim, porque encontrava lá o amor que era pregado, e durante muitos anos foi verdadeiro e maravilhoso, mas não suportou quando o pecado tomou a cúpula pastoral.
Uma tristeza só. Hoje vejo andando por aí, pastores sofrendo de depressão bipolar profunda e virando a cara para todos nas ruas, odiando com uma força que me assusta e tendo muita vergonha de tudo, vejo pastoras que sustentam as piores mentiras para defender suas crias e que se escondem envergonhadas dentro de casa, invadidas pela solidão e desprezo de grande parte da cidade que conhece seus atos.
Vejo castelos que desmoronaram, vidas retalhadas e tentando mostrar um equilíbrio que não existe e areia espalhada por todos os lados.
Vejo a mentira tomando o corpo da verdade e impedindo a cura, o perdão e o sorriso.
Vejo um apóstolo se vangloriando em cima do fechamento dessa igreja só porque essa o assustava.
Cansei de ver os interesses humanos acima dos interesses de Deus.
Não suporto mais ver inocentes pagando o preço alto pelo que não fizeram.
Não aguento mais mentiras ditas com lágrimas, voz doce, pestanas caídas e com tanta cara de pau.
Me enojo diante de tanta falsidade e hipocrisia, e em resumo, me afasto do convívio denominacional.
É muito simples me dizerem que preciso da igreja , que sem ela não sobrevivo, que preciso estar em comunhão com irmãos , que tenho que olhar para Deus e não para os homens.... é muito simples dizer isso para os outros, eu mesmo já disse muito para pessoas que um dia eu julguei estarem desviadas, mas quando é você quem vive essas dores e dúvidas, fica tudo mais difícil.
Já tive até mesmo vontade de mudar dessa cidade tão lindinha, só pra encontrar uma outra igreja, mas sei que os homens estarão em todas e que encontrarei tudo igual a aqui.
Então, vou ficando nessa em que estou, sozinha, visitando uns e outros, recusando convites para estar com uns e outros, mas nunca negando a Cristo.
Vou caminhando assim, com ELE, mas um dia aqui e outro lá, orando para que esses ditos líderes reconheçam seus erros e sejam curados, pois sei que são pessoas boas e merecedoras da Graça de Deus.
Vou seguindo meu caminho, esperando um dia encontrar as tão famosas águas tranquilas e os tão desejados pastos verdejantes que com tanta alegria eu já experimentei".
MEU COMENTÁRIO
O grande problema da religião é este: Deus só é Deus dentro de suas estreitas paredes! Desse modo, a gente de uma certa maneira, fica “viciado” pela religião, e acreditando que as visitas a um determinado lugar ou endereço equivalem a usufruir a “presença de Jesus”, quando se afasta daquela “congregação”, sempre se sente desviado de Deus.
Trata-se de um poder tão grande esse da religião, que muita gente de fato deixa de orar, de ler a Palavra, de testemunhar a fé, de dizer o que pensa e crê, de ser sal da terra e luz do mundo, de enfrentar o mal, de repreender o diabo, de celebrar o amor de Deus, etc...apenas porque não gosta de um lugar e decidiu que ali não dá. Assim nascem os “desviados”.
Algumas vezes a pessoa deixa o Caminho mesmo. Perde a exultação na esperança e não crê na Graça de Deus. Porém, quem conheceu a Graça de Deus em Cristo se torna indesviável. Pode até não gostar da “cultura de igreja”. Pode até, circunstancialmente, não desejar nenhum envolvimento. Pode até estar vivendo uma estação de desapontamento e falta de alegria no convívio cristão, razões jamais faltarão, como no seu depoimento.
Então se pergunta: Para o que serve a igreja como ajuntamento humano? Bem, para mim ela é Fundamental, embora não seja Essencial. Cristo é Essencial. Sem Ele não há salvação! A Igreja é Fundamental. Sem ela não se cresce em maturidade e comunhão! Sem Jesus não há nada. Sem a Igreja não há muitas coisas boas. A Carta aos Hebreus diz que não devemos deixar de nos congregar com os irmãos. A saúde humana demanda convívio.
Bem, dizendo isto não estou desencorajando você a deixar de ir a uma igreja. Ao contrário: penso que você precisa muito congregar. E também não estou dando nenhum pouquinho de força para você ficar onde está, ou seja: lugar nenhum. O pior é que quanto mais esse pensamento se instala, mais a pessoa se “sente” longe de Deus mesmo. Trata-se, portanto, de um afastamento psicológico de Deus, e baseado na culpa de não gostar da representante de Deus na terra: a “igreja”. Assim, quanto MENOS a pessoa gosta da “igreja”, MAIS julga que está longe de Deus.
Ora, o caminho é justamente o inverso: eu tenho que ter uma relação muito forte e firme na Graça de Deus com Deus, a fim de suportar a “igreja”. Ou seja: eu tenho que ser Igreja a fim de poder conviver com a “igreja”. Do contrário, aconteceria comigo o que acontece com milhares: quando não agüentam mais a “igreja”, deixam a fé; e assumem seu desvio de Deus, indo de mal a pior.
Portanto, o que aconselho nesses casos é pegar sua Bíblia e lê-la. Reiniciar a vida oração (isto quando a pessoa parou com essas duas atividades). Saiba que Deus é seu Pai. Creia em Jesus e saiba que se você é Dele ninguém e nem nada a tirarão de Suas mãos. E, por último, procure um lugar leve, legal de estar, e freqüente sem neurose. A Palavra faz o resto do trabalho. No mais você é livre para ficar onde for bom. Simplesmente abrace o seu chamado em Cristo
segunda-feira, 8 de agosto de 2011
É incrível como o tempo realmente mostra quem é quem!
O tempo, tudo mostra. A mentira, a verdade, o amor, a falsidade, a hipócrisia.. tudo é descoberto enquanto o tempo passa. Nada na vida, é permanente! Nada dura para sempre, e isso é muito bom, especialmente aquilo que nos faz mal, é bom que não dure para sempre!
Sabe quando você tem absoluta certeza de que realmente conhece uma pessoa e de repente descobre que ninguém conhece alguém de fato?
Pois eh... Isso SEMPRE acontece comigo... E eu sei que acontecerá novamente e que eu NUNCA aprenderei e que eu SEMPRE irei me machucar com as "descobertas" indesejadas. - A situação é extremamente chata. Sempre acabo me sentido traido por sempre falar tudo sobre você com franqueza. - Enfim, se eu faço da minha vida um livro aberto para algumas pessoas, não significa que ela tenha que fazer da dela também. Mas INFELIZMENTE a gente sempre espera que seja recíproco e, em 99% das vezes, nunca é.
E o que é mais triste é descobrir uma mentira quando não se havia motivo algum para mentir... Aí fica difícil,de digerir.
Eu JAMAIS mentiria pra alguém que eu tivesse plena certeza conhecer... JAMAIS mentiria pra alguém com quem eu me importasse tanto... JAMAIS omitiria qualquer que fosse para alguém que eu confie tanto... Seja lá qual for o motivo...
Aí você para e pensa: "Se mentiu numa situação assim, tão besta, o que vem depois? O que mais é mentira?". E quando algo for perguntado e esse algo for respondido, o pensamento será o seguinte: "Será que isso é mesmo verdade? Será que eu posso acreditar que é isso mesmo?". Além de SEMPRE se atormentar com: "Será que aconteceu alguma coisa que eu não estou sabendo e deveria? Será que a pessoa está me escondendo alguma coisa?"
FATO!
Enfim... Confiança é algo muito frágil... Dificilmente pode ser reconstruida... E ainda assim, ainda que seja conquistada novamente, NUNCA será a mesma de antes. E como conviver com Pai, mãe, irmãos, companheiro, amigos, colegas de trabalho, seja lá quem for, se não houver confiança? Fica difícil neh?
MORAL DA HISTÓRIA:
Por causa de uma BESTEIRA você corre o risco de perder a confiança de alguém que você considera importante na sua vida.
Não posso deixar o PASSADO me atormentar, mas o TEMPO não parou e como NUNCA vai parar me mostrou que as coisas não eram tão ÓTIMAS como eu pensava e que não eram tão VERDADEIRAS como eu ja cheguei a pensar. Mas o PRESENTE ta aqui o FUTURO ta logo ali, tenho certeza de que as coisas vão melhorar, a VIDA vai me trazer coisas melhores, pessoas melhores, momentos melhores tudo de BOM que pode existir!
"Só Deus sabe todas as coisas"
O tempo, tudo mostra. A mentira, a verdade, o amor, a falsidade, a hipócrisia.. tudo é descoberto enquanto o tempo passa. Nada na vida, é permanente! Nada dura para sempre, e isso é muito bom, especialmente aquilo que nos faz mal, é bom que não dure para sempre!
Sabe quando você tem absoluta certeza de que realmente conhece uma pessoa e de repente descobre que ninguém conhece alguém de fato?
Pois eh... Isso SEMPRE acontece comigo... E eu sei que acontecerá novamente e que eu NUNCA aprenderei e que eu SEMPRE irei me machucar com as "descobertas" indesejadas. - A situação é extremamente chata. Sempre acabo me sentido traido por sempre falar tudo sobre você com franqueza. - Enfim, se eu faço da minha vida um livro aberto para algumas pessoas, não significa que ela tenha que fazer da dela também. Mas INFELIZMENTE a gente sempre espera que seja recíproco e, em 99% das vezes, nunca é.
E o que é mais triste é descobrir uma mentira quando não se havia motivo algum para mentir... Aí fica difícil,de digerir.
Eu JAMAIS mentiria pra alguém que eu tivesse plena certeza conhecer... JAMAIS mentiria pra alguém com quem eu me importasse tanto... JAMAIS omitiria qualquer que fosse para alguém que eu confie tanto... Seja lá qual for o motivo...
Aí você para e pensa: "Se mentiu numa situação assim, tão besta, o que vem depois? O que mais é mentira?". E quando algo for perguntado e esse algo for respondido, o pensamento será o seguinte: "Será que isso é mesmo verdade? Será que eu posso acreditar que é isso mesmo?". Além de SEMPRE se atormentar com: "Será que aconteceu alguma coisa que eu não estou sabendo e deveria? Será que a pessoa está me escondendo alguma coisa?"
FATO!
Enfim... Confiança é algo muito frágil... Dificilmente pode ser reconstruida... E ainda assim, ainda que seja conquistada novamente, NUNCA será a mesma de antes. E como conviver com Pai, mãe, irmãos, companheiro, amigos, colegas de trabalho, seja lá quem for, se não houver confiança? Fica difícil neh?
MORAL DA HISTÓRIA:
Por causa de uma BESTEIRA você corre o risco de perder a confiança de alguém que você considera importante na sua vida.
Não posso deixar o PASSADO me atormentar, mas o TEMPO não parou e como NUNCA vai parar me mostrou que as coisas não eram tão ÓTIMAS como eu pensava e que não eram tão VERDADEIRAS como eu ja cheguei a pensar. Mas o PRESENTE ta aqui o FUTURO ta logo ali, tenho certeza de que as coisas vão melhorar, a VIDA vai me trazer coisas melhores, pessoas melhores, momentos melhores tudo de BOM que pode existir!
"Só Deus sabe todas as coisas"
sexta-feira, 5 de agosto de 2011
Deus me deu um grande livramento,te amo Jesus
No dia04-07-2011 sofri um acidente de moto.um carro bateu atrás da moto que eu pilotava quando cai só deu tempo de pensar que o carro passaria por cima de mim,mas graças a Deus que era 22:00 horas em cima do viaduto rangel pestana e o movimento de carro era bem reduzido e a mão de Deus estava sobre mim e me guardou, e não vinha nenhum carro.Quando levantei sentia fortes dores no meu braço,perna e peito, fui ao médico e não quebrei nada só tive luxação no meu braço esquerdo e dores na perna e peito da batida.Quero luvar a Deus por este livramento e por muitos de vcs, que tem sempre orado por mim.Que Deus continue abençoando a vida de cada um de vcs que sempre oram por mim.
Obrigado Jesus te amo o Senhor e o meu protetor e guardador de minha vida.Gloria a Deus te amo Jesus.
No dia04-07-2011 sofri um acidente de moto.um carro bateu atrás da moto que eu pilotava quando cai só deu tempo de pensar que o carro passaria por cima de mim,mas graças a Deus que era 22:00 horas em cima do viaduto rangel pestana e o movimento de carro era bem reduzido e a mão de Deus estava sobre mim e me guardou, e não vinha nenhum carro.Quando levantei sentia fortes dores no meu braço,perna e peito, fui ao médico e não quebrei nada só tive luxação no meu braço esquerdo e dores na perna e peito da batida.Quero luvar a Deus por este livramento e por muitos de vcs, que tem sempre orado por mim.Que Deus continue abençoando a vida de cada um de vcs que sempre oram por mim.
Obrigado Jesus te amo o Senhor e o meu protetor e guardador de minha vida.Gloria a Deus te amo Jesus.
quinta-feira, 4 de agosto de 2011
NÃO SEJA MARIONETE MÃO DESSES EMBUSTEIROS
Quando olho para as multidões que invadem os templos das igrejas dos movimentos evangélicos que mais crescem no Brasil, vejo cada uma daquelas pessoas como marionetes. Pessoas que estão ligadas às linhas invisíveis das maquinações de homens e mulheres que parecem tentar transformar a Igreja em um grande palco para suas bem sucedidas “empresas”.
Creio em milagres, em manifestações sobrenaturais, em libertação e todas as outras evidências do poder de Deus. Não tenho problema nenhum com nada disto. Minha indignação é contra aqueles que usam e abusam destes temas para atrair os incautos, como se só em suas igrejas ou em suas concentrações, e sob seus comandos estas coisas acontecessem! “A mão de Deus está aqui!”, reza o jargão de um homem que está fazendo o maior sucesso entre os moribundos, desesperados ou simplesmente entre curiosos e caçadores de bençãos. Mas, a mão de Deus está em todo lugar onde invocarmos Seu nome – não necessariamente dentro de um templo, igreja ou numa multidão! Onde há fé a mão de Deus está ali!
Nem a Bíblia mais escapa! Vender Bíblia com a promessa de vitória financeira é o fim da picada! Só falta o apresentador dizer no bom carioquês: “Aquele irmão que não adquirir esta Bíblia tá ralado!”.
Falar das promoções de livros (muitos deles de teologia dúbia) dizendo que a única intenção é “abençoar os irmãos” é estelionato, é 171! A gente sabe que no fundo tudo é muito lucrativo!
Outra coisa que vejo, e que acho uma grande covardia, é o prazer masoquista que certos fazedores de milagres têm de colocar velhinhos caquéticos para desfilarem bambeando perante seus públicos! Isto sim é cruel... E depois? E depois... Aqueles velhinhos possivelmente voltarão para suas casas de muletas, ou em cadeiras de rodas! Mas, o que vale mesmo é a autopromoção, não importa se os velhinhos foram curados ou usados como gancho para o IBOPE...
Vejo também com muita preocupação a concorrência mórbida na disputa do tipo “quem cura mais”. Penso que se vangloriar com resultados de exames médicos nas mãos e tripudiar sobre as igrejas concorrentes é mais que tosco: é obsceno!
Aborreço-me só de ouvir aquelas vozes macilentas, cheias de engano que os televangelistas manipuladores fazem-nos ouvir em seus ridículos e insuportáveis programas supostamente interessados em “pregar o Evangelho” – diga-se de passagem, quase todos os referidos programas a meu ver até contém alguma coisa do Evangelho, mas são altamente poluídos pelas induções humanas, pelas falácias das doutrinas carregadas de heresias; pelas indulgências em forma de rosa, sal e óleos; além dos indecentes carnêzinhos supostamente milagrosos e das malditas campanhas e correntes, que nos dão a nítida impressão de que o interesse é a fidelização da clientela ávida por curas, prosperidade, soluções relacionais e outras “bênçãos” – as aspas aparecem aqui por que o que muita gente pensa que é benção pode ser maldição, conforme Malaquias 2.1 e 2:
Tudo isso não passa de sincretismo religioso.
Luttero disse não me de mais sonhos visões ou revelações,pois sua palavra me é suficiente.
Alguns chegam ao extremo em disser que o melhor de Deus está por vir.
O melhor de Deus já veio na minha e na sua vida que é Jesus.
“Agora, ó sacerdotes, este mandamento é para vós. Se não ouvirdes e se não propuserdes, no vosso coração, dar honra ao meu nome, diz o SENHOR dos Exércitos, enviarei a maldição contra vós, e amaldiçoarei as vossas bênçãos; e também já as tenho amaldiçoado, porque não aplicais a isso o coração.” Malaquias 2.1-2
Por outro lado, me aborreço também em ver naqueles programas e conhecer pessoas que dão sinais de que gostam mesmo de ser manipuladas e enganadas, pois algumas práticas são tão medonhas que até o mais cego dos cegos pode perceber, usando apenas a inteligência e o raciocínio que algumas coisas não têm nada a ver com a mensagem de Cristo ou dos Apóstolos.
Como pode uma pessoa acreditar que é necessário tomar um copo com água supostamente abençoado por alguém que está apenas seguindo um roteiro de um programa muito bem projetado, seguindo apenas uma fórmula que “deu certo”? Aliás, aquilo é tão mecânico e tão estupidamente frio, que a gente percebe que os indivíduos já nem disfarçam mais a falsa comoção com a qual fazem o que vou chamar de “chantagem espiritual” – eles chamam de prece ou oração.
Enfim, vejo também que as pessoas não se esforçam para buscar conhecimento nas Escrituras. Aí sim, elas entenderiam que sal grosso é muito útil em um bom churrasco, mas é totalmente inútil para possibilitar a benção de Deus?
Por enquanto, vou continuar com meu inconformismo e indignação, vendo multidões de pessoas como marionetes, brinquedos fáceis de manejar sob as hábeis mãos dos empresários e marqueteiros da fé, os quais se multiplicam como uma praga em nossos dias!
Quando olho para as multidões que invadem os templos das igrejas dos movimentos evangélicos que mais crescem no Brasil, vejo cada uma daquelas pessoas como marionetes. Pessoas que estão ligadas às linhas invisíveis das maquinações de homens e mulheres que parecem tentar transformar a Igreja em um grande palco para suas bem sucedidas “empresas”.
Creio em milagres, em manifestações sobrenaturais, em libertação e todas as outras evidências do poder de Deus. Não tenho problema nenhum com nada disto. Minha indignação é contra aqueles que usam e abusam destes temas para atrair os incautos, como se só em suas igrejas ou em suas concentrações, e sob seus comandos estas coisas acontecessem! “A mão de Deus está aqui!”, reza o jargão de um homem que está fazendo o maior sucesso entre os moribundos, desesperados ou simplesmente entre curiosos e caçadores de bençãos. Mas, a mão de Deus está em todo lugar onde invocarmos Seu nome – não necessariamente dentro de um templo, igreja ou numa multidão! Onde há fé a mão de Deus está ali!
Nem a Bíblia mais escapa! Vender Bíblia com a promessa de vitória financeira é o fim da picada! Só falta o apresentador dizer no bom carioquês: “Aquele irmão que não adquirir esta Bíblia tá ralado!”.
Falar das promoções de livros (muitos deles de teologia dúbia) dizendo que a única intenção é “abençoar os irmãos” é estelionato, é 171! A gente sabe que no fundo tudo é muito lucrativo!
Outra coisa que vejo, e que acho uma grande covardia, é o prazer masoquista que certos fazedores de milagres têm de colocar velhinhos caquéticos para desfilarem bambeando perante seus públicos! Isto sim é cruel... E depois? E depois... Aqueles velhinhos possivelmente voltarão para suas casas de muletas, ou em cadeiras de rodas! Mas, o que vale mesmo é a autopromoção, não importa se os velhinhos foram curados ou usados como gancho para o IBOPE...
Vejo também com muita preocupação a concorrência mórbida na disputa do tipo “quem cura mais”. Penso que se vangloriar com resultados de exames médicos nas mãos e tripudiar sobre as igrejas concorrentes é mais que tosco: é obsceno!
Aborreço-me só de ouvir aquelas vozes macilentas, cheias de engano que os televangelistas manipuladores fazem-nos ouvir em seus ridículos e insuportáveis programas supostamente interessados em “pregar o Evangelho” – diga-se de passagem, quase todos os referidos programas a meu ver até contém alguma coisa do Evangelho, mas são altamente poluídos pelas induções humanas, pelas falácias das doutrinas carregadas de heresias; pelas indulgências em forma de rosa, sal e óleos; além dos indecentes carnêzinhos supostamente milagrosos e das malditas campanhas e correntes, que nos dão a nítida impressão de que o interesse é a fidelização da clientela ávida por curas, prosperidade, soluções relacionais e outras “bênçãos” – as aspas aparecem aqui por que o que muita gente pensa que é benção pode ser maldição, conforme Malaquias 2.1 e 2:
Tudo isso não passa de sincretismo religioso.
Luttero disse não me de mais sonhos visões ou revelações,pois sua palavra me é suficiente.
Alguns chegam ao extremo em disser que o melhor de Deus está por vir.
O melhor de Deus já veio na minha e na sua vida que é Jesus.
“Agora, ó sacerdotes, este mandamento é para vós. Se não ouvirdes e se não propuserdes, no vosso coração, dar honra ao meu nome, diz o SENHOR dos Exércitos, enviarei a maldição contra vós, e amaldiçoarei as vossas bênçãos; e também já as tenho amaldiçoado, porque não aplicais a isso o coração.” Malaquias 2.1-2
Por outro lado, me aborreço também em ver naqueles programas e conhecer pessoas que dão sinais de que gostam mesmo de ser manipuladas e enganadas, pois algumas práticas são tão medonhas que até o mais cego dos cegos pode perceber, usando apenas a inteligência e o raciocínio que algumas coisas não têm nada a ver com a mensagem de Cristo ou dos Apóstolos.
Como pode uma pessoa acreditar que é necessário tomar um copo com água supostamente abençoado por alguém que está apenas seguindo um roteiro de um programa muito bem projetado, seguindo apenas uma fórmula que “deu certo”? Aliás, aquilo é tão mecânico e tão estupidamente frio, que a gente percebe que os indivíduos já nem disfarçam mais a falsa comoção com a qual fazem o que vou chamar de “chantagem espiritual” – eles chamam de prece ou oração.
Enfim, vejo também que as pessoas não se esforçam para buscar conhecimento nas Escrituras. Aí sim, elas entenderiam que sal grosso é muito útil em um bom churrasco, mas é totalmente inútil para possibilitar a benção de Deus?
Por enquanto, vou continuar com meu inconformismo e indignação, vendo multidões de pessoas como marionetes, brinquedos fáceis de manejar sob as hábeis mãos dos empresários e marqueteiros da fé, os quais se multiplicam como uma praga em nossos dias!
terça-feira, 2 de agosto de 2011
CARÁTER TODOS TEM,UNS BONS OUTROS RUIM
Segundo o dicionário Melhoramentos, a palavra ‘caráter’ quer dizer: cunho distintivo, marca; conjunto de traços particulares de um indivíduo; aspecto que distingue uma espécie da outra; qualidade inerente de uma pessoa; honradez, honestidade.
Colocando em prática o que o ‘pai dos burros’ diz, ter fidelidade a um caráter faz com que você se diferencie entre as pessoas, alcançando um lugar de destaque. Caráter é algo que faz parte do conjunto de valores de um ser e uma característica comum que pode ser desenvolvida por qualquer pessoa, basta querer.
Uma coisa é certa – é mais fácil analisar a idoneidade dos outros do que enxergar as próprias falhas de caráter e colocar em prática esta virtude. Falsidade, maldade, desonestidade, inveja, egoísmo, arrogância, entre outras características ruins, são fatores que estão diretamente ligados ao caráter de um indivíduo.
Sua forma de encarar e conduzir a vida mostra o tipo de pessoa que você é com os amigos, com a família e a igreja. É através desta postura que os outros definem o seu caráter.
Aqueles que se denominam espertalhões e acham que caráter é coisa sem importância, não sobrevivem diante das circunstâncias por muito tempo ou então, quando conseguem nadar contra a maré de coisas ruins, vivem infelizes.
E na vida real não é diferente: ninguém convive, tolera ou suporta, uma pessoa que tenta enganar a todo instante ou não tem um bom caráter estabelecido.
Você já passou pela experiência de comprar uma linda caixa de morangos e quando chegou em sua casa, abriu a embalagem, se deparou com a parte de baixo formada por feios e danificados frutos? Então, a capacidade de vender morangos do dono do mercado está na parte de cima da caixa, mas o caráter na parte de baixo.
Infelizmente o caráter não é hereditário e o melhor a se fazer é ser persistente aos seus princípios morais. Quando estiver em dúvida quanto a sua forma de agir, questione-se da seguinte forma: ‘se minha atitude fosse publicada na primeira página do jornal da minha cidade, as pessoas que amo sentiriam orgulho ou vergonha do meu comportamento?’
Faltar com honradez pode até render uns trocados, mas cada um sabe onde a consciência pega quando coloca a cabeça no próprio travesseiro. Tenha orgulho do seu comportamento e continue seguindo pelo caminho certo. Vá em frente e dê o melhor de si, mas se não for o caso, reveja seus atos.
Uma coisa é possível garantir: em nenhum lugar do mundo o dinheiro compra respeito, companheirismo, amigos, fidelidade, admiração, amor, entre outros. Por isso, coloque seus valores na balança e descubra se vale a pena perder a paz de espírito por falta de caráter.
Segundo o dicionário Melhoramentos, a palavra ‘caráter’ quer dizer: cunho distintivo, marca; conjunto de traços particulares de um indivíduo; aspecto que distingue uma espécie da outra; qualidade inerente de uma pessoa; honradez, honestidade.
Colocando em prática o que o ‘pai dos burros’ diz, ter fidelidade a um caráter faz com que você se diferencie entre as pessoas, alcançando um lugar de destaque. Caráter é algo que faz parte do conjunto de valores de um ser e uma característica comum que pode ser desenvolvida por qualquer pessoa, basta querer.
Uma coisa é certa – é mais fácil analisar a idoneidade dos outros do que enxergar as próprias falhas de caráter e colocar em prática esta virtude. Falsidade, maldade, desonestidade, inveja, egoísmo, arrogância, entre outras características ruins, são fatores que estão diretamente ligados ao caráter de um indivíduo.
Sua forma de encarar e conduzir a vida mostra o tipo de pessoa que você é com os amigos, com a família e a igreja. É através desta postura que os outros definem o seu caráter.
Aqueles que se denominam espertalhões e acham que caráter é coisa sem importância, não sobrevivem diante das circunstâncias por muito tempo ou então, quando conseguem nadar contra a maré de coisas ruins, vivem infelizes.
E na vida real não é diferente: ninguém convive, tolera ou suporta, uma pessoa que tenta enganar a todo instante ou não tem um bom caráter estabelecido.
Você já passou pela experiência de comprar uma linda caixa de morangos e quando chegou em sua casa, abriu a embalagem, se deparou com a parte de baixo formada por feios e danificados frutos? Então, a capacidade de vender morangos do dono do mercado está na parte de cima da caixa, mas o caráter na parte de baixo.
Infelizmente o caráter não é hereditário e o melhor a se fazer é ser persistente aos seus princípios morais. Quando estiver em dúvida quanto a sua forma de agir, questione-se da seguinte forma: ‘se minha atitude fosse publicada na primeira página do jornal da minha cidade, as pessoas que amo sentiriam orgulho ou vergonha do meu comportamento?’
Faltar com honradez pode até render uns trocados, mas cada um sabe onde a consciência pega quando coloca a cabeça no próprio travesseiro. Tenha orgulho do seu comportamento e continue seguindo pelo caminho certo. Vá em frente e dê o melhor de si, mas se não for o caso, reveja seus atos.
Uma coisa é possível garantir: em nenhum lugar do mundo o dinheiro compra respeito, companheirismo, amigos, fidelidade, admiração, amor, entre outros. Por isso, coloque seus valores na balança e descubra se vale a pena perder a paz de espírito por falta de caráter.
segunda-feira, 1 de agosto de 2011
CUIDADO COM A ISCA"
Leitura Bíblica: 1 Pedro 5:1-8
Pr. Bill Jones, em seu livro "Tentação", coloca com muita propriedade a comparação da ação de Satanás frente às nossas tentações.
Ele escreve que semelhante a um pescador, o Diabo quer nos pescar PARA A MORTE!
Um dos tópicos que chamou-me a atenção, foi a questão da ISCA, observando que o pescador. a escolhe de acordo com o peixe que irá pescar.
Não podemos ter dúvida, ele sabe como nos atrair.
Nosso cuidado deve começar quando a isca está diante de nós ...
NEM IMAGINE QUERER ANDAR EM DIREÇÃO Á ELA!
Lembre que a Bíblia diz: "Há caminhos que para o homem parecem direitos, mas eles conduzem à morte".
A isca geralmente está associada às nossas fraquezas. Existem áreas em nossa vida que são as mais débeis.
O medo se torna presente, a preocupação em ceder nos agita ... CUIDADO ... MUITO CUIDADO. o que fazer?
Estar sempre em oração e VIGILÂNCIA.
Lembrar que das coisas que dizem respeito a Satanás e ao pecado, o que devemos fazer é FUGIR delas, não há o que discutir ou racionalizar.
Peça ajuda de alguém ... se precisar! Peça mesmo!
Leitura Bíblica: 1 Pedro 5:1-8
Pr. Bill Jones, em seu livro "Tentação", coloca com muita propriedade a comparação da ação de Satanás frente às nossas tentações.
Ele escreve que semelhante a um pescador, o Diabo quer nos pescar PARA A MORTE!
Um dos tópicos que chamou-me a atenção, foi a questão da ISCA, observando que o pescador. a escolhe de acordo com o peixe que irá pescar.
Não podemos ter dúvida, ele sabe como nos atrair.
Nosso cuidado deve começar quando a isca está diante de nós ...
NEM IMAGINE QUERER ANDAR EM DIREÇÃO Á ELA!
Lembre que a Bíblia diz: "Há caminhos que para o homem parecem direitos, mas eles conduzem à morte".
A isca geralmente está associada às nossas fraquezas. Existem áreas em nossa vida que são as mais débeis.
O medo se torna presente, a preocupação em ceder nos agita ... CUIDADO ... MUITO CUIDADO. o que fazer?
Estar sempre em oração e VIGILÂNCIA.
Lembrar que das coisas que dizem respeito a Satanás e ao pecado, o que devemos fazer é FUGIR delas, não há o que discutir ou racionalizar.
Peça ajuda de alguém ... se precisar! Peça mesmo!
quarta-feira, 27 de julho de 2011
Convite Especial
Igreja Evangélica
Cristo Salva
Uma Família Feliz
Havia uma pedra no caminho
Um distraído veio e nela tropeçou,
O bruto a usou como projétil,
E alguém cansado fez dela um assento,
Já os meninos fizeram dela brinquedo,
E Drumond a poetizou...
Já Davi com a pedra matou golias,
Os edificadores a rejeitaram e
tornou-se cabeça de esquina.
Sabia que em todos esses casos a
Diferença não estava na pedra?
Mais nos homens!
Quem desses personagens é você?
Toda pedra que surgir em seu caminho,
pode aproveitá-la para o seu próprio crescimento.
Aprenda uma lição com a pedra que está no caminho!
Não se queixe, não reclame...
Se "no meio do caminho tem uma pedra"
É sinal de que você esta indo bem.
E com certeza as pedras são para testar
Sua capacidade para alcançar o topo.
O que você vai fazer? Desistir?
Por que em seu caminho tem uma pedra?
Ou usar esta pedra para
alicerçar a construção de seus projetos?
Jesus é a Pedra que a igreja esta fundamentada (Mt 16-18).
Por isso convido você para alicerçar sua vida sobre Jesus.
Ele é a base de nossa esperança,de que tudo vai dar certo!
Se você estiver sobre esta pedra que é Jesus, nada tirará seu
Equilíbrio e você vencerá todos os obstáculos.
Mensagem do Pr.Alex Rabelo
Fone 6717-7811
Igreja Cristo Salva
Setor de Pírituba
Cultos
Quarta-feira ás 19:30 Estudo Bíblico
Sexta-feira ás 19:30 Campanha(Encontrando
o que perdeu)
Sábados ás 19:30
Domingos ás 19:00 Culto da Família
Rua:Serra Negra,02 conj.habi.turístico
(na rua da lan house)
www.icristosalva.com.b
Igreja Evangélica
Cristo Salva
Uma Família Feliz
Havia uma pedra no caminho
Um distraído veio e nela tropeçou,
O bruto a usou como projétil,
E alguém cansado fez dela um assento,
Já os meninos fizeram dela brinquedo,
E Drumond a poetizou...
Já Davi com a pedra matou golias,
Os edificadores a rejeitaram e
tornou-se cabeça de esquina.
Sabia que em todos esses casos a
Diferença não estava na pedra?
Mais nos homens!
Quem desses personagens é você?
Toda pedra que surgir em seu caminho,
pode aproveitá-la para o seu próprio crescimento.
Aprenda uma lição com a pedra que está no caminho!
Não se queixe, não reclame...
Se "no meio do caminho tem uma pedra"
É sinal de que você esta indo bem.
E com certeza as pedras são para testar
Sua capacidade para alcançar o topo.
O que você vai fazer? Desistir?
Por que em seu caminho tem uma pedra?
Ou usar esta pedra para
alicerçar a construção de seus projetos?
Jesus é a Pedra que a igreja esta fundamentada (Mt 16-18).
Por isso convido você para alicerçar sua vida sobre Jesus.
Ele é a base de nossa esperança,de que tudo vai dar certo!
Se você estiver sobre esta pedra que é Jesus, nada tirará seu
Equilíbrio e você vencerá todos os obstáculos.
Mensagem do Pr.Alex Rabelo
Fone 6717-7811
Igreja Cristo Salva
Setor de Pírituba
Cultos
Quarta-feira ás 19:30 Estudo Bíblico
Sexta-feira ás 19:30 Campanha(Encontrando
o que perdeu)
Sábados ás 19:30
Domingos ás 19:00 Culto da Família
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(na rua da lan house)
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AS PESSOAS SEMPRE VÃO FALAR DE NÓS!!!
Considere o que outros podem dizer sobre você. Embora as pessoas estejam cegas quando às suas próprias faltas, facilmente descobrem os erros dos outros — e consideram-se aptas o suficientes para falar deles. Algumas vezes, as pessoas vivem de maneiras que absolutamente não são adequadas, porém estão cegas para si mesmas. Não vêem seus próprios fracassos, embora os erros dos outros lhes sejam perfeitamente claros e evidentes. Elas mesmos não vêem suas falhas; quanto às dos outros, não podem fechar os olhos ou evitar ver em que falharam.
Alguns, por exemplo, são inconscientemente muito orgulhosos. Mas o problema aparece notório aos outros. Alguns são muito mundanos ainda que não sejam conscientes disso. Alguns são maliciosos e invejosos. Os outros vêem isso, e para eles lhes parecem verdadeiramente dignos de ódio. Porém, aqueles que têm esses problemas não refletem sobre eles. Não há verdade no seu coração e nem nos seus olhos em tais casos. Assim devemos ouvir o que os outros dizem de nós, observar sobre o que eles nos acusam, atentar para que erro encontram em nós, e com diligência verificar se há algum fundamento nisso.
Se outros nos acusam de orgulhosos, mundanos, maus ou maliciosos — ou nos acusam de qualquer outra condição ou prática maldosa — deveríamos honestamente nos questionar se isso é verdade. A acusação pode nos parecer completamente infundada, e podemos pensar que os motivos ou o espírito do acusador está errado. Porém, a pessoa perspicaz verá isso como uma ocasião para um auto-exame.
Deveríamos especialmente ouvir o que os nossos amigos dizem para nós e sobre nós. É imprudente, bem como não-cristão, tomar isso como ofensa e se ressentir quando os outros apontam nossas falhas. "Leais são as feridas feitas pelo que ama, porém os beijos de quem odeia são enganosos" (Pv 27.6). Deveríamos nos alegrar que nossas máculas foram identificadas.
Mas, também deveríamos atentar para as coisas sobre as quais os nossos inimigos nos acusam. Se eles nos difamam e nos insultam descaradamente — até mesmo com uma atitude incorreta — deveríamos considerar isso como um motivo para uma reflexão no íntimo, e nos perguntar se há alguma verdade no que está sendo dito. Mesmo se o que for dito é revelado de modo reprovável e injurioso, ainda pode ser que haja alguma verdade nisso. Quando as pessoas criticam outras, mesmo se seus motivos forem errados, provavelmente têm como alvo verdadeiros erros. Na verdade, nossos inimigos provavelmente nos atacam onde somos mais fracos e mais defeituosos; e onde demos mais abertura para a crítica. Tendem a nos atacar onde menos podemos nos defender. Aqueles que nos insultam — embora o façam com um espírito e modos não-cristãos — geralmente identificarão as genuínas áreas onde mais podemos ser achados culpados.
Assim, quando ouvirmos outros falando de nós nas nossas costas, não importa o espírito de crítica, a resposta certa é a auto-reflexão e uma avaliação quanto à verdade da culpa em relação aos erros de que nos acusam. Com certeza essa resposta é mais piedosa do que ficar furioso, revidar ou desprezá-los por terem falado maldosamente. Desse modo talvez tiremos o bem do mal, e esta é a maneira mais certa de derrotar o plano dos nossos inimigos, que nos injuriam e caluniam. Eles fazem isso com motivação errada, querendo nos injuriar. Mas, dessa maneira converteremos isso em nosso próprio favor.
Considere o que outros podem dizer sobre você. Embora as pessoas estejam cegas quando às suas próprias faltas, facilmente descobrem os erros dos outros — e consideram-se aptas o suficientes para falar deles. Algumas vezes, as pessoas vivem de maneiras que absolutamente não são adequadas, porém estão cegas para si mesmas. Não vêem seus próprios fracassos, embora os erros dos outros lhes sejam perfeitamente claros e evidentes. Elas mesmos não vêem suas falhas; quanto às dos outros, não podem fechar os olhos ou evitar ver em que falharam.
Alguns, por exemplo, são inconscientemente muito orgulhosos. Mas o problema aparece notório aos outros. Alguns são muito mundanos ainda que não sejam conscientes disso. Alguns são maliciosos e invejosos. Os outros vêem isso, e para eles lhes parecem verdadeiramente dignos de ódio. Porém, aqueles que têm esses problemas não refletem sobre eles. Não há verdade no seu coração e nem nos seus olhos em tais casos. Assim devemos ouvir o que os outros dizem de nós, observar sobre o que eles nos acusam, atentar para que erro encontram em nós, e com diligência verificar se há algum fundamento nisso.
Se outros nos acusam de orgulhosos, mundanos, maus ou maliciosos — ou nos acusam de qualquer outra condição ou prática maldosa — deveríamos honestamente nos questionar se isso é verdade. A acusação pode nos parecer completamente infundada, e podemos pensar que os motivos ou o espírito do acusador está errado. Porém, a pessoa perspicaz verá isso como uma ocasião para um auto-exame.
Deveríamos especialmente ouvir o que os nossos amigos dizem para nós e sobre nós. É imprudente, bem como não-cristão, tomar isso como ofensa e se ressentir quando os outros apontam nossas falhas. "Leais são as feridas feitas pelo que ama, porém os beijos de quem odeia são enganosos" (Pv 27.6). Deveríamos nos alegrar que nossas máculas foram identificadas.
Mas, também deveríamos atentar para as coisas sobre as quais os nossos inimigos nos acusam. Se eles nos difamam e nos insultam descaradamente — até mesmo com uma atitude incorreta — deveríamos considerar isso como um motivo para uma reflexão no íntimo, e nos perguntar se há alguma verdade no que está sendo dito. Mesmo se o que for dito é revelado de modo reprovável e injurioso, ainda pode ser que haja alguma verdade nisso. Quando as pessoas criticam outras, mesmo se seus motivos forem errados, provavelmente têm como alvo verdadeiros erros. Na verdade, nossos inimigos provavelmente nos atacam onde somos mais fracos e mais defeituosos; e onde demos mais abertura para a crítica. Tendem a nos atacar onde menos podemos nos defender. Aqueles que nos insultam — embora o façam com um espírito e modos não-cristãos — geralmente identificarão as genuínas áreas onde mais podemos ser achados culpados.
Assim, quando ouvirmos outros falando de nós nas nossas costas, não importa o espírito de crítica, a resposta certa é a auto-reflexão e uma avaliação quanto à verdade da culpa em relação aos erros de que nos acusam. Com certeza essa resposta é mais piedosa do que ficar furioso, revidar ou desprezá-los por terem falado maldosamente. Desse modo talvez tiremos o bem do mal, e esta é a maneira mais certa de derrotar o plano dos nossos inimigos, que nos injuriam e caluniam. Eles fazem isso com motivação errada, querendo nos injuriar. Mas, dessa maneira converteremos isso em nosso próprio favor.
sábado, 23 de julho de 2011
CERENCENDO NAS DECEPÇÕES!!!
Vou falar para vocês sobre a história de Aitofel e Davi. Aitofel era amigo íntimo do rei Davi, freqüentava a sua casa, era irmão na fé. Mas um determinado momento de sua vida, Aitofel se juntou com o próprio filho de Davi - Absalão, para tramar conspirações e tomar o reinado de Davi. Imaginem que apunhalada! Que dor e decepção Davi experimentou! (2 Samuel 15.31). Poderia esperar traição dos inimigos, mas de um amigo íntimo e um filho!!! Em todo Salmo 55, Davi expressa a sua decepção com esta situação. Vejam os versos 12 ao 14 “Pois não é um inimigo que me afronta, então eu poderia suportá-lo; nem é um adversário que se exalta contra mim, porque dele poderia esconder-me; mas és tu, homem meu igual, meu companheiro e meu amigo íntimo...”. Leia também Salmo 41.9 “Até o meu amigo íntimo,...levantou contra mim o calcanhar”. A frase levantou o calcanhar, significar colocar o pé no pescoço da vítima, ou seja uma violência brutal. A dor da decepção fere profundamente quando ela vem de pessoa que amamos. A traição produz extremos sofrimentos. O sofrimento de Davi, é descrito no Salmo 55.2,6,7 “sinto-me perplexo e ando perturbado...desejo fugir para longe, p/ o deserto”! MAS PRECISAMOS APRENDER A SUPERAR A DOR E A DECEPÇÃO DA TRAIÇÃO COMO JESUS FEZ. Quando ressuscitou, Jesus procurou re-encontrar seus discípulos e não demonstrou amargura pelo abandono e traição que sofrera, mas em atitude de amor voltou ao convívio dos mesmos, orientando-os até o momento da sua subida aos céus. 1º. Para superarmos as decepções precisamos entendê-las como fraqueza humana. Sob o pecado, qualquer pessoa pode trair ou decepcionar a outra. Quando aquela mulher que foi apanhada em flagrante de adultério, e levada para ser julgada por Jesus, recebemos um princípio divino para tratar das fraquezas humanas: “... Aquele que dentre vós estiver sem pecado seja o primeiro que lhe atire a primeira pedra”, (João 8.7). 2º. Para superarmos as decepções precisamos aplicar a terapia do perdão a quem nos traiu. O perdão é uma necessidade para aqueles que desejam viver de forma Saudável. Quem não perdoa não tem saúde (Tiago 5.16). A dor da traição começa ser curada quando resolvemos perdoar aquele que nos traiu. Jesus nos ensina em Mateus 18.21-35, alguns princípios sobre o perdão. 1. Fomos perdoados por Deus de uma dívida impagável. Este perdão de Deus é imerecido ilimitado, incondicional e completo. 2. Assim como fomos perdoados por Deus, devemos perdoar os nossos ofensores. A ausência de perdão revela a ingratidão à Deus, e desperta a ira de Deus, causa sofrimento e dor, fecha as portas para a misericórdia de Deus. Assim como Davi sofreu a dor e a decepção com uma pessoa amada e BUSCOU EM DEUS O CONFORTO, precisamos fazer. Assim como Jesus perdoou, devemos aplicar o perdão. O grande desafio Espiritual diante das decepções, é com ajuda de Deus, superar a dor e jamais praticar a vingança. Se você é um cristão que ainda não aprendeu a perdoar, que ainda guarda raízes de amargura em seu coração, precisa observar melhor a Palavra de Deus, pois até para orar o “Pai Nosso” e ser ouvido, primeiro precisamos limpar nosso coração de qualquer amargura ou raiva.Supere suas decepções, perdoe para receber as bênçãos divinas, só assim você vai superar as decepções !!!
Vou falar para vocês sobre a história de Aitofel e Davi. Aitofel era amigo íntimo do rei Davi, freqüentava a sua casa, era irmão na fé. Mas um determinado momento de sua vida, Aitofel se juntou com o próprio filho de Davi - Absalão, para tramar conspirações e tomar o reinado de Davi. Imaginem que apunhalada! Que dor e decepção Davi experimentou! (2 Samuel 15.31). Poderia esperar traição dos inimigos, mas de um amigo íntimo e um filho!!! Em todo Salmo 55, Davi expressa a sua decepção com esta situação. Vejam os versos 12 ao 14 “Pois não é um inimigo que me afronta, então eu poderia suportá-lo; nem é um adversário que se exalta contra mim, porque dele poderia esconder-me; mas és tu, homem meu igual, meu companheiro e meu amigo íntimo...”. Leia também Salmo 41.9 “Até o meu amigo íntimo,...levantou contra mim o calcanhar”. A frase levantou o calcanhar, significar colocar o pé no pescoço da vítima, ou seja uma violência brutal. A dor da decepção fere profundamente quando ela vem de pessoa que amamos. A traição produz extremos sofrimentos. O sofrimento de Davi, é descrito no Salmo 55.2,6,7 “sinto-me perplexo e ando perturbado...desejo fugir para longe, p/ o deserto”! MAS PRECISAMOS APRENDER A SUPERAR A DOR E A DECEPÇÃO DA TRAIÇÃO COMO JESUS FEZ. Quando ressuscitou, Jesus procurou re-encontrar seus discípulos e não demonstrou amargura pelo abandono e traição que sofrera, mas em atitude de amor voltou ao convívio dos mesmos, orientando-os até o momento da sua subida aos céus. 1º. Para superarmos as decepções precisamos entendê-las como fraqueza humana. Sob o pecado, qualquer pessoa pode trair ou decepcionar a outra. Quando aquela mulher que foi apanhada em flagrante de adultério, e levada para ser julgada por Jesus, recebemos um princípio divino para tratar das fraquezas humanas: “... Aquele que dentre vós estiver sem pecado seja o primeiro que lhe atire a primeira pedra”, (João 8.7). 2º. Para superarmos as decepções precisamos aplicar a terapia do perdão a quem nos traiu. O perdão é uma necessidade para aqueles que desejam viver de forma Saudável. Quem não perdoa não tem saúde (Tiago 5.16). A dor da traição começa ser curada quando resolvemos perdoar aquele que nos traiu. Jesus nos ensina em Mateus 18.21-35, alguns princípios sobre o perdão. 1. Fomos perdoados por Deus de uma dívida impagável. Este perdão de Deus é imerecido ilimitado, incondicional e completo. 2. Assim como fomos perdoados por Deus, devemos perdoar os nossos ofensores. A ausência de perdão revela a ingratidão à Deus, e desperta a ira de Deus, causa sofrimento e dor, fecha as portas para a misericórdia de Deus. Assim como Davi sofreu a dor e a decepção com uma pessoa amada e BUSCOU EM DEUS O CONFORTO, precisamos fazer. Assim como Jesus perdoou, devemos aplicar o perdão. O grande desafio Espiritual diante das decepções, é com ajuda de Deus, superar a dor e jamais praticar a vingança. Se você é um cristão que ainda não aprendeu a perdoar, que ainda guarda raízes de amargura em seu coração, precisa observar melhor a Palavra de Deus, pois até para orar o “Pai Nosso” e ser ouvido, primeiro precisamos limpar nosso coração de qualquer amargura ou raiva.Supere suas decepções, perdoe para receber as bênçãos divinas, só assim você vai superar as decepções !!!
segunda-feira, 18 de julho de 2011
QUANDO ESCOLHEMOS BONS AMIGOS,TEMOS A OBRIGAÇÃO DE SER TAMBÉM BOM AMIGO
As Escrituras nos orientam sobre a escolha e o tratamento dos nossos amigos. Amigos têm muita influência em nossas vidas: "O justo serve de guia para o seu companheiro, mas o caminho dos perversos os faz errar" (Provérbios 12:26). Por este motivo, a escolha de companheiros é um assunto de grande importância: "Quem anda com os sábios será sábio, mas o companheiro dos insensatos se tornará mau" (Provérbios 13:20). No final de contas, nossas escolhas não envolvem apenas pessoas, mas decidem a nossa direção na vida e na eternidade. Tiago frisou bem este fato quando perguntou: "Infiéis, não compreendeis que a amizade do mundo é inimiga de Deus? Aquele, pois, que quiser ser amigo do mundo constitui-se inimigo de Deus" (Tiago 4:4). O mesmo livro fala de um homem de grande fé que rejeitou os caminhos errados de outros homens e mostrou a sua lealdade ao Senhor. O resultado desta escolha de Abraão? "Foi chamado amigo de Deus" (Tiago 2:23). Devemos escolher bons amigos que nos ajudarão, especialmente em termos espirituais.
É fácil escolher mal. Muitas pessoas que não amam a Deus e não respeitam a palavra dele nos oferecem a sua amizade. Às vezes, podemos influenciar tais pessoas pela nossa fé e o exemplo de uma vida reta. O próprio Jesus fez questão de ter contato com pecadores, oferecendo-lhes a palavra eterna da salvação (Lucas 15:1; Mateus 9:10-13). O perigo vem quando não confessamos a nossa fé no meio de uma geração perversa (Marcos 8:38). Ao invés de conduzir outros a Cristo, deixamos as más influências nos corromperem.
Algumas pessoas querem nos induzir a pecar contra Deus. "Filho meu, se os pecadores querem seduzir-te, não o consintas. Se disserem: Vem conosco, embosquemo-nos para derramar sangue, espreitemos, ainda que sem motivo, os inocentes; traguemo-los vivos, como o abismo, e inteiros, como os que descem à cova; acharemos toda sorte de bens preciosos, encheremos de despojos a nossa casa; lança a tua sorte entre nós; teremos uma só bolsa. Filho meu, não te ponhas a caminho com eles; guarda das suas veredas os pés; porque os seus pés correm para o mal e se apressam a derramar sangue" (Provérbios 1:10-16). Infelizmente, observamos a mesma tragédia espiritual na vida de muitas pessoas hoje. Quantos jovens são induzidos a usar drogas, ou até de se tornar traficantes, pela influência de "amigos"? Quantos se integram a gangues e acabam cometendo vários tipos de crime?
Algumas amizades precisam ser totalmente evitadas:"Bem-aventurado o homem que não anda no conselho dos ímpios, não se detém no caminho dos pecadores, nem se assenta na roda dos escarnecedores" (Salmo 1:1). Quando outros querem nos conduzir ao erro, precisamos sair correndo: "Foge da presença do homem insensato, porque nele não divisarás lábios de conhecimento. A sabedoria do prudente é entender o seu próprio caminho, mas a estultícia dos insensatos é enganadora. Os loucos zombam do pecado, mas entre os retos há boa vontade" (Provérbios 14:7-9).
Alguns dos amigos mais perigosos são aqueles que sempre concordam conosco, apoiando-nos mesmo nas coisas erradas. "Melhor é ouvir a repreensão do sábio do que ouvir a canção do insensato" (Eclesiastes 7:5). O amigo verdadeiro nos corrige, e a pessoa sábia procura ter amigos com coragem e convicção para a repreender quando for necessário. Por outro lado, o insensato evita pessoas que corrigem e criticam, procurando aprovação acima de sabedoria. "O escarnecedor não ama àquele que o repreende, nem se chegará para os sábios... O coração sábio procura o conhecimento, mas a boca dos insensatos se apascenta de estultícia" (Provérbios 15:12,14). Ninguém gosta de ser corrigido, mas todos nós precisamos de amigos que nos amam tanto que mostram os nossos erros: "Melhor é a repreensão franca do que o amor encoberto. Leais são as feridas feitas pelo que ama, porém os beijos de quem odeia são enganosos" (Provérbios 27:5-6).
Paulo mostrou aos coríntios que, mesmo entre pessoas religiosas, é necessário evitar influências negativas: "Não vos enganeis: as más conversações corrompem os bons costumes" (1 Coríntios 15:33). No caso dos coríntios, alguns irmãos estavam espalhando doutrinas falsas, negando a ressurreição dos mortos. O fato de alguém participar de uma igreja ou se dizer cristão não é garantia de uma amizade saudável e edificante. Alguns aproveitam a amizade para induzir outros a aceitar doutrinas e religiões falsas. Moisés avisou sobre parentes e amigos que incentivam os servos de Deus a servir outros deuses e mandou que não concordassem, nem ouvissem, nem olhassem com piedade para aqueles falsos professores (Deuteronômio 13:6-8). Temos que julgar a árvore pelos frutos (Mateus 7:15-20), retendo o que é bom e nos abstendo de toda forma de mal (1 Tessalonicenses 5:21-22).
Uma vez que escolhemos bons amigos, devemos ser bons amigos! As Escrituras nos aconselham sobre as responsabilidades de companheiros fiéis. Amigos contam com a presença uns dos outros: "Mais vale o vizinho perto do que o irmão longe" (Provérbios 27:10). "O olhar de amigo alegra ao coração; as boas-novas fortalecem até os ossos" (Provérbios 15:30). Por outro lado, não devemos abusar da amizade, causando aborrecimentos: "Não sejas freqüente na casa do teu próximo, para que não se enfade de ti e te aborreça" (Provérbios 25:17). Não devemos abandonar nem trair os nossos amigos (Provérbios 27:10). Amigos verdadeiros não são interesseiros, mas aqueles companheiros fiéis que ficam nos bons tempos e nos maus: "Em todo tempo ama o amigo, e na angústia se faz o irmão" (Provérbios 17:17). A amizade verdadeira traz benefícios mútuos: "Como o ferro com o ferro se afia, assim, o homem, ao seu amigo" (Provérbios 27:17).
As Escrituras nos orientam sobre a escolha e o tratamento dos nossos amigos. Amigos têm muita influência em nossas vidas: "O justo serve de guia para o seu companheiro, mas o caminho dos perversos os faz errar" (Provérbios 12:26). Por este motivo, a escolha de companheiros é um assunto de grande importância: "Quem anda com os sábios será sábio, mas o companheiro dos insensatos se tornará mau" (Provérbios 13:20). No final de contas, nossas escolhas não envolvem apenas pessoas, mas decidem a nossa direção na vida e na eternidade. Tiago frisou bem este fato quando perguntou: "Infiéis, não compreendeis que a amizade do mundo é inimiga de Deus? Aquele, pois, que quiser ser amigo do mundo constitui-se inimigo de Deus" (Tiago 4:4). O mesmo livro fala de um homem de grande fé que rejeitou os caminhos errados de outros homens e mostrou a sua lealdade ao Senhor. O resultado desta escolha de Abraão? "Foi chamado amigo de Deus" (Tiago 2:23). Devemos escolher bons amigos que nos ajudarão, especialmente em termos espirituais.
É fácil escolher mal. Muitas pessoas que não amam a Deus e não respeitam a palavra dele nos oferecem a sua amizade. Às vezes, podemos influenciar tais pessoas pela nossa fé e o exemplo de uma vida reta. O próprio Jesus fez questão de ter contato com pecadores, oferecendo-lhes a palavra eterna da salvação (Lucas 15:1; Mateus 9:10-13). O perigo vem quando não confessamos a nossa fé no meio de uma geração perversa (Marcos 8:38). Ao invés de conduzir outros a Cristo, deixamos as más influências nos corromperem.
Algumas pessoas querem nos induzir a pecar contra Deus. "Filho meu, se os pecadores querem seduzir-te, não o consintas. Se disserem: Vem conosco, embosquemo-nos para derramar sangue, espreitemos, ainda que sem motivo, os inocentes; traguemo-los vivos, como o abismo, e inteiros, como os que descem à cova; acharemos toda sorte de bens preciosos, encheremos de despojos a nossa casa; lança a tua sorte entre nós; teremos uma só bolsa. Filho meu, não te ponhas a caminho com eles; guarda das suas veredas os pés; porque os seus pés correm para o mal e se apressam a derramar sangue" (Provérbios 1:10-16). Infelizmente, observamos a mesma tragédia espiritual na vida de muitas pessoas hoje. Quantos jovens são induzidos a usar drogas, ou até de se tornar traficantes, pela influência de "amigos"? Quantos se integram a gangues e acabam cometendo vários tipos de crime?
Algumas amizades precisam ser totalmente evitadas:"Bem-aventurado o homem que não anda no conselho dos ímpios, não se detém no caminho dos pecadores, nem se assenta na roda dos escarnecedores" (Salmo 1:1). Quando outros querem nos conduzir ao erro, precisamos sair correndo: "Foge da presença do homem insensato, porque nele não divisarás lábios de conhecimento. A sabedoria do prudente é entender o seu próprio caminho, mas a estultícia dos insensatos é enganadora. Os loucos zombam do pecado, mas entre os retos há boa vontade" (Provérbios 14:7-9).
Alguns dos amigos mais perigosos são aqueles que sempre concordam conosco, apoiando-nos mesmo nas coisas erradas. "Melhor é ouvir a repreensão do sábio do que ouvir a canção do insensato" (Eclesiastes 7:5). O amigo verdadeiro nos corrige, e a pessoa sábia procura ter amigos com coragem e convicção para a repreender quando for necessário. Por outro lado, o insensato evita pessoas que corrigem e criticam, procurando aprovação acima de sabedoria. "O escarnecedor não ama àquele que o repreende, nem se chegará para os sábios... O coração sábio procura o conhecimento, mas a boca dos insensatos se apascenta de estultícia" (Provérbios 15:12,14). Ninguém gosta de ser corrigido, mas todos nós precisamos de amigos que nos amam tanto que mostram os nossos erros: "Melhor é a repreensão franca do que o amor encoberto. Leais são as feridas feitas pelo que ama, porém os beijos de quem odeia são enganosos" (Provérbios 27:5-6).
Paulo mostrou aos coríntios que, mesmo entre pessoas religiosas, é necessário evitar influências negativas: "Não vos enganeis: as más conversações corrompem os bons costumes" (1 Coríntios 15:33). No caso dos coríntios, alguns irmãos estavam espalhando doutrinas falsas, negando a ressurreição dos mortos. O fato de alguém participar de uma igreja ou se dizer cristão não é garantia de uma amizade saudável e edificante. Alguns aproveitam a amizade para induzir outros a aceitar doutrinas e religiões falsas. Moisés avisou sobre parentes e amigos que incentivam os servos de Deus a servir outros deuses e mandou que não concordassem, nem ouvissem, nem olhassem com piedade para aqueles falsos professores (Deuteronômio 13:6-8). Temos que julgar a árvore pelos frutos (Mateus 7:15-20), retendo o que é bom e nos abstendo de toda forma de mal (1 Tessalonicenses 5:21-22).
Uma vez que escolhemos bons amigos, devemos ser bons amigos! As Escrituras nos aconselham sobre as responsabilidades de companheiros fiéis. Amigos contam com a presença uns dos outros: "Mais vale o vizinho perto do que o irmão longe" (Provérbios 27:10). "O olhar de amigo alegra ao coração; as boas-novas fortalecem até os ossos" (Provérbios 15:30). Por outro lado, não devemos abusar da amizade, causando aborrecimentos: "Não sejas freqüente na casa do teu próximo, para que não se enfade de ti e te aborreça" (Provérbios 25:17). Não devemos abandonar nem trair os nossos amigos (Provérbios 27:10). Amigos verdadeiros não são interesseiros, mas aqueles companheiros fiéis que ficam nos bons tempos e nos maus: "Em todo tempo ama o amigo, e na angústia se faz o irmão" (Provérbios 17:17). A amizade verdadeira traz benefícios mútuos: "Como o ferro com o ferro se afia, assim, o homem, ao seu amigo" (Provérbios 27:17).
sexta-feira, 15 de julho de 2011
CASAMENTO, UNIÃO ESTÁVEL, O QUE DIZ A BÍBLIA E NOSSA LEI
O Novo Código Civil, de janeiro de 2002, legitimou mudanças radicais pelas quais a sociedade brasileira passou desde a vigência do antigo Código, de 1916. Um desses temas diz respeito ao antigo "casamento ilegítimo", ou seja, a união de homem e mulher que já haviam se casado anteriormente e eram tidos como concubinos. Nesse longo período de 86 anos, o termo ganhou diversas interpretações. Mas é depois do Novo Código que a relação entre companheiros e companheiras ganha status de união estável, com direitos e deveres assegurados.
A união estável foi mencionada pela Constituição de 1988, mas sua definição só aparece no Novo Código Civil (artigo 1723): trata-se da convivência duradoura de homem e mulher com objetivo de constituir família. O professor Alcides Tomasetti Jr., da Faculdade de Direito, explica que, querendo, essas pessoas podem se casar, ou seja, não há impedimento legal para isso. "A união estável é permitida entre pessoas separadas de três formas: de fato, judicialmente ou divorciadas,
contanto que os requisitos do artigo tenham sido cumpridos", diz. A separação de fato acontece quando o casal não vive mais junto e está separado na prática, mas ainda não teve a confirmação judicial desse afastamento.
Os companheiros em união estável possuem deveres e direitos gerais iguais, como lealdade, respeito, assistência e guarda, sustento e educação dos filhos. Além disso, a lei assegura direito a pensão alimentícia, que inclui moradia, educação, vestuário, alimentação, e, segundo interpretação do professor, também lazer. Caso se separem, a guarda dos filhos ficará com quem tiver melhores condições. Dessa forma, se a criança ficar com o pai, por exemplo, a mãe poderá pagar pensão.
Outro ponto revisto diz respeito ao fim da distinção entre filho "legítimo" e "ilegítimo". Tomasetti ressalta que a herança será repartida em partes iguais entre o companheiro e os filhos da união estável ou do casamento, se existirem. "Já se a mulher for herdeira ao lado dos descendentes só do
companheiro, ela recebe metade àquilo que couber aos filhos dele. Não havendo herdeiros, ela terá direito à totalidade da herança", exemplifica o professor.
Segundo Tomasetti, o termo "concubinato" é muitas vezes mal interpretado, porque até os anos 60 se referia a qualquer relação fora do casamento. "Os homens separados não poderiam por lei se casar, e o concubinato era adulterino ou impróprio, pois havia uma causa impeditiva: a inexistência do divórcio. Normalmente era o caso de um homem conviver com duas mulheres, a legítima e a concubina. Isso era um problema, uma vez que os concubinos viviam uma união estável durante anos, tinham filhos e patrimônio comum, mas se um deles abandonasse a relação, vinha a insegurança, porque nenhum direito estava garantido", afirma o professor, completando que, aos poucos, os tribunais começaram a proteger e indenizar concubinas em casos específicos, como quando era provado que o patrimônio também era fruto do esforço da mulher.
O casamento no Cartório de Registro Civil no Brasil teve sua origem logo após a proclamação da República, diminuindo os poderes da Igreja Católica Romana. Os ideais positivistas daquele tempo apregoavam a inteira liberdade de culto. A lei que instituiu o casamento civil passou a vigorar no dia 24 de janeiro de 1890, cujo texto determinava: “As pessoas que pretendem se casar devem habilitar-se perante o oficial de registro civil, exibindo os documentos em forma que lhes dêem fé pública”. Os documentos exigidos eram o seguinte: certidão de idade dos nubentes, declaração de residência das famílias, autorização de parentes (em caso de menores de idade) e depoimento de duas testemunhas garantindo que o casal não possua nenhum tipo de parentesco. A novidade era uma confissão de que os pretendentes estavam unidos até que a morte os separassem. Dessa forma, as mulheres passariam a ter o direito de usar o sobrenome do marido, enquanto que o marido teria a obrigação de “fixar o domicílio da família, de autorizar a profissão da mulher e dirigir a educação dos filhos”. De lá para cá, muita coisa foi alterada no Código Civil brasileiro. Por exemplo, a lei cita o termo “união estável”. Para que essa “união” se estabeleça é necessário apenas comprovar a convivência duradoura, contínua e pública de um homem e uma mulher, visando constituir uma família, sem, necessariamente, passar pela oficialização civil e religiosa. Se, ainda segundo o Código Civil, “morar junto” pode ser considerado uma “união estável”, é indispensável que o casal e possíveis filhos estejam amparados para uma imprevisível separação ou morte de um dos conjugues através da assinatura de um contrato. Um dos pontos mais importantes se refere aos bens adquiridos a partir da “união estável”, que são frutos do trabalho e da colaboração comum, pertencendo o patrimônio a ambos e em partes iguais. Devido a atualidade do assunto, resolvi publicar novamente este post (Publicado originalmente em 15/06/2007), abrindo desta forma o espaço para uma maior discussão e reflexão sobre o problema.
1. Sendo o casamento não sujeito a um padrão bíblico, judicial e cultural universal, entende-se que Deus o concebe conforme o tempo, cultura, costume e padrões normativos da sociedade, desde que não infrinja os princípios estabelecidos pela palavra de Deus, dentre os quais a heterossexualidade e a fidelidade conjugal (Gn 1.27, 2.22-25; Ex 20.14, 17; 1Tm 3.2;).
2. Não há na Bíblia sagrada nada que fundamente a idéia de que para ser reconhecido por Deus, o casamento precise de uma certidão ou contrato, quer estabelecido pelos pais, pela religião ou pelo estado. A prova disto é que os casamentos que não foram realizados ou regidos por tais instrumentos, eram diante de Deus reconhecidos e válidos (Gn 1.27-28; 24.58-67; 29.21-30; 41.45; Ex 24.1; 1Sm 18.27; Rt 4.9-13; Mt 1.24-25, etc.) O contrato de casamento é mencionado apenas no livro apócrifo de Tobias 7.13, e mesmo assim com caráter descritivo e não prescritivo.
3. Os contratos de casamento, a princípio estabelecidos pela família em algumas sociedades antigas, sem a interferência do Estado, vindo a fazer parte do universo jurídico apenas num passado recente, eram motivados por questão de ordem material e não afetiva. Não era a legitimação do casamento a preocupação inicial, mas sim a partilha dos bens ao final deste.
4. Só a partir do século IX a igreja (católica), começou a chamar para si a competência para regular de forma exclusiva a toda matéria matrimonial, vindo no Concílio de Trento em 1553 dar ao casamento a condição de sacramento da Igreja. Até então, desde a Igreja Primitiva, não havia dificuldade no reconhecimento do casamento conforme os padrões sócio-culturais, desde que fundamentado nos padrões bíblicos, conforme já citado.
5. No Brasil, a Igreja no seu princípio seguiu as diretrizes da Constituição Republicana de 24 de Janeiro de 1891, no art. 72, parágrafo 2°., que reconhecia apenas o "casamento civil", e do Código Civil que vigorou a partir do 1° de Janeiro de 1917, cujas disposições só reconhecia como válido o casamento civil celebrado pela autoridade secular. Entendendo se dever cívico de submissão às autoridades constituídas (Rm 13) e da preservação dos bons costumes (padrão culturalmente instável), a Igreja Evangélica, sem maior reflexão bíblica, privou o batismo nas águas e consequentemente da santa ceia aqueles novos crentes congregados que se encontravam diante da "lei" irregulares e marginalizados em virtude de sua união conjugal não seguir as diretrizes legais de então, quanto ao casamento ou reconhecimento do status de família. Com os graves problemas que esta exigência jurídicas causou, uma vez que não eram reconhecida pelo Estado as uniões conjugais estáveis, acontecia que no momento da separação entre estes "casais", a mulher sempre sofria prejuízos na partilha (quando havia partilha) de bens e em outras questão básicas.
6. Diante deste quadro, partindo de mudanças no Direito Tributário, o Estado acabou por reconhecer através da Constituição de 1988 em seu art. 226 parágrafo 3°, a união estável entre homem e mulher como entidade familiar, caracterizada pela c onvivência pública, contínua e duradoura com o objetivo de constituir família. Tal artigo foi regulamentado pela Lei 9.278 de 10 de Maio de 1996 e pelo novo Código Civil de 10.01.2002 em seu art. 1723. O Estado com isso corrigiu um erro e uma injustiça, retomando o principio dos primórdios da sociedade onde "o fato do casamento era por si reconhecido e satisfatório. Tais mudanças nas leis do país, não quebraram nenhum principio bíblico referente a vida conjugal entre homem e mulher, ao contrário, consolidaram o referente princípio.
7. Não há Novo Testamento nenhuma exigência para o batismo nas águas relacionada a "contratos ou certidões de casamento", aliás, as únicas exigências são arrependimento, fé, consciência e vontade (Mc 16.16; At 2.38-41; 8. 36-37). A história e a Bíblia (Mt 15.3) nos revelam os riscos de se colocar a "tradição" acima da Palavra de Deus promovendo com isto a injustiça.
8. É no mínimo contraditório o fato de se negar o batismo nas águas para os crentes que participam ativamente da vida congregacional, contribuem com seus dízimos, dão ofertas, evangelizam, fazem parte dos órgãos de cântico, alguns são líderes, ensinam na escola dominical, e são batizados com o Espírito Santo. Só não podem assumir funções "oficiais" e participarem da Santa Ceia.
Mudar é incômodo, mas por vezes é necessário. Mudar com responsabilidade, avaliando as conseqüências das mudanças é essencial. O desejo por mudança, por bem intencionado que seja, acaba mexendo com padrões fortemente estabelecidos e arraigados em qualquer instituição. Não quero ser simplista, visto que a questão exige assim uma análise cautelosa.
O Novo Código Civil, de janeiro de 2002, legitimou mudanças radicais pelas quais a sociedade brasileira passou desde a vigência do antigo Código, de 1916. Um desses temas diz respeito ao antigo "casamento ilegítimo", ou seja, a união de homem e mulher que já haviam se casado anteriormente e eram tidos como concubinos. Nesse longo período de 86 anos, o termo ganhou diversas interpretações. Mas é depois do Novo Código que a relação entre companheiros e companheiras ganha status de união estável, com direitos e deveres assegurados.
A união estável foi mencionada pela Constituição de 1988, mas sua definição só aparece no Novo Código Civil (artigo 1723): trata-se da convivência duradoura de homem e mulher com objetivo de constituir família. O professor Alcides Tomasetti Jr., da Faculdade de Direito, explica que, querendo, essas pessoas podem se casar, ou seja, não há impedimento legal para isso. "A união estável é permitida entre pessoas separadas de três formas: de fato, judicialmente ou divorciadas,
contanto que os requisitos do artigo tenham sido cumpridos", diz. A separação de fato acontece quando o casal não vive mais junto e está separado na prática, mas ainda não teve a confirmação judicial desse afastamento.
Os companheiros em união estável possuem deveres e direitos gerais iguais, como lealdade, respeito, assistência e guarda, sustento e educação dos filhos. Além disso, a lei assegura direito a pensão alimentícia, que inclui moradia, educação, vestuário, alimentação, e, segundo interpretação do professor, também lazer. Caso se separem, a guarda dos filhos ficará com quem tiver melhores condições. Dessa forma, se a criança ficar com o pai, por exemplo, a mãe poderá pagar pensão.
Outro ponto revisto diz respeito ao fim da distinção entre filho "legítimo" e "ilegítimo". Tomasetti ressalta que a herança será repartida em partes iguais entre o companheiro e os filhos da união estável ou do casamento, se existirem. "Já se a mulher for herdeira ao lado dos descendentes só do
companheiro, ela recebe metade àquilo que couber aos filhos dele. Não havendo herdeiros, ela terá direito à totalidade da herança", exemplifica o professor.
Segundo Tomasetti, o termo "concubinato" é muitas vezes mal interpretado, porque até os anos 60 se referia a qualquer relação fora do casamento. "Os homens separados não poderiam por lei se casar, e o concubinato era adulterino ou impróprio, pois havia uma causa impeditiva: a inexistência do divórcio. Normalmente era o caso de um homem conviver com duas mulheres, a legítima e a concubina. Isso era um problema, uma vez que os concubinos viviam uma união estável durante anos, tinham filhos e patrimônio comum, mas se um deles abandonasse a relação, vinha a insegurança, porque nenhum direito estava garantido", afirma o professor, completando que, aos poucos, os tribunais começaram a proteger e indenizar concubinas em casos específicos, como quando era provado que o patrimônio também era fruto do esforço da mulher.
O casamento no Cartório de Registro Civil no Brasil teve sua origem logo após a proclamação da República, diminuindo os poderes da Igreja Católica Romana. Os ideais positivistas daquele tempo apregoavam a inteira liberdade de culto. A lei que instituiu o casamento civil passou a vigorar no dia 24 de janeiro de 1890, cujo texto determinava: “As pessoas que pretendem se casar devem habilitar-se perante o oficial de registro civil, exibindo os documentos em forma que lhes dêem fé pública”. Os documentos exigidos eram o seguinte: certidão de idade dos nubentes, declaração de residência das famílias, autorização de parentes (em caso de menores de idade) e depoimento de duas testemunhas garantindo que o casal não possua nenhum tipo de parentesco. A novidade era uma confissão de que os pretendentes estavam unidos até que a morte os separassem. Dessa forma, as mulheres passariam a ter o direito de usar o sobrenome do marido, enquanto que o marido teria a obrigação de “fixar o domicílio da família, de autorizar a profissão da mulher e dirigir a educação dos filhos”. De lá para cá, muita coisa foi alterada no Código Civil brasileiro. Por exemplo, a lei cita o termo “união estável”. Para que essa “união” se estabeleça é necessário apenas comprovar a convivência duradoura, contínua e pública de um homem e uma mulher, visando constituir uma família, sem, necessariamente, passar pela oficialização civil e religiosa. Se, ainda segundo o Código Civil, “morar junto” pode ser considerado uma “união estável”, é indispensável que o casal e possíveis filhos estejam amparados para uma imprevisível separação ou morte de um dos conjugues através da assinatura de um contrato. Um dos pontos mais importantes se refere aos bens adquiridos a partir da “união estável”, que são frutos do trabalho e da colaboração comum, pertencendo o patrimônio a ambos e em partes iguais. Devido a atualidade do assunto, resolvi publicar novamente este post (Publicado originalmente em 15/06/2007), abrindo desta forma o espaço para uma maior discussão e reflexão sobre o problema.
1. Sendo o casamento não sujeito a um padrão bíblico, judicial e cultural universal, entende-se que Deus o concebe conforme o tempo, cultura, costume e padrões normativos da sociedade, desde que não infrinja os princípios estabelecidos pela palavra de Deus, dentre os quais a heterossexualidade e a fidelidade conjugal (Gn 1.27, 2.22-25; Ex 20.14, 17; 1Tm 3.2;).
2. Não há na Bíblia sagrada nada que fundamente a idéia de que para ser reconhecido por Deus, o casamento precise de uma certidão ou contrato, quer estabelecido pelos pais, pela religião ou pelo estado. A prova disto é que os casamentos que não foram realizados ou regidos por tais instrumentos, eram diante de Deus reconhecidos e válidos (Gn 1.27-28; 24.58-67; 29.21-30; 41.45; Ex 24.1; 1Sm 18.27; Rt 4.9-13; Mt 1.24-25, etc.) O contrato de casamento é mencionado apenas no livro apócrifo de Tobias 7.13, e mesmo assim com caráter descritivo e não prescritivo.
3. Os contratos de casamento, a princípio estabelecidos pela família em algumas sociedades antigas, sem a interferência do Estado, vindo a fazer parte do universo jurídico apenas num passado recente, eram motivados por questão de ordem material e não afetiva. Não era a legitimação do casamento a preocupação inicial, mas sim a partilha dos bens ao final deste.
4. Só a partir do século IX a igreja (católica), começou a chamar para si a competência para regular de forma exclusiva a toda matéria matrimonial, vindo no Concílio de Trento em 1553 dar ao casamento a condição de sacramento da Igreja. Até então, desde a Igreja Primitiva, não havia dificuldade no reconhecimento do casamento conforme os padrões sócio-culturais, desde que fundamentado nos padrões bíblicos, conforme já citado.
5. No Brasil, a Igreja no seu princípio seguiu as diretrizes da Constituição Republicana de 24 de Janeiro de 1891, no art. 72, parágrafo 2°., que reconhecia apenas o "casamento civil", e do Código Civil que vigorou a partir do 1° de Janeiro de 1917, cujas disposições só reconhecia como válido o casamento civil celebrado pela autoridade secular. Entendendo se dever cívico de submissão às autoridades constituídas (Rm 13) e da preservação dos bons costumes (padrão culturalmente instável), a Igreja Evangélica, sem maior reflexão bíblica, privou o batismo nas águas e consequentemente da santa ceia aqueles novos crentes congregados que se encontravam diante da "lei" irregulares e marginalizados em virtude de sua união conjugal não seguir as diretrizes legais de então, quanto ao casamento ou reconhecimento do status de família. Com os graves problemas que esta exigência jurídicas causou, uma vez que não eram reconhecida pelo Estado as uniões conjugais estáveis, acontecia que no momento da separação entre estes "casais", a mulher sempre sofria prejuízos na partilha (quando havia partilha) de bens e em outras questão básicas.
6. Diante deste quadro, partindo de mudanças no Direito Tributário, o Estado acabou por reconhecer através da Constituição de 1988 em seu art. 226 parágrafo 3°, a união estável entre homem e mulher como entidade familiar, caracterizada pela c onvivência pública, contínua e duradoura com o objetivo de constituir família. Tal artigo foi regulamentado pela Lei 9.278 de 10 de Maio de 1996 e pelo novo Código Civil de 10.01.2002 em seu art. 1723. O Estado com isso corrigiu um erro e uma injustiça, retomando o principio dos primórdios da sociedade onde "o fato do casamento era por si reconhecido e satisfatório. Tais mudanças nas leis do país, não quebraram nenhum principio bíblico referente a vida conjugal entre homem e mulher, ao contrário, consolidaram o referente princípio.
7. Não há Novo Testamento nenhuma exigência para o batismo nas águas relacionada a "contratos ou certidões de casamento", aliás, as únicas exigências são arrependimento, fé, consciência e vontade (Mc 16.16; At 2.38-41; 8. 36-37). A história e a Bíblia (Mt 15.3) nos revelam os riscos de se colocar a "tradição" acima da Palavra de Deus promovendo com isto a injustiça.
8. É no mínimo contraditório o fato de se negar o batismo nas águas para os crentes que participam ativamente da vida congregacional, contribuem com seus dízimos, dão ofertas, evangelizam, fazem parte dos órgãos de cântico, alguns são líderes, ensinam na escola dominical, e são batizados com o Espírito Santo. Só não podem assumir funções "oficiais" e participarem da Santa Ceia.
Mudar é incômodo, mas por vezes é necessário. Mudar com responsabilidade, avaliando as conseqüências das mudanças é essencial. O desejo por mudança, por bem intencionado que seja, acaba mexendo com padrões fortemente estabelecidos e arraigados em qualquer instituição. Não quero ser simplista, visto que a questão exige assim uma análise cautelosa.
sexta-feira, 8 de julho de 2011
CAMPANHAS COM FINALIDADES LUCRATIVAS TEM ME DADO ASCO.
E TEM CAUSADO NÁUSEAS EM DEUS.
Milhões de almas simples vêm sendo desviadas da fé por verdadeiros agentes do mal neste mundo, lobos devoradores disfarçados sob pele de cordeiro. Falsas “soluções milagrosas” fora da Igreja de Cristo nos são oferecidas todos os dias,
O Brasil, a América do Sul como um todo é celeiro dessa maroteira exploração de fé evangélica. “Igrejas Empresas” geram “Pastores-Comerciantes” que por sua vez produzem “Crente-Consumistas”.
O contexto socioeconômico contribui para tanto. São famílias que vivem com o mínimo possível, o lucro pára na mão de poucos e a desigualdade no bolso de muitos. Nesse contexto propaga-se com força a chamada Teologia da Prosperidade. Para isto é propício dinheiro, com tantos que vivem com pouquíssimo dele.
Os rudimentos dessa teologia, de uma maneira simplista, a lógica é: Quanto maior o investimento, tanto maior será a benção desejada. Uma espécie de poupança de investimentos celestial.
É certo que o povo deseja isso, primeiro pelo estado de subjugo que vivem, segundo, porque o dono dos investimentos celestial, no caso Deus, garante a lucratividade do negócio.
A Experiência de Fé é legítima, mas a Exploração da Fé é cruel, brutal. Com tudo, penso, onde é que vamos parar com toda essa comercialização?
Quando que vamos parar de explorar a fé do nosso povo? Com nossos discursos, que sempre falam, mas que outrora nunca vivem. Que subjugam o povo com cargas que até mesmo nós jamais poderíamos suportar. Quando é que tudo isso vai acabar?
Talvez seja quando o grande dono do Reino voltar, e também esclarecer a hermenêutica de coroa de brilhantes, ruas de ouro e cristal, muros de jaspe luzentes e todas as outras figuras terrenas que figuram de lucro, capital, como recompensa.
Talvez quando Ele voltar novamente, volte simples mais uma vez, oferecendo-nos uma vida simples, sem ruas de ouro, talvez até sem asfalto, para se valorizar a terra que um dia foi o repouso do corpo no sono cruel da morte.
Talvez oferecendo-nos casas simples ao invés de celestiais mansões, para que mais uma vez se assente a roda dos simples e humildes como por muitas vezes fizera. Ao invés de coroas de brilhantes chapéus esfarrapados para refugiar-se do ardor do sol, que na lida terrena causticou a muitos lhes causando traumas. Ao invés de muro de jaspes luzentes, moradias sem cercas, sem portões para que essa política de posse privada seja lembrança de uma vida sofrida, que somente quando do alto do morro se olhava via-se as piscinas nos quintais das casas dos ricos, pois seus suntuosos muros impediam de ver as riquezas ocultas.
Talvez também haja quem o rejeite se ele voltar assim, como rejeitaram na sua primeira vinda, quando esperavam um Messias triunfante, nascido em berço de ouro, trajando roupas reais.
Talvez haja quem o rejeite como rejeitaram os que esperavam recompensas de cem vezes tanto por o servirem com integridade, os que desejaram cargos celestiais, assentarem-se ao seu lado para julgar as nações. Será então nesse dia também que muitos ficarão de fora desse reino, os ladrões, ladrões da fé, da verdade, da igualdade da justiça, da paz. Os idólatras, da fama, do sucesso, dinheiro, dos grandes templos, dos pastores, dos cantores.
Ficarão de fora também os exploradores, exploradores da fé, que calerajam não só as mãos do meu povo fazendo os trabalhar forçosamente em troco do mínimo, depois os chantagearam em nome do dono do Reino a darem tudo e ficarem com nada.
Ficarão de fora os exploradores da fé que não ensinaram meu povo a transformarem sua realidade, gente simples de corações calejados pelo pranto da justiça.
Mas para estes que não sabiam como alcançá-la a justiça, que tanto plagearam, que não se importaram com luxo, que viveram massacrados por toda sorte de exploração, a eles Ele dirá: Vindes benditos de meu Pai, possui o que é vosso, e vos foi roubado, desde colonização do Brasil, e até mesmo antes dela, possui a terra pela qual vocês lutaram com paus é pedra, possuí-a, isto é vosso. Amém!
E TEM CAUSADO NÁUSEAS EM DEUS.
Milhões de almas simples vêm sendo desviadas da fé por verdadeiros agentes do mal neste mundo, lobos devoradores disfarçados sob pele de cordeiro. Falsas “soluções milagrosas” fora da Igreja de Cristo nos são oferecidas todos os dias,
O Brasil, a América do Sul como um todo é celeiro dessa maroteira exploração de fé evangélica. “Igrejas Empresas” geram “Pastores-Comerciantes” que por sua vez produzem “Crente-Consumistas”.
O contexto socioeconômico contribui para tanto. São famílias que vivem com o mínimo possível, o lucro pára na mão de poucos e a desigualdade no bolso de muitos. Nesse contexto propaga-se com força a chamada Teologia da Prosperidade. Para isto é propício dinheiro, com tantos que vivem com pouquíssimo dele.
Os rudimentos dessa teologia, de uma maneira simplista, a lógica é: Quanto maior o investimento, tanto maior será a benção desejada. Uma espécie de poupança de investimentos celestial.
É certo que o povo deseja isso, primeiro pelo estado de subjugo que vivem, segundo, porque o dono dos investimentos celestial, no caso Deus, garante a lucratividade do negócio.
A Experiência de Fé é legítima, mas a Exploração da Fé é cruel, brutal. Com tudo, penso, onde é que vamos parar com toda essa comercialização?
Quando que vamos parar de explorar a fé do nosso povo? Com nossos discursos, que sempre falam, mas que outrora nunca vivem. Que subjugam o povo com cargas que até mesmo nós jamais poderíamos suportar. Quando é que tudo isso vai acabar?
Talvez seja quando o grande dono do Reino voltar, e também esclarecer a hermenêutica de coroa de brilhantes, ruas de ouro e cristal, muros de jaspe luzentes e todas as outras figuras terrenas que figuram de lucro, capital, como recompensa.
Talvez quando Ele voltar novamente, volte simples mais uma vez, oferecendo-nos uma vida simples, sem ruas de ouro, talvez até sem asfalto, para se valorizar a terra que um dia foi o repouso do corpo no sono cruel da morte.
Talvez oferecendo-nos casas simples ao invés de celestiais mansões, para que mais uma vez se assente a roda dos simples e humildes como por muitas vezes fizera. Ao invés de coroas de brilhantes chapéus esfarrapados para refugiar-se do ardor do sol, que na lida terrena causticou a muitos lhes causando traumas. Ao invés de muro de jaspes luzentes, moradias sem cercas, sem portões para que essa política de posse privada seja lembrança de uma vida sofrida, que somente quando do alto do morro se olhava via-se as piscinas nos quintais das casas dos ricos, pois seus suntuosos muros impediam de ver as riquezas ocultas.
Talvez também haja quem o rejeite se ele voltar assim, como rejeitaram na sua primeira vinda, quando esperavam um Messias triunfante, nascido em berço de ouro, trajando roupas reais.
Talvez haja quem o rejeite como rejeitaram os que esperavam recompensas de cem vezes tanto por o servirem com integridade, os que desejaram cargos celestiais, assentarem-se ao seu lado para julgar as nações. Será então nesse dia também que muitos ficarão de fora desse reino, os ladrões, ladrões da fé, da verdade, da igualdade da justiça, da paz. Os idólatras, da fama, do sucesso, dinheiro, dos grandes templos, dos pastores, dos cantores.
Ficarão de fora também os exploradores, exploradores da fé, que calerajam não só as mãos do meu povo fazendo os trabalhar forçosamente em troco do mínimo, depois os chantagearam em nome do dono do Reino a darem tudo e ficarem com nada.
Ficarão de fora os exploradores da fé que não ensinaram meu povo a transformarem sua realidade, gente simples de corações calejados pelo pranto da justiça.
Mas para estes que não sabiam como alcançá-la a justiça, que tanto plagearam, que não se importaram com luxo, que viveram massacrados por toda sorte de exploração, a eles Ele dirá: Vindes benditos de meu Pai, possui o que é vosso, e vos foi roubado, desde colonização do Brasil, e até mesmo antes dela, possui a terra pela qual vocês lutaram com paus é pedra, possuí-a, isto é vosso. Amém!
COMO VOCÊ AGIRIA SE SOUBE-SE DA MORTE DE SEU INIMIGO?
AO ACORDAR, NÃO PERMITA QUE ALGO QUE SEU INIMIGO FEZ ONTEM PARA VOCÊ SEJA O PRIMEIRO TEMA DO DIA.
VEJAMOS O QUE DAVI FEZ QUANDO SOUBE DA MORTE DE SEU INIMIGO.
QUANDO A NOTICIA DA MORTE DE SAUL CHEGOU A DAVI ELE NÃO COMEMOROU ELE FICOU DE LUTO.
COMO VOCÊ AGIRIA SE SOUBESE DA MORTE DE SEU INIMIGO?
UM HOMEM CHEIO DE RAZÕES DISSE A DAVI QUE TINHA MATADO A SAUL, ELE ESPERAVA QUE ESTA NOTICIA ALEGARIA DAVI, MAS TEVE UM EFEITO OPOSTO
11. Sm. 1,14-1
DAVI = REPREENDEU , POR SUA AITUDE
DAVI = ORDENOU QUE O TAL FOSSE EXECUTADO –
DAVI = COM PÔS UMA CANÇÃO AO POVO DE JUDÁ E ISRAEL – PARA CANTAR EM HONRA A SAUL E SEUS FILHOS
DAVI = PEDIU QUE NÃO NOTICIASSE AOS FILISTEUS PARA OS NÃO ALEGRAR –
DAVI = ORDENOU QUE NÃO CHOVESSE ONDE SAUL FOI MORTO
DAVI = PEDIU PARA NÃO PLANTAR NADA NAQUELE LOCAL
DAVI = CHAMOU O POVO DE ISRAEL PARA CHORAR A MORTE DE SAUL
DAVI = NÃO MATOU OS QUE FICARÃO NA CASA DE SAUl
DAVI = PROVIDENCIOU COMIDA E TERRA AOS DESCENDENTES DE SAUL
DAVI DEU A UM DESCENDENTE O LUGAR A MESA DO REI
SERÁ QUE NOSSA ATITUDE SE ASEMELHA A DE DAVI,SE NÃO DEVEMOS MUDAR,
POIS JOSÉ DISSE DEUS ME FEZ CRESCER NA TERRA DE MEU SOFRIMENTO.
segunda-feira, 4 de julho de 2011
EVANGELHO NÃO É MITO
1 Reis 20.22-28
INTRODUÇÃO
Quero começar falando uma história real sobre a língua grega: A história do MYTHOS. Mythos em Homero é qualquer tipo de fala, tanto a verdade como a mentira. Já nos tempo de Pídaro começa a distinção entre “Mythos” (ficção, mentira, conto, fábula) e “Logos” (história real, verdade). O grego acreditava tanto no “mythos” como no “logos”.
Timóteo pastoreou as igrejas de cidades gregas, por isso Paulo recomenda o seguinte (2 Tm 4.2-4):
“Pregue (seja um arauto) a palavra (logos=história real, verdade),...3 Pois virá o tempo em que não suportarão a sã doutrina; ao contrário, sentindo coceira nos ouvidos, juntarão mestres (professores) para si mesmos, segundo os seus próprios desejos. 4 Eles se recusarão a dar ouvidos à verdade, voltando-se para os mitos, ou fábulas (Mythos=contos mentirosos).”
A outra ilustração que quero contar está no capítulo 22 deste mesmo livro: A história do profeta Micaías, na conquista de Ramote-Gileade (Acabe e Josafá).
Por que estou usando estas histórias? Vou explicar!
O texto que lemos fala da guerra dos sírios contra Israel, mas não quero me ater à história e sim numa crença síria que tem a ver com o mito e a palavra.
Verso 23: Enquanto isso, os conselheiros do rei da Síria lhe diziam: "Os deuses deles (Israel) são deuses das montanhas. É por isso que eles foram fortes demais para nós. Mas, se os combatermos nas planícies, com certeza seremos mais fortes do que eles.
Olha a resposta de Deus v.28: O homem de Deus foi ao rei de Israel e lhe disse: "Assim diz o SENHOR: 'Como os arameus pensam que o SENHOR é um deus das montanhas e não um deus dos vales, eu entregarei esse exército enorme nas suas mãos, e vocês saberão que eu sou o SENHOR' ".
Vejamos algumas vitórias nos vales:
1. Encontro de Melquisedeque com Abrão (Gn.14).
2. Isaque em Gerar (Gn.26).
3. Encontro de Jacó com Deus (Gn. 32).
4. Davi e Golias no Vale de Ela (1 Sm. 17).
5. Vale do Sal (1 Cr 18.12). Abisai, filho de Zeruia, derrotou dezoito mil edomitas no vale do Sal.
6. Vale dos Ossos Secos (Ez 37).
7. Vale da Sombra da Morte (Sl 23).
Estamos vivendo o tempo dos mitos e eles espalham-se rápido. Tome cuidado!
Ilustração: Um pregador famoso falou: “Já trouxe o banquete agora vocês podem pagar.” Como pagar? Não foi Jesus quem pagou tudo? E se eu prego não é pela Graça?
Quando olhamos para os ensinos de Jesus, o que Ele fala sobre a oração?
Mateus 6.6: “Mas quando você orar, vá para seu quarto, feche a porta e ore a seu Pai, que está em secreto. Então seu Pai, que vê em secreto, o recompensará.”
O problema é que as pessoas esquecem o LOGOS e se firma no MYTHOS do senso comum ou da realidade evangélica do país.
Aplicação: Como você lida com a palavra de Deus? Como você vive o EVANGELHO? Vive por cultura ou por leitura da palavra?
Eu acredito que 90% dos evangélicos lêem a palavra contaminados por uma cultura evangélica. Quero desafiar-lhes a reler os evangelhos de JESUS sem a mística da cultura dos evangélicos.
1 Reis 20.22-28
INTRODUÇÃO
Quero começar falando uma história real sobre a língua grega: A história do MYTHOS. Mythos em Homero é qualquer tipo de fala, tanto a verdade como a mentira. Já nos tempo de Pídaro começa a distinção entre “Mythos” (ficção, mentira, conto, fábula) e “Logos” (história real, verdade). O grego acreditava tanto no “mythos” como no “logos”.
Timóteo pastoreou as igrejas de cidades gregas, por isso Paulo recomenda o seguinte (2 Tm 4.2-4):
“Pregue (seja um arauto) a palavra (logos=história real, verdade),...3 Pois virá o tempo em que não suportarão a sã doutrina; ao contrário, sentindo coceira nos ouvidos, juntarão mestres (professores) para si mesmos, segundo os seus próprios desejos. 4 Eles se recusarão a dar ouvidos à verdade, voltando-se para os mitos, ou fábulas (Mythos=contos mentirosos).”
A outra ilustração que quero contar está no capítulo 22 deste mesmo livro: A história do profeta Micaías, na conquista de Ramote-Gileade (Acabe e Josafá).
Por que estou usando estas histórias? Vou explicar!
O texto que lemos fala da guerra dos sírios contra Israel, mas não quero me ater à história e sim numa crença síria que tem a ver com o mito e a palavra.
Verso 23: Enquanto isso, os conselheiros do rei da Síria lhe diziam: "Os deuses deles (Israel) são deuses das montanhas. É por isso que eles foram fortes demais para nós. Mas, se os combatermos nas planícies, com certeza seremos mais fortes do que eles.
Olha a resposta de Deus v.28: O homem de Deus foi ao rei de Israel e lhe disse: "Assim diz o SENHOR: 'Como os arameus pensam que o SENHOR é um deus das montanhas e não um deus dos vales, eu entregarei esse exército enorme nas suas mãos, e vocês saberão que eu sou o SENHOR' ".
Vejamos algumas vitórias nos vales:
1. Encontro de Melquisedeque com Abrão (Gn.14).
2. Isaque em Gerar (Gn.26).
3. Encontro de Jacó com Deus (Gn. 32).
4. Davi e Golias no Vale de Ela (1 Sm. 17).
5. Vale do Sal (1 Cr 18.12). Abisai, filho de Zeruia, derrotou dezoito mil edomitas no vale do Sal.
6. Vale dos Ossos Secos (Ez 37).
7. Vale da Sombra da Morte (Sl 23).
Estamos vivendo o tempo dos mitos e eles espalham-se rápido. Tome cuidado!
Ilustração: Um pregador famoso falou: “Já trouxe o banquete agora vocês podem pagar.” Como pagar? Não foi Jesus quem pagou tudo? E se eu prego não é pela Graça?
Quando olhamos para os ensinos de Jesus, o que Ele fala sobre a oração?
Mateus 6.6: “Mas quando você orar, vá para seu quarto, feche a porta e ore a seu Pai, que está em secreto. Então seu Pai, que vê em secreto, o recompensará.”
O problema é que as pessoas esquecem o LOGOS e se firma no MYTHOS do senso comum ou da realidade evangélica do país.
Aplicação: Como você lida com a palavra de Deus? Como você vive o EVANGELHO? Vive por cultura ou por leitura da palavra?
Eu acredito que 90% dos evangélicos lêem a palavra contaminados por uma cultura evangélica. Quero desafiar-lhes a reler os evangelhos de JESUS sem a mística da cultura dos evangélicos.
sexta-feira, 1 de julho de 2011
SE VOCÊ CONHECE-SE SEU PASTOR ,SURPREENDERIA ELE.
Leia: I Crônicas 11:17-19
Um dia Davi, depois de anos de existência em fuga, lutando por sua vida, cansou-se e teve saudades de antigos e simples confortos do tempo em que sua vida era normal. “Quem me dera beber da água fresca do poço de minha infância e juventude, que fica em Belém!...”
Entretanto, os homens de Saul estavam acampados no caminho para a fonte...
Os homens de Davi, porém, ouvindo dele a mera exclamação de desejo, decidiram fazer-lhe uma surpresa: ir até a fonte, passando todos os perigos, enfrentando até o inimigo, se fosse o caso, mas trazer a água a seu líder guerrilheiro e fugitivo...
Vieram são e salvos com a água e puseram diante de Davi...
Ao perceber que eles haviam exposto as suas vidas a fim de dar-lhe alegria, Davi não aceitou a água, antes a derramou como oferta de vida e gratidão diante de Deus, dizendo: “Jamais beberei água que me veio à custa da vida de vocês!”
Este era o nível de percepção de Davi acerca do significado da vida como devoção a Deus e a Deus somente!...
Se fosse um pastor, um Davi qualquer, um ungido evangélico, um líder desses que vendem “cobertura espiritual”, beberia a água em uma reunião solene, e, após beber exaltando a fidelidade dos “discípulos” para com ele, o ungido ainda faria uma fila de unção com água santa, para que ele ungisse as pessoas com a Água da Fidelidade dos Discípulos Para com Seu Líder... Seria a Unção com a Água da Fidelidade ao Líder!... Quem dela bebesse jamais perderia a cobertura espiritual, se fizesse sempre a mesma coisa, os mesmos sacrifícios de amor pelo líder...
Era por não brincar com situações como esta que Davi era um homem segundo o coração de Deus. Não beber a água do sacrifício que foi ação devotada ao capricho e ao desejo de um homem, é a única coisa que um homem que teme a Deus e reconhece o valor da vida humana pode fazer e deve fazer a fim de ser agradável a Deus.
Hoje, no entanto, viraria “Campanha”... Logo o “apóstolo da loucura de seu próprio ego” instituiria O Dia do Sacrifício à Alegria do Ungido... E milhares de incautos matariam a mãe a fim de agradar o lobo... Sim, milhares fariam qualquer coisa, desde que isso lhes garantisse a mera simpatia do Megalômano adoecido pelo dês-valor da vida em razão da pseudo-divinização da sua existência...
Que alguém, com muito amor, vá pegar a água correndo risco de vida, e fazendo isto sem informar o “beneficiado”, tudo bem, pode ser, é uma decisão individual... Beber a água, porém, é outra história...
Assim, digo-lhes:
Se Davi tivesse bebido aquela água provavelmente ele não tivesse sido feito rei de Israel, pois, em mim, creio que teria sido um surto tão megalômano acerca do valor de seus próprios desejos e caprichos, que, eu creio que algo ruim lhe teria acontecido...
Pela vaidade de fazer o “censo” de Israel ele quase foi morto pelo anjo do Senhor, quanto mais não o seria se o seu surto fosse o de achar que a fim de agradá-lo pessoas poderiam se sacrificar?...
As sutilezas acerca do valor de tais decisões simples estão, todavia, mortas aos sentidos dos que hoje usam a ingenuidade e a boa vontade dos homens a fim de atenderem a seus próprios caprichos.
E o pior: talvez você seja um dos doentes que vão pegar a água do capricho e que não ficam realizados se ela não for bebida como status de sua devoção para com o lobo disfarçado de ungido cansado e carente...
Leia: I Crônicas 11:17-19
Um dia Davi, depois de anos de existência em fuga, lutando por sua vida, cansou-se e teve saudades de antigos e simples confortos do tempo em que sua vida era normal. “Quem me dera beber da água fresca do poço de minha infância e juventude, que fica em Belém!...”
Entretanto, os homens de Saul estavam acampados no caminho para a fonte...
Os homens de Davi, porém, ouvindo dele a mera exclamação de desejo, decidiram fazer-lhe uma surpresa: ir até a fonte, passando todos os perigos, enfrentando até o inimigo, se fosse o caso, mas trazer a água a seu líder guerrilheiro e fugitivo...
Vieram são e salvos com a água e puseram diante de Davi...
Ao perceber que eles haviam exposto as suas vidas a fim de dar-lhe alegria, Davi não aceitou a água, antes a derramou como oferta de vida e gratidão diante de Deus, dizendo: “Jamais beberei água que me veio à custa da vida de vocês!”
Este era o nível de percepção de Davi acerca do significado da vida como devoção a Deus e a Deus somente!...
Se fosse um pastor, um Davi qualquer, um ungido evangélico, um líder desses que vendem “cobertura espiritual”, beberia a água em uma reunião solene, e, após beber exaltando a fidelidade dos “discípulos” para com ele, o ungido ainda faria uma fila de unção com água santa, para que ele ungisse as pessoas com a Água da Fidelidade dos Discípulos Para com Seu Líder... Seria a Unção com a Água da Fidelidade ao Líder!... Quem dela bebesse jamais perderia a cobertura espiritual, se fizesse sempre a mesma coisa, os mesmos sacrifícios de amor pelo líder...
Era por não brincar com situações como esta que Davi era um homem segundo o coração de Deus. Não beber a água do sacrifício que foi ação devotada ao capricho e ao desejo de um homem, é a única coisa que um homem que teme a Deus e reconhece o valor da vida humana pode fazer e deve fazer a fim de ser agradável a Deus.
Hoje, no entanto, viraria “Campanha”... Logo o “apóstolo da loucura de seu próprio ego” instituiria O Dia do Sacrifício à Alegria do Ungido... E milhares de incautos matariam a mãe a fim de agradar o lobo... Sim, milhares fariam qualquer coisa, desde que isso lhes garantisse a mera simpatia do Megalômano adoecido pelo dês-valor da vida em razão da pseudo-divinização da sua existência...
Que alguém, com muito amor, vá pegar a água correndo risco de vida, e fazendo isto sem informar o “beneficiado”, tudo bem, pode ser, é uma decisão individual... Beber a água, porém, é outra história...
Assim, digo-lhes:
Se Davi tivesse bebido aquela água provavelmente ele não tivesse sido feito rei de Israel, pois, em mim, creio que teria sido um surto tão megalômano acerca do valor de seus próprios desejos e caprichos, que, eu creio que algo ruim lhe teria acontecido...
Pela vaidade de fazer o “censo” de Israel ele quase foi morto pelo anjo do Senhor, quanto mais não o seria se o seu surto fosse o de achar que a fim de agradá-lo pessoas poderiam se sacrificar?...
As sutilezas acerca do valor de tais decisões simples estão, todavia, mortas aos sentidos dos que hoje usam a ingenuidade e a boa vontade dos homens a fim de atenderem a seus próprios caprichos.
E o pior: talvez você seja um dos doentes que vão pegar a água do capricho e que não ficam realizados se ela não for bebida como status de sua devoção para com o lobo disfarçado de ungido cansado e carente...
terça-feira, 14 de junho de 2011
DEUS NOS GUARDE DE PESSOAS FALSAS,
E NOS AJUDE A IDENTIFICA-LAS
Lembre-se não temos controlo sobre os outros.sendo assim não tem como dizer se as pessoas que fazem parte de nosso convivio social,são verdadeiros ou falso.
O dicionário informa, que falso quer dizer: mentiroso, enganador, hipócrita, fingido, dissimulado.
Quem nunca conheceu alguém com uma ou mais dessas características é um sortudo, não vamos ficar esperando encontrar um lugar para trabalhar,congregar e viver que não tenha um só falso sequer, não dá para entrar em uma redoma de vidro, isso seria um absurdo. Afinal, quem deveria ficar isolado, o verdadeiro ou o falso?
Pare para, pensar o seguinte: O que te levou a perceber que o outro é uma pessoa falsa? Ele ou ela, traiu a tua confiança? O que na maioria das vezes acontece, é uma tremenda decepção, às vezes queremos acreditar que aquela pessoa é confiável e que jamais mentiria ou nos enganaria, essa pessoa passa a fazer parte das nossas vidas e a saber de nós, quando ela derruba a imagem do perfil que fazíamos em nossa mente, juntamente com isso vem a decepção, raiva ou sentimo-nos uns tolos. Se nos sentirmos assim é porque motivávamos a ilusão delicada de que se não fingirmos ou não dissimulamos ninguém, o outro também não nos fará o mesmo.
Se você já foi vitima de uma pessoa falsa o único jeito é, ao conhecer uma pessoa, não vá logo falando tudo de si, mesmo que essa pessoa lhe conte até o que possa parecer assunto íntimo, para o dissimulado, esse é o caminho para nos conduzir a falar mais sobre nós. Observe se à medida a que vão se conhecendo, se essa outra pessoa quando fala constantemente, no mesmo assunto, confirma ou conta aquela história que já havia narrado, com algumas mudanças. Ter atenção se a pessoa tem demasiado interesse em esmiuçar a sua vida, em saber além do que deveria. Para quê saber tanto?
As pessoas falsas tem o costume de bajular, usam esse procedimento para tentar fixar que são confiáveis, não confunda com os elogios coerentes, esses são bem-vindos.
Se for uma amizade particular, você pode se afastar da pessoa,se for um irmão da igreja tem que aprender a conviver com a pessoa em questão,mas seja bem fromal.
O melhor a fazer ao identificar uma pessoa falsa, é manter uma postura formal, procurando sustentar o nível de educação elevado, formando um tipo de bloqueio mental para que a pessoa sinta dificuldade em esmiuçar a sua vida, com o tempo ela tende a se afastar por si mesma.
E NOS AJUDE A IDENTIFICA-LAS
Lembre-se não temos controlo sobre os outros.sendo assim não tem como dizer se as pessoas que fazem parte de nosso convivio social,são verdadeiros ou falso.
O dicionário informa, que falso quer dizer: mentiroso, enganador, hipócrita, fingido, dissimulado.
Quem nunca conheceu alguém com uma ou mais dessas características é um sortudo, não vamos ficar esperando encontrar um lugar para trabalhar,congregar e viver que não tenha um só falso sequer, não dá para entrar em uma redoma de vidro, isso seria um absurdo. Afinal, quem deveria ficar isolado, o verdadeiro ou o falso?
Pare para, pensar o seguinte: O que te levou a perceber que o outro é uma pessoa falsa? Ele ou ela, traiu a tua confiança? O que na maioria das vezes acontece, é uma tremenda decepção, às vezes queremos acreditar que aquela pessoa é confiável e que jamais mentiria ou nos enganaria, essa pessoa passa a fazer parte das nossas vidas e a saber de nós, quando ela derruba a imagem do perfil que fazíamos em nossa mente, juntamente com isso vem a decepção, raiva ou sentimo-nos uns tolos. Se nos sentirmos assim é porque motivávamos a ilusão delicada de que se não fingirmos ou não dissimulamos ninguém, o outro também não nos fará o mesmo.
Se você já foi vitima de uma pessoa falsa o único jeito é, ao conhecer uma pessoa, não vá logo falando tudo de si, mesmo que essa pessoa lhe conte até o que possa parecer assunto íntimo, para o dissimulado, esse é o caminho para nos conduzir a falar mais sobre nós. Observe se à medida a que vão se conhecendo, se essa outra pessoa quando fala constantemente, no mesmo assunto, confirma ou conta aquela história que já havia narrado, com algumas mudanças. Ter atenção se a pessoa tem demasiado interesse em esmiuçar a sua vida, em saber além do que deveria. Para quê saber tanto?
As pessoas falsas tem o costume de bajular, usam esse procedimento para tentar fixar que são confiáveis, não confunda com os elogios coerentes, esses são bem-vindos.
Se for uma amizade particular, você pode se afastar da pessoa,se for um irmão da igreja tem que aprender a conviver com a pessoa em questão,mas seja bem fromal.
O melhor a fazer ao identificar uma pessoa falsa, é manter uma postura formal, procurando sustentar o nível de educação elevado, formando um tipo de bloqueio mental para que a pessoa sinta dificuldade em esmiuçar a sua vida, com o tempo ela tende a se afastar por si mesma.
domingo, 12 de junho de 2011
Alguém perguntou o que é Ser Pastor?
Qual o sentido dessa palavra? Ser pastor! Uma afirmação tão pequena, mas repleta de tanto significado!
Ser pastor é muito mais que ser um pregador. Está além de ser um administrador de igreja. Muito além de professor ou conferencista. Ser pastor é algo da alma, não apenas do intelecto.
Ser pastor é sentir paixão pelas almas. É desejar a salvação de alguém de forma tão intensa, que nos leve à atitude solidária de repartir as boas-novas com ele. É chorar pelos que se mantém rebeldes. É pensar no marido desta irmã, no filho daquela outra, na esposa do obreiro, nos vizinhos da igreja, nos garotos da rua. Ser pastor é tudo fazer para conseguir ganhar alguns para Cristo.
Ser pastor é festejar a festa da igreja. É alegrar-se com a alegria daquele que conquista um novo emprego, daquele que gradua-se na faculdade, daquele que recebe a escritura da casa própria ou do outro que recebeu alta no hospital. Ser pastor é ter o brilho de alegria ao ver a felicidade de um casal apaixonado, ao ver o sucesso na vida cristã de um jovem consagrado, é festejar a conversão de um familiar de alguém da igreja por quem há tempos se vinha orando. Ser pastor é desejar o bem sem cobiçar para si absolutamente nada, a não ser a felicidade de participar dessa hora feliz.
Mas ser pastor também é chorar. Chorar pela ingratidão dos homens. Chorar porque muitas vezes aqueles a quem tanto se ajudou são os primeiros a perseguirem-nos, a esfaquearem-nos pelas costas, a criticarem-nos, a levantarem falso testemunho contra a igreja e contra nós. É chorar com os que choram, unindo-nos ao enlutado que perdeu um ente querido, é dar o ombro para o entristecido pela perda de um amor, é ser a companhia do solitário, é ouvir a mesma história uma porção de vezes por parte do carente. Chorar com a família necessitada, com o pai de um drogado, com a mãe da prostituta, com a família do traficante, com o irmão desprezado.
Ser pastor é não ter outro interesse senão o pregar a Cristo. É não se envolver nos negócios deste mundo, buscando riquezas, fama e posição. É saber dizer não quando o coração disser sim. É não ir à casa dos ricos em detrimento dos pobres. É não dar atenção demasiada para uns, esquecendo-se dos outros. É não ficar do lado dos jovens, em detrimento dos adultos e vice-versa. Ser pastor é não envolver-se em demasia com as pessoas, ao ponto de se perder a linha divisória do amor e do respeito, do carinho e da disciplina. Ser pastor é não aceitar subornos nem tampouco desprezar os não expressivos.
Ser pastor é ser pai. É disciplinar com carinho e amor, conquanto com a firmeza da vara, da correção e, não raras vezes, da exclusão de pessoas queridas. É obedecer a Bíblia, não aos homens. É seguir a Deus, não ao coração. Ser pastor é ser justo. Ser pastor é saber dizer não, quando a emoção manda dizer sim. Ser pastor é ter a consciência de não ser sempre popular, principalmente quando tiver que tomar decisões pesadas e difíceis, e saber também ser humilde quando a bênção de Deus o enaltecer diante do rebanho e diante do mundo. Os erros são nossos, mas a glória é de Deus.
Ser pastor é levantar-se quando todos estão dormindo e dormir quando todos estão acordados, socorrendo ao necessitado no horário da necessidade. Ser pastor é não medir esforços pela paz. É pacificar pais e filhos, maridos e esposas, sogros e genros, irmãos e irmãs. Ser pastor é sofrer o dano, o dolo, a injustiça, confiando nAquele que é o galardoador dos que o buscam. Ser pastor é dar a camisa quando lhe pedem a blusa, andar duas milhas quando o obrigam a uma, dar a outra face quando esbofeteado.
Ser pastor é estar pronto para a solidão. É manter-se no Santo dos Santos de joelhos prostrados, obtendo a solução para os problemas insolúveis. Ser pastor é não fazer da esposa um saco de pancadas, onde descontar sua fragilidade e cansaço. Ser pastor é ser sacerdote, mantendo sigilo no coração, mantendo em segredo o que precisa continuar sendo segredo, e repartindo com as pessoas certas aquilo que é "repartível". Ser pastor é muitas vezes não ser convidado para uma festa, não ser informado de uma notícia ou ser deixado de fora de um evento, e ainda assim manter a postura, a educação, o polimento e a compaixão. Ser pastor é ser profeta, tornar o seu púlpito um "assim diz o Senhor", uma tocha flamejante, um facho de luz, uma espada de dois gumes, afiada e afogueada, proclamando aos quatro ventos a salvação e a santificação do povo de Deus.
Ser pastor é ser marido e ser pai. É fazer de seu ministério motivo de louvor dentro e fora de casa. É não causar à esposa a sensação de que a igreja é uma amante, uma concorrente, que lhe tira todo o tempo de vida conjugal. Ser pastor é amar aos seus filhos da mesma forma que ensina aos pais cristãos amarem aos seus. É olhar para os olhos de seus filhos e ver o brilho de seus próprios olhos. É preocupar-se menos com o que os outros vão pensar e mais no que os filhos vão aprender, sentir e receber. É ver cada filho crescer, dando a cada um a atenção e o amor necessários. É orgulhar-se de ser pai, alegrar-se por ser esposo, servir de modelo para o povo. E, quando solteiro, tornar a sua castidade e dignidade modelo dos fiéis, enaltecendo ao Senhor, razão de sua vida.
Ser pastor é pedir perdão. Se os pastores fossem super-homens, Deus daria a tarefa pastoral aos anjos, mas preferiu fazer de pecadores convertidos os líderes de rebanho, pois, sendo humanos, poderiam mostrar aos demais que é possível ser uma bênção. Mas, quando pecarem, saberem pedir perdão. A humildade é uma chave que abre todas as portas, até as portas emperradas dos corações decepcionados. A humildade pode levar o pastor à exoneração, como prova de nobresa e integridade, como pode fazê-lo retomar seus trabalhos com maior pujança e vigor. Há pecados que põem fim a um ministério e ser pastor é saber quando o tempo acabou. Recomeçar é possível, mas nem sempre. Ser pastor é saber discernir entre ficar ou sair, entre continuar pastor e recolher-se respeitosamente.
Ser pastor é crer quando todos descrêem. Saber esperar com confiança, saber transmitir otimismo e força de vontade. É fazer de seu púlpito um farol gigantesco, sob cuja luz o povo caminha sempre em frente, para cima e em direção a Deus. Ser pastor é ver o lado bom da questão, é vislumbrar uma saída quando todos imaginarem que é o fim do túnel. Ser pastor é contagiar, e não contaminar. Ser pastor é inovar, é renovar, é oferecer-se como sacrifício em prol da vontade de Deus. Ser pastor é fazer o povo caminhar mais feliz, mais contente, é fazer a comunidade acreditar que o impossível é possível, é fazer o triste ser feliz, o cansado tornar-se revigorado, o desesperado ficar confiante e o perdido salvar-se. As guerras não são ganhas com armas, mas com palavras, e as do pastor são as palavras de Deus, portanto, invencíveis.
Ser pastor é saber envelhecer com dignidade, sem perder a jovialidade. É ser amigo dos jovens e companheiro dos adultos. Ser pastor é saber contar cada dia do ministério como uma pérola na coroa de sua história. Ser pastor é ser companhia desejada, querida, esperada. É saber calar-se quando o silêncio for a frase mais contundente, e falar quando todos estiverem quietos. Ser pastor é saber viver. Ser pastor é saber morrer.
E quando morrer, deixar em sua lápide dizeres indeléveis, que expressem na mente de suas ovelhas o que Paulo quis dizer, quando estava para partir: "combati o bom combate, terminei a carreira, guardei a fé". Ser pastor é falar mesmo depois de morto, como o justo Abel e o seu sangue, através de sua história, de seu exemplo, de seus escritos, de suas gravações. Ser pastor é deixar uma picada na floresta, para que outros venham habitar nas planícies conquistadas para o Reino do Senhor. Ser pastor é fazer com que os filhos e os filhos dos filhos tenham um legado, talvez não de propriedades, dinheiro ou poder político, mas o legado do grande patriarca da família, daquele que viveu e ensinou o que é ser um pastor.
Eu sou pastor.
Qual o sentido dessa palavra? Ser pastor! Uma afirmação tão pequena, mas repleta de tanto significado!
Ser pastor é muito mais que ser um pregador. Está além de ser um administrador de igreja. Muito além de professor ou conferencista. Ser pastor é algo da alma, não apenas do intelecto.
Ser pastor é sentir paixão pelas almas. É desejar a salvação de alguém de forma tão intensa, que nos leve à atitude solidária de repartir as boas-novas com ele. É chorar pelos que se mantém rebeldes. É pensar no marido desta irmã, no filho daquela outra, na esposa do obreiro, nos vizinhos da igreja, nos garotos da rua. Ser pastor é tudo fazer para conseguir ganhar alguns para Cristo.
Ser pastor é festejar a festa da igreja. É alegrar-se com a alegria daquele que conquista um novo emprego, daquele que gradua-se na faculdade, daquele que recebe a escritura da casa própria ou do outro que recebeu alta no hospital. Ser pastor é ter o brilho de alegria ao ver a felicidade de um casal apaixonado, ao ver o sucesso na vida cristã de um jovem consagrado, é festejar a conversão de um familiar de alguém da igreja por quem há tempos se vinha orando. Ser pastor é desejar o bem sem cobiçar para si absolutamente nada, a não ser a felicidade de participar dessa hora feliz.
Mas ser pastor também é chorar. Chorar pela ingratidão dos homens. Chorar porque muitas vezes aqueles a quem tanto se ajudou são os primeiros a perseguirem-nos, a esfaquearem-nos pelas costas, a criticarem-nos, a levantarem falso testemunho contra a igreja e contra nós. É chorar com os que choram, unindo-nos ao enlutado que perdeu um ente querido, é dar o ombro para o entristecido pela perda de um amor, é ser a companhia do solitário, é ouvir a mesma história uma porção de vezes por parte do carente. Chorar com a família necessitada, com o pai de um drogado, com a mãe da prostituta, com a família do traficante, com o irmão desprezado.
Ser pastor é não ter outro interesse senão o pregar a Cristo. É não se envolver nos negócios deste mundo, buscando riquezas, fama e posição. É saber dizer não quando o coração disser sim. É não ir à casa dos ricos em detrimento dos pobres. É não dar atenção demasiada para uns, esquecendo-se dos outros. É não ficar do lado dos jovens, em detrimento dos adultos e vice-versa. Ser pastor é não envolver-se em demasia com as pessoas, ao ponto de se perder a linha divisória do amor e do respeito, do carinho e da disciplina. Ser pastor é não aceitar subornos nem tampouco desprezar os não expressivos.
Ser pastor é ser pai. É disciplinar com carinho e amor, conquanto com a firmeza da vara, da correção e, não raras vezes, da exclusão de pessoas queridas. É obedecer a Bíblia, não aos homens. É seguir a Deus, não ao coração. Ser pastor é ser justo. Ser pastor é saber dizer não, quando a emoção manda dizer sim. Ser pastor é ter a consciência de não ser sempre popular, principalmente quando tiver que tomar decisões pesadas e difíceis, e saber também ser humilde quando a bênção de Deus o enaltecer diante do rebanho e diante do mundo. Os erros são nossos, mas a glória é de Deus.
Ser pastor é levantar-se quando todos estão dormindo e dormir quando todos estão acordados, socorrendo ao necessitado no horário da necessidade. Ser pastor é não medir esforços pela paz. É pacificar pais e filhos, maridos e esposas, sogros e genros, irmãos e irmãs. Ser pastor é sofrer o dano, o dolo, a injustiça, confiando nAquele que é o galardoador dos que o buscam. Ser pastor é dar a camisa quando lhe pedem a blusa, andar duas milhas quando o obrigam a uma, dar a outra face quando esbofeteado.
Ser pastor é estar pronto para a solidão. É manter-se no Santo dos Santos de joelhos prostrados, obtendo a solução para os problemas insolúveis. Ser pastor é não fazer da esposa um saco de pancadas, onde descontar sua fragilidade e cansaço. Ser pastor é ser sacerdote, mantendo sigilo no coração, mantendo em segredo o que precisa continuar sendo segredo, e repartindo com as pessoas certas aquilo que é "repartível". Ser pastor é muitas vezes não ser convidado para uma festa, não ser informado de uma notícia ou ser deixado de fora de um evento, e ainda assim manter a postura, a educação, o polimento e a compaixão. Ser pastor é ser profeta, tornar o seu púlpito um "assim diz o Senhor", uma tocha flamejante, um facho de luz, uma espada de dois gumes, afiada e afogueada, proclamando aos quatro ventos a salvação e a santificação do povo de Deus.
Ser pastor é ser marido e ser pai. É fazer de seu ministério motivo de louvor dentro e fora de casa. É não causar à esposa a sensação de que a igreja é uma amante, uma concorrente, que lhe tira todo o tempo de vida conjugal. Ser pastor é amar aos seus filhos da mesma forma que ensina aos pais cristãos amarem aos seus. É olhar para os olhos de seus filhos e ver o brilho de seus próprios olhos. É preocupar-se menos com o que os outros vão pensar e mais no que os filhos vão aprender, sentir e receber. É ver cada filho crescer, dando a cada um a atenção e o amor necessários. É orgulhar-se de ser pai, alegrar-se por ser esposo, servir de modelo para o povo. E, quando solteiro, tornar a sua castidade e dignidade modelo dos fiéis, enaltecendo ao Senhor, razão de sua vida.
Ser pastor é pedir perdão. Se os pastores fossem super-homens, Deus daria a tarefa pastoral aos anjos, mas preferiu fazer de pecadores convertidos os líderes de rebanho, pois, sendo humanos, poderiam mostrar aos demais que é possível ser uma bênção. Mas, quando pecarem, saberem pedir perdão. A humildade é uma chave que abre todas as portas, até as portas emperradas dos corações decepcionados. A humildade pode levar o pastor à exoneração, como prova de nobresa e integridade, como pode fazê-lo retomar seus trabalhos com maior pujança e vigor. Há pecados que põem fim a um ministério e ser pastor é saber quando o tempo acabou. Recomeçar é possível, mas nem sempre. Ser pastor é saber discernir entre ficar ou sair, entre continuar pastor e recolher-se respeitosamente.
Ser pastor é crer quando todos descrêem. Saber esperar com confiança, saber transmitir otimismo e força de vontade. É fazer de seu púlpito um farol gigantesco, sob cuja luz o povo caminha sempre em frente, para cima e em direção a Deus. Ser pastor é ver o lado bom da questão, é vislumbrar uma saída quando todos imaginarem que é o fim do túnel. Ser pastor é contagiar, e não contaminar. Ser pastor é inovar, é renovar, é oferecer-se como sacrifício em prol da vontade de Deus. Ser pastor é fazer o povo caminhar mais feliz, mais contente, é fazer a comunidade acreditar que o impossível é possível, é fazer o triste ser feliz, o cansado tornar-se revigorado, o desesperado ficar confiante e o perdido salvar-se. As guerras não são ganhas com armas, mas com palavras, e as do pastor são as palavras de Deus, portanto, invencíveis.
Ser pastor é saber envelhecer com dignidade, sem perder a jovialidade. É ser amigo dos jovens e companheiro dos adultos. Ser pastor é saber contar cada dia do ministério como uma pérola na coroa de sua história. Ser pastor é ser companhia desejada, querida, esperada. É saber calar-se quando o silêncio for a frase mais contundente, e falar quando todos estiverem quietos. Ser pastor é saber viver. Ser pastor é saber morrer.
E quando morrer, deixar em sua lápide dizeres indeléveis, que expressem na mente de suas ovelhas o que Paulo quis dizer, quando estava para partir: "combati o bom combate, terminei a carreira, guardei a fé". Ser pastor é falar mesmo depois de morto, como o justo Abel e o seu sangue, através de sua história, de seu exemplo, de seus escritos, de suas gravações. Ser pastor é deixar uma picada na floresta, para que outros venham habitar nas planícies conquistadas para o Reino do Senhor. Ser pastor é fazer com que os filhos e os filhos dos filhos tenham um legado, talvez não de propriedades, dinheiro ou poder político, mas o legado do grande patriarca da família, daquele que viveu e ensinou o que é ser um pastor.
Eu sou pastor.
quinta-feira, 2 de junho de 2011
VENCENDO A SOLIDÃO
1 REIS 19.4-8
Quem, assim como eu, já se sentiu sozinho? Andando sem companhia?
O psicólogo Jeffrey Young, da Universidade Columbia descreve três tipos de solidão: transitória, situacional e crônica. "Solidão transitória dura poucos minutos ou algumas horas, diz ele, porque os sintomas não são graves, pouca atenção tem sido dedicada a ela."
Solidão situacional é o resultado de um acontecimento importante - um divórcio, uma morte na família ou uma mudança geográfica. Os efeitos podem ser tanto físico quanto mental - dores de cabeça, problemas de sono, ansiedade, depressão - e pode durar até um ano.
Para algumas pessoas solitárias, no entanto, as circunstâncias temporárias não são o problema de base. Elas têm dificuldade em fazer contatos sociais e alcançar intimidade, mesmo quando as condições são favoráveis. Young classifica os indivíduos que se sentem sós por mais de dois anos numa altura em que nenhum evento traumático ocorreu como cronicamente solitários. "Quando as pessoas são solitárias por esse período de tempo, geralmente culpam a si mesmas e os seus traços de personalidade ao invés das circunstâncias", diz ele. "As pessoas cronicamente solitárias podem tornar-se convencidas de que pouco ou nada podem fazer para melhorar sua condição".
A palavra "solidão" descreve a história de muita gente. É um sentimento que não poupa suas vítimas: jovens e idosos, ricos e pobres, santos e pecadores são seu alvo.
A solidão não faz acepção de pessoas. Até mesmo santos profetas enfrentaram a solidão.
Elias tendo entrado em profunda depressão (1 Rs 19:4), quarenta dias depois, ainda se sentia só. (1 Rs 19:10,14).
Davi fugia da perseguição movida pelo rei Saul. Escreveu na ocasião o Salmo 13 (cf. vs. 1-4). No Salmo 69.1-4, 18.
Jó (Jó 19.13-19). Irmãos, parentes, amigos e conhecidos o desprezaram ( vs. 13, 14), empregados, a esposa (vs. 15-17), mesmo as crianças (vs. 18) e amigos íntimos (v. 19) o abandonaram?!
Jesus ficou só: (Mt 26. 36-38).
Mas a a solidão não é o seu fim!
A sua solidão era real, palpável, pois ele se sentia triste, desanimado e derrotado por não ter absolutamente ninguém ao seu lado. Foi então que Deus começou a resolver o problema de Elias.
A primeira providência que tomou foi Ele próprio revelar-se ao profeta. Elias tinha que aprender a lição de que um homem que conhece ao Senhor nunca está só, pois Deus prometeu ser um auxílio bem presente na angústia. E na escuridão e na solidão da caverna Deus estava lá. Deus estava se revelando a Elias naquela solidão, mas ele estava tão desconsolado que parecia ter perdido a capacidade de buscar a Deus através da oração. Ele estava enfraquecido pela solidão e pelo desespero. Então, Deus veio em seu auxílio e lhe revelou a sua presença.
A consciência da presença de Deus em nossos corações é o primeiro passo para vencermos a solidão. Este princípio é ilustrado na Bíblia em diversas ocasiões. Em Deuteronômio 31:6-8, encontramos Moisés falando a Josué. Estava se aproximando a hora da morte de Moisés e Josué tinha sido escolhido para assumir o comando do povo de Israel. Então Moisés lhe disse: "Esforça-te e anima-te, pois com este povo entrarás na terra que o Senhor jurou a teus pais lhe daria, e tu os farás herdá-lo. O Senhor é que vai adiante de ti; Ele será contigo, não te deixará, nem te desamparará. Não temas; não te espantes." (Dt 31:7-8).
Repare que, por duas vezes, vemos a promessa de que Deus não vai desamparar Josué. Moisés tinha avisado Josué sobre a sua morte; era natural que o sentimento de solidão se abatesse sobre Josué. Nas Moisés tranqüilizou Josué: "O Senhor será contigo, não te deixará, nem te desamparará." O sentimento de solidão podia ser dissipado com a promessa que Deus não o deixaria só.
O segundo passo para vencermos a solidão é a atividade espiritual. Voltemos ao profeta Elias. "Disse-lhe o Senhor: vai, volta pelo caminho para o deserto de Damasco. Quando lá chegares, unge a Hazael rei sobre a Síria." Nos versículos 16 a 18, Deus determina a Elias uma tarefa e o adverte em não ficar escondido na caverna. Ele deve empenhar-se na realização do trabalho que lhe foi determinado.
Quando estamos ocupados realizando a vontade Deus, podemos sentir sua presença e sua aprovação bem dentro de nós. Ociosidade não é a vontade de Deus para o homem.
Há um terceiro passo no versículo 18: "Também conservei em Israel 7.000 – todos os joelhos que não se dobraram a Baal, e toda boca que não o beijou." Elias sentia-se sozinho porque julgava ser o único que amava a Deus. Mas Deus lhe disse que saísse e fosse se ajuntar a outros que também amavam a Deus, o mesmo Deus a quem ele amava. Quando encontrasse outros com a mesma fé e o mesmo amor, haveria uma aproximação e uma comunhão que iria dissipar a solidão que ele havia sofrido enquanto estava sozinho na caverna.
Muitos se entregam à solidão porque não querem empregar seu tempo nem se dar ao trabalho de encontrar uma oportunidade de comunhão com aqueles que compartilham da fé e do amor de Deus. Este é o terceiro passo para vencer a solidão: Manter comunhão com os que amam o Senhor.
Conclusão:
A maioria dos conselhos populares e de orientação técnica para a cura da solidão começa dizendo que a pessoa deve se ocupar com alguma coisa, deve andar sempre com as mãos ocupadas. Mas isto é atacar o problema partindo de uma premissa completamente errada. Deus não mandou que Elias primeiro ficasse ocupado e depois encontrasse alguns amigos. Deus começou revelando a sua presença. Qualquer atividade ou amizade que você estabeleça sem considerar a presença pessoal de Cristo na sua vida, nunca poderá satisfazer sua necessidade.
A resposta de Deus ao problema da solidão é compreender e aceitar a verdade maravilhosa e abençoada de que Deus o Pai, Deus o Filho e Deus o Espírito Santo moram nos filhos de Deus. E assim Deus está pessoalmente presente. E onde Deus está, não há motivo para solidão.
Deus tem um trabalho determinado para cada um de nós e quando nos ocupamos em executá-lo sentimo-nos libertos da solidão.
Finalmente, através da comunhão com aqueles que professam o amor e a fé em Deus, nos libertamos da solidão.
Quando tentado a escondermos em nossas cavernas, como Elias, que possamos experimentar a presença real de Deus em nossas vidas. Deus está no teu coração. Você não está só.
1 REIS 19.4-8
Quem, assim como eu, já se sentiu sozinho? Andando sem companhia?
O psicólogo Jeffrey Young, da Universidade Columbia descreve três tipos de solidão: transitória, situacional e crônica. "Solidão transitória dura poucos minutos ou algumas horas, diz ele, porque os sintomas não são graves, pouca atenção tem sido dedicada a ela."
Solidão situacional é o resultado de um acontecimento importante - um divórcio, uma morte na família ou uma mudança geográfica. Os efeitos podem ser tanto físico quanto mental - dores de cabeça, problemas de sono, ansiedade, depressão - e pode durar até um ano.
Para algumas pessoas solitárias, no entanto, as circunstâncias temporárias não são o problema de base. Elas têm dificuldade em fazer contatos sociais e alcançar intimidade, mesmo quando as condições são favoráveis. Young classifica os indivíduos que se sentem sós por mais de dois anos numa altura em que nenhum evento traumático ocorreu como cronicamente solitários. "Quando as pessoas são solitárias por esse período de tempo, geralmente culpam a si mesmas e os seus traços de personalidade ao invés das circunstâncias", diz ele. "As pessoas cronicamente solitárias podem tornar-se convencidas de que pouco ou nada podem fazer para melhorar sua condição".
A palavra "solidão" descreve a história de muita gente. É um sentimento que não poupa suas vítimas: jovens e idosos, ricos e pobres, santos e pecadores são seu alvo.
A solidão não faz acepção de pessoas. Até mesmo santos profetas enfrentaram a solidão.
Elias tendo entrado em profunda depressão (1 Rs 19:4), quarenta dias depois, ainda se sentia só. (1 Rs 19:10,14).
Davi fugia da perseguição movida pelo rei Saul. Escreveu na ocasião o Salmo 13 (cf. vs. 1-4). No Salmo 69.1-4, 18.
Jó (Jó 19.13-19). Irmãos, parentes, amigos e conhecidos o desprezaram ( vs. 13, 14), empregados, a esposa (vs. 15-17), mesmo as crianças (vs. 18) e amigos íntimos (v. 19) o abandonaram?!
Jesus ficou só: (Mt 26. 36-38).
Mas a a solidão não é o seu fim!
A sua solidão era real, palpável, pois ele se sentia triste, desanimado e derrotado por não ter absolutamente ninguém ao seu lado. Foi então que Deus começou a resolver o problema de Elias.
A primeira providência que tomou foi Ele próprio revelar-se ao profeta. Elias tinha que aprender a lição de que um homem que conhece ao Senhor nunca está só, pois Deus prometeu ser um auxílio bem presente na angústia. E na escuridão e na solidão da caverna Deus estava lá. Deus estava se revelando a Elias naquela solidão, mas ele estava tão desconsolado que parecia ter perdido a capacidade de buscar a Deus através da oração. Ele estava enfraquecido pela solidão e pelo desespero. Então, Deus veio em seu auxílio e lhe revelou a sua presença.
A consciência da presença de Deus em nossos corações é o primeiro passo para vencermos a solidão. Este princípio é ilustrado na Bíblia em diversas ocasiões. Em Deuteronômio 31:6-8, encontramos Moisés falando a Josué. Estava se aproximando a hora da morte de Moisés e Josué tinha sido escolhido para assumir o comando do povo de Israel. Então Moisés lhe disse: "Esforça-te e anima-te, pois com este povo entrarás na terra que o Senhor jurou a teus pais lhe daria, e tu os farás herdá-lo. O Senhor é que vai adiante de ti; Ele será contigo, não te deixará, nem te desamparará. Não temas; não te espantes." (Dt 31:7-8).
Repare que, por duas vezes, vemos a promessa de que Deus não vai desamparar Josué. Moisés tinha avisado Josué sobre a sua morte; era natural que o sentimento de solidão se abatesse sobre Josué. Nas Moisés tranqüilizou Josué: "O Senhor será contigo, não te deixará, nem te desamparará." O sentimento de solidão podia ser dissipado com a promessa que Deus não o deixaria só.
O segundo passo para vencermos a solidão é a atividade espiritual. Voltemos ao profeta Elias. "Disse-lhe o Senhor: vai, volta pelo caminho para o deserto de Damasco. Quando lá chegares, unge a Hazael rei sobre a Síria." Nos versículos 16 a 18, Deus determina a Elias uma tarefa e o adverte em não ficar escondido na caverna. Ele deve empenhar-se na realização do trabalho que lhe foi determinado.
Quando estamos ocupados realizando a vontade Deus, podemos sentir sua presença e sua aprovação bem dentro de nós. Ociosidade não é a vontade de Deus para o homem.
Há um terceiro passo no versículo 18: "Também conservei em Israel 7.000 – todos os joelhos que não se dobraram a Baal, e toda boca que não o beijou." Elias sentia-se sozinho porque julgava ser o único que amava a Deus. Mas Deus lhe disse que saísse e fosse se ajuntar a outros que também amavam a Deus, o mesmo Deus a quem ele amava. Quando encontrasse outros com a mesma fé e o mesmo amor, haveria uma aproximação e uma comunhão que iria dissipar a solidão que ele havia sofrido enquanto estava sozinho na caverna.
Muitos se entregam à solidão porque não querem empregar seu tempo nem se dar ao trabalho de encontrar uma oportunidade de comunhão com aqueles que compartilham da fé e do amor de Deus. Este é o terceiro passo para vencer a solidão: Manter comunhão com os que amam o Senhor.
Conclusão:
A maioria dos conselhos populares e de orientação técnica para a cura da solidão começa dizendo que a pessoa deve se ocupar com alguma coisa, deve andar sempre com as mãos ocupadas. Mas isto é atacar o problema partindo de uma premissa completamente errada. Deus não mandou que Elias primeiro ficasse ocupado e depois encontrasse alguns amigos. Deus começou revelando a sua presença. Qualquer atividade ou amizade que você estabeleça sem considerar a presença pessoal de Cristo na sua vida, nunca poderá satisfazer sua necessidade.
A resposta de Deus ao problema da solidão é compreender e aceitar a verdade maravilhosa e abençoada de que Deus o Pai, Deus o Filho e Deus o Espírito Santo moram nos filhos de Deus. E assim Deus está pessoalmente presente. E onde Deus está, não há motivo para solidão.
Deus tem um trabalho determinado para cada um de nós e quando nos ocupamos em executá-lo sentimo-nos libertos da solidão.
Finalmente, através da comunhão com aqueles que professam o amor e a fé em Deus, nos libertamos da solidão.
Quando tentado a escondermos em nossas cavernas, como Elias, que possamos experimentar a presença real de Deus em nossas vidas. Deus está no teu coração. Você não está só.
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